Promoção: 101 posições mais sensuais do Kama Sutra


Agora que a gente já publicou o Calendário do LuluzinhaCamp de 2010, vamos brincar um pouco. A Editora Planeta nos ofereceu dois exemplares do livro Kama Sutra: as 101 posições mais sensuais para sorteio entre as Luluzinhas. Como eles mandaram um livro para avaliação, este também vai entrar na roda. Então o sorteio fica assim: vamos sortear dois livros aqui no blog e um no twitter –usem a tag #ks_101… Não adianta tuitar nem entrar aqui nos comentários (use a caixinha aí embaixo para mandar a sua resposta). Tem que responder para onde você levaria o livro. A promoção vale até dia 31 de janeiro. Prontas? Mandem aí:

Ah, leiam, por favor, as regras. A promoção é só para maiores de 18 anos, ok?

Eu li o exemplar inteirinho. A edição é bacana, cada posição ganha duas páginas, na par (à esquerda), um texto curto conta o nome e faz uma descrição (nem sempre sensual). À direita, nas ímpares, ilustração; um pequeno alerta sobre a posição e suas “contra indicações” e um termômetro de prazer. As 224 levaram exatas duas horas para chegarem ao fim. Me dei conta de duas coisas:

  1. O livro é bacana, mas a gente faz estas posições naturalmente quando o sexo é saudável (e quente).
  2. Não há menção, em nenhum momento de sexo seguro ou do uso de brinquedinhos. MegaFAIL em tempos de DSTs e uma falta de imaginação sem tamanho.

Estamos esperando a sua resposta.

Uma vida sem violência é um direito das mulheres

Luluzinhas pelo fim da violência contra a mulher

para colocar no seu blog, copie este código:

<a href=”https://www.luluzinhacamp.com/2009/11/23/uma-vida-sem-violencia-e-um-direito-das-mulheres/” target=”_blank”><img src=”http://i443.photobucket.com/albums/qq157/lufreitas_ladybug/contraviolencia3.png” border=”0″ alt=”Luluzinhas pelo fim da violência contra a mulher” /></a>

Chamada geral! Entre 25 de novembro e 10 de dezembro estamos convocando para a luta pelo fim da violência contra as mulheres. Vamos fazer posts, twittar, fotografar e lembrar que mulheres são seres humanos e merecem respeito – aliás, todo mundo merece…

Vamos ao que interessa. Temos quatro datas-chave nestes dezesseis dias de ativismo. O slogan do movimento está no título: uma vida sem violência é um direito das mulheres.

Começaremos dia 25 de novembro, dia da não-violência contra as mulheres, dedicado às irmãs Mirabal, três militantes que foram assassinadas durante a ditadura de Trujillo, também conhecidas com o “As Borboletas”. Para conhecer melhor esta história vale ler o livro No Tempo das Borboletas, assistir o filme homônimo com Salma Hayek. Quem quiser saber mais sobre a ditadura de Trujillo na República Dominicada, vá de A Festa do Bode, de Mario Vargas Llosa.

No dia 1º de dezembro, dia mundial de combate a AIDS, é hora de discutir o HIV entre nós. Fato: o maior número de mulheres contaminadas vivem relações monogâmicas, ou seja, contraem o vírus de seus maridos/companheiros.

Terceiro passo: dia 6 de dezembro é dia da Campanha do Laço Branco – homens contra a violência contra as mulheres. A data surgiu quando um homem em Montreal matou só as mulheres, responsabilizando-as pelos fracassos dos homens. A partir disso um grupo de homens canadenses decidiu que não praticariam violência e não se calariam em situações de violência contra a mulher.

Fecharemos nosso ciclo no dia 10 de dezembro, Dia Mundial dos Direitos Humanos. Afinal, qualquer tipo de violência é uma questão de direitos humanos.

Idéias que tivemos no LuluzinhaCampSP

Ontem a gente conversou um tanto sobre cada um dos pontos. Claro que estes 16 dias são só uma marca. É importante falar da violência contra a mulher, dos casos que a gente conhece, mas a atenção tem que ser cotidiana. Afinal, é uma questão de toda a sociedade, como provou a história da Geisy na Unitaleban.

A Gabi Bianco levantou um ponto importante: o quanto a gente ganha menos que os homens. Na pesquisa do PNUD, o Brasil segue no ranking dos países com baixo IDH o que mostra que não temos os mesmos direitos. Se a mulher ainda por cima for negra, prepare-se para ser mais discriminada… não, o mundo não é bonito como deveria…

A Marcia Bianco levantou outros tipos de violência, como a psicológica, mas principalmente a estética. Somos bombardeadas diariamente para sermos loiras, magras e de pele lisa, quando somos em geral corpão violão, cabelo cacheado e morenas… O 190 não vai te dar socorro!

Alguém na roda levantou a questão das mulheres machistas. As mulheres agem assim porque são ensinadas assim, explicou a Letícia. “Como se dizia durante a ditadura, chega uma hora que já não é preciso mandar o soldado, basta pendurar a farda”, lembrou. Achou exagero? Machismo é sim, uma forma de ditadura. Claro que dói mais quando as mulheres assumem o papel de opressor.

