Para as Luluzinhas ficarem lindas!

Para ganhar um dos dois kits Puket que a Privalia ofereceu para o LuluzinhaCamp é fácil: mande seu twitt ou post sobre lingerie. Vamos escolher as mais criativas e sortear os dois kits entre elas.
kit 1 da Puket

kit 2 da Puket

Prontas? O concurso está no ar até dia 18 de fevereiro às 22h – para vocês aproveitarem o Carnaval e soltarem a imaginação.

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Resultado da Promoção Kama Sutra

Não foi fácil! Da próxima vez vou escolher sorteio em vez de melhor resposta. Entre as 50 pessoas (vários homens) que responderam, havia dez respostas sensacionais de boas. Mesmo. Duro foi escolher os três ganhadores.

As eleitas:

Para a casa da sogra. Não para usar com ela.. Mas para animar a casa. – Marlene Dualibi

Pra dentro da minha essência na cama! – Gabriel Marques Pinheiro

Para a sala de espera do ginecologista!!! Nunca vi um lugar pra mulherada se queixar tanto de sexo quanto lá… rs. Enquanto a mulherada reclama eu vou só me reciclando, abstraindo o buzuzummmm no ouvido. Putz! – Beth Vieira

Parabéns! Já mandamos e-mails para vocês. Quem não responder em 3 dias (até sexta, dia 5 de fevereiro), será desclassificado, ok?

LuluzinhaCamp bacana marca o dia 4 na Campus Party


Dia 29 de janeiro. Depois do encontrinho micro na quarta-feira, as Luluzinhas fizeram um encontro bacana na área do CampusForum, com patrocínio do Blogo, logo depois da inspiradíssima palestra do Larry Lessig. O trecho que gravei está aí para vocês curtirem. Se quiserem legenda, peçam nos comentários que eu produzo lá no DotSub. 😀

Este segundo encontrinho lá foi muito melhor que o primeiro. Mais mulheres, histórias divertidas. E não há preço para os rostos dos homens que, claro, nos cercaram – com nossa permissão. Ale Ferreira fez matéria lá, com a história da Mariana Bonfim; as risadas foram boas e, para completar, tive a oportunidade de perguntar às Luluzinhas presentes o que acham de a gente criar um espaço bacana no blog para distribuir e mostrar a sua produção na rede. Sim. Uma área reservada para seus posts, pensamentos e fotos na home do nosso blog. Por lá, a idéia foi muito bem aceita. E vocês, que não foram, o que acham?

Claro que teve roda de presentes, oferecidos pelo Blogo, pela Gringo e pela Procter&Gamble. Desta vez eu passei a farra pra frente e só fiquei me divertindo. Muito bom delegar, aconselho a experiência a todas.

Para quem quer mais fotos, temos várias publicadas no Twitpic: BrunaBites; Mariana Bonfim – quem mais tiver fotos, avisa nos comentários, por favor?

Campus Party – dia 2, LuluzinhaCamp1

Logo que cheguei ao Centro de Exposições hoje, o Nick Ellis me perguntou: você sabe quantas mulheres vieram este ano? Como eu não tinha a menor idéia, pedi a resposta ao Sérgio Amadeu. Segundo o coordenador de conteúdos da Campus Party. Balanço total: na edição de 2008, quando fomos três mil campuseiros, havia 10% de mulheres (umas 300). Em 2009, segundo Amadeu, foram 20% em seis mil inscritos (1.200). Este ano, somos 25% – mas o número de inscritos cresceu exponencialmente – somos seis mil só entre os que acampam e tem muita gente no vai e volta para casa, pro hotel, etc. (depois faço update com os números absolutos).

Como já contei lá no Ladybug, o evento está muito maior. Mais organizado e um tanto mais confortável. E hoje tivemos o nosso primeiro LuluzinhaCamp FlashCampusParty! Presentes: @lilianeferrari, @elimafra, @meninaquejoga, @crisvilasboas, @francineemilia, @claudiamello, @viviane e gente nova cujo nome neste instante me escapa (vocês têm direito a reclamar nos comentários). O melhor de tudo foi compartilharmos as descobertas feitas aqui.

Francine, aquartelada no local, conta que o pior de tudo é a hora do banho. Os containers – com exceção de um – estão nivelados de forma errada e a água, em vez de correr para o ralo vai para o lado errado. Além disso, Francine nos contou que, exceto blogueiros e gamers, os moços não são exatamente simpáticos com as mulheres. Não é à toa que o número de mulheres não aumenta mais, ela avisa.Respeito é bom e todo mundo gosta.

Durante a tarde já tinha acontecido uma coisa engraçada. Enquanto eu conversava com a Bia Granja, da Pix, sobre as mulheres na Cparty – sim, este foi o tema do dia, por conta do debate que rolou na área de Exposições, do qual a Liliane participou – a Tatiana, que fazia uma palestra na área de software livre sobre o uso do 3D para aplicações práticas (que foi bem bacana) fazia uma piada com o cor de rosa que apareceu na sua apresentação transfigurada pelo projetor. “Está cor de rosa para compensar a falta de mulheres”. Sim, falta mulher nas comunidades de software livre, robótica e modding.

Para fechar a noite, Silvio Tanaka, Fernando Mafra, Otubo e outros fotógrafos nos surpreenderam com o projeto aleatório “CampusBabe” inspirado no FlickrBabe. No blog, as campuseiras serão retratadas pelos mestres das lentes. Claro que a gente se divertiu muito com a graça.

Como nem tudo é alegria, amanhã é dia sério e de muito trabalho. Às 15h45 começa, no CampusBlog, o debate O Direito e a Internet, mesa da qual participará a @ladyrasta e que servirá de plataforma para lançarmos a Rede de Proteção aos Blogueiros. É um passo importante para a gente começar a se defender melhor e criar agendas próprias, em vez de reagir a processos, ações e notificações extrajudiciais. Conto com todas as Luluzinhas – presentes e distantes – para debater esta questão. Prometo updates no twitter durante toda a história, combinado?

Alerta: sexta-feira no meio da tarde vamos fazer outro LuluzinhaCamp surpresa. Preparem seus corações, histórias e câmeras.

foto: amfdesigner, em cc

Luluzinhas indignadas com a magreza

Hoje é um dia especial. Tudo começou com uma