Aline Costa (irmã da Cintia Costa) nos contou a vida das professoras, o quanto é difícil conseguirem os “cargos” melhores e como são destinadas ao ensino infantil. E contou um caso que dá desgosto das escolas brasileiras. Numa seleção para uma escola internacional ela foi pergunta se ensinava crianças porque queria… Lá fora as mulheres não são cuidadoras por pré-definição.

Este depoimento levantou a questão das mulheres nas corporações. A gente conta nos dedos as gerentes, diretoras e presidentes de grandes corporações.

Outra pergunta que flutuou sem resposta na nossa roda: a gente só existe em função dos homens? Tudo é para satisfazê-los? Mulheres têm ou não desejo, afinal? Alguém aí já parou para pensar nisso?

A Marcia Bianco lembrou da Biblia – e de como tanto Antigo como Novo Testamentos têm pouca diferenciação entre homens e mulheres. E lembramos que estas coisas começam a aparecer nas cartas dos apóstolos. Dá um post polêmico para quem quiser escrever.

Para pensar um pouco sobre a questão, que tal rever O Sorriso de Monalisa e pensar o que a gente quer como mulher? Gabi Bianco levantou outro ponto bacana: temos que nos patrulhar para respeitar quem quer ser dona de casa, afinal, se isso é escolha, não tem problema algum.

Claro que a gente não pode deixar de lado a situação mais que complexa da violência sexual. O silêncio que ronda os estupros, o estigma que esta mulher, se assumir o fato publicamente, carregará. Vale lembrar que nosso Código Penal até 2005 dizia que o estuprador que casasse com a vítima tinha indulto. E que as feministas tiveram que lutar muito para convencer os senhores deputados e senadores do contrário…

A mulher está emancipada da cintura para baixo.

Letícia Massula

Luluzinhas pela liberdade na internet

Eu quero esse
Foto da Tchuly do LuluzinhaCamp Brasília

Vivemos tempos estranhos e ricos. São dias de manifestação escancarada de medos, mazelas e alegrias por todas as veias da internet. De expressar nosso desgosto com programas, propagandas, políticos. De mostrar nossos filhos, feitos e alegrias no Flickr, Videolog, YouTube. E também de estar sob ameaça permanente da nossa liberdade de expressão. Que pode vir disfarçado em processo ou lei… na mesma dá.

Das gravadoras, que processam sem dó usuários nos Estados Unidos, às questões de plágio que, sim, nos atingem – sem contar os inúmeros projetos de lei que tramitam na lama vermelha do Planalto Central e tentam porque tentam evitar que a gente use a internet livremente. Há mazelas, claro. Sempre há. Malfeitor@s estão aqui tanto quanto nas ruas que usamos diariamente.
LuluzinhaCampPR
Foto da Tine do LuluzinhaCamp Curitiba
Para completar, a gente tem que suportar um bombardeio extraordinário de imagens onde as mulheres são magras, perfeitas e, geralmente, diminuídas. Quantas protagonistas de verdade há no imaginário brasileiro atual?
Divas e poderosas
foto da Gaborin do LuluzinhaCamp SP
Nem só de imagem vivem blogueiras e mulheres à solta na rede. A gente tem que aguentar #lingeriesday estoicamente (por conta dos comentários absurdos), saber código e um tiquinho de programação e ainda nos deixam falando com a parede quando a gente desanca a professora do além que trata blogs femininos como se diários fossem.
2º LuluzinhaCampRJ
foto da Patrícia Haddad do LuluzinhaCamp RJ
Nada contra diários. Eu também tenho o meu – e está online, com link bem no alto da barra do Ladybug. Quem quiser, acha. A questão da liberdade não é de gênero, por definição, mas a gente quer, sim, conversar sobre isso lá na Oca, no dia 30.

Então convido todas para – enquanto preparam quitutes, inventam brindes e brincadeiras, twittam e blogam – pensarem no que é liberdade na rede. Leiam, façam buscas.

Fontes para vocês:

Acho que a gente também pode aproveitar para pensar em como manter a confiança e o respeito às diferenças num grupo que só faz crescer, chamado LuluzinhaCamp.

Como diz a minha xará Malla: Tudo de bom sempre.

Rede Mapfre Mulher: só tem Luluzinha!

Orgulho pouco é bobagem. Eu tenho o maior orgulho das Luluzinhas blogueiras (e das que estão a caminho também). E o recém inaugurado Clube Mapfre Mulher é um exemplo da nossa excelência:

Babi Franzin, por Mr. Boombust

Babi Franzin, por Mr. Boombust

Babi Franzin, que adora carros e velocidade está no Salto Auto

Gabriela Bia por Lili Ferrari

Gabriela Bia por Lili Ferrari

Gabriela Bia, a nossa especialista em grana, está no Bolso da Saia

Gabi Bianco por MaWa

Gabi Bianco por MaWa

Gabi Bianco, sensacional e maravilhosa, organizadora de plantão, está no Bem Vinda

Lili Ferrari, a bela

Lili Ferrari, a bela

Lili Ferrari, super antenada, dá suas dicas no Viva Bela.

Temos o maior orgulho das nossas mulheres batalhadoras, sensacionais e maravilhosas. E a gente linka!

Sucesso, meninas, sucesso.

P.S.: teve uma coisa que não gostei no projeto: queria ler todo mundo junto ao mesmo tempo agora… Não dá. Tive que assinar feed por feed. Não seria mais bacana agregar todos os blogs? Ou a idéia não é esta?

Imagens do Flickr do LuluzinhaCamp; exceto Babi Franzin, que não se deixa fotografar. Foto do Mr. Boombust.

Luluzinha indica: Na Sala do Tatá

O Luiz Chagas, meu amigo guitarrista, continua a mandar muito bem nas suas NEPONEWS. Hoje ele indicou para a gente um videocast que eu ainda não conhecia, o Na Sala do Tatá, produzido pela Enxame.TV. Conversamos rápido, por e-mail. E você vai conhecer toda a história. A dica? Antes assista ao programa com o Maurício Fleury e a Tulipa Ruiz, que já apresentamos a vocês aqui no blog.

Veja o depoimento livre, leve e solto do Artur Louback, diretor e idealizador do programa:

O “Na Sala do Tatá” foi juma ideia minha em parceria com o Ronaldo Evangelista – jornalista, crítico de música (Folha, Bizz, Jazz+, Trip…), DJ, ex-curador da programação musical do StudioSP, produtor da YB…e personagem/apresentador do “Na Sala do Tatá”.

O Ronaldo é meu amigo e há tempos que falávamos que existia uma nova onda de músicos brasileiros que não estava sendo registrada devidamente. Na época que começamos a falar sobre isso mais a sério, o Ronaldo selecionava novos músicos para abrir as noites do StudioSP, em uma faixa de shows chamada “Cedo e Sentado”. Ali a gente teve contato com muita gente nova e boa e notamos que há um movimento de encontro entre elas…muitos já se juntam naturalmente e, quando isso não acontece, adoram quando alguém faz a ponte entre um e outro. E me dei conta de que o Tatá, devido à simpatia, generosidade e musicalidade eclética, é o meio do caminho entre muitos dos caminhos tomados pelos músicos dessa nova música brasileira.

Então juntei essa ideia com um vídeo gravado no auge do hippismo do Caetano Velloso, em que ele recebe o Chico Buarque na sala de casa para bater papo e “fazer um som”.

Eu e o Ronaldo pensamos então: “É isso: o Tatá recebe os novos músicos na sala da casa dele!”. Não existe nada parecido por aí e tem um monte de artistas novos que, além de talentos, tem coisas boas para falar. Mas o Tatá não se sentia seguro sozinho, temia não saber o que falar com as pessoas, enfim…por isso entrou o Ronaldo, um jornalista, pra catalisar os papos quando o silêncio constrangedor tomar conta do encontro.

Dito tudo isso, vou ser direto com as suas perguntas:

Como vocês selecionam os convidados?

Antes de gravar o primeiro programa eu e o Ronaldo fizemos uma lista enorme de duplas de convidados. Alguns dias antes, falamos com alguns deles e, de acordo com a disponibilidade, fechamos. Na verdade, contamos com a empolgação deles também… se não se mostrarem muito interessados no momento em que chamamos, não insistimos, porque buscamos uma parceria que agrade a todos…afinal, ninguém ganha dinheiro com o programa e não temos uma orientação “jornalística” de ser “quentes”, responder a alguma efeméride…enfim…é mais registro do que notícia.

Qual a frequência do programa?

O enxame.tv não se propõe a ter uma frequência rigorosa, afinal nenhum dos videopodcasts tem uma grade de programação fixa (a internet possibilita isso) e por enquanto não ganhamos dinheiro com eles. Ou seja, gravamos quando podemos. Mas gostaríamos de conseguir colocar um bloco por semana, como já acontece com alguns videopodcasts do enxame.

E os seus objetivos? Só entra mesmo músico independente ou haverá exceções?

Meu objetivo principal é ter a produção musical novíssima em folha registrada. Pra você ter uma ideia, a maior parte das músicas que apresentamos nesses três encontros que já foram ao ar são inéditas, nunca foram gravadas e, na maior parte dos casos, não há registro em nenhum lugar – são músicas que eles compõem, tocam em shows, tocam nos encontros com os amigos, mas muitas vezes não chegam a gravar.

E não há orientação quanto ao status dos músicos. Todos são muito bem vindos, deste que se sintam motivados a estar lá e dispostos a conversar e tocar livremente. Se o Caetano e o Chico quiserem fazer o próximo encontro lá no apartamento do Tatá, estaremos lá os esperando de braços abertos.

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Outubro Rosa 2014

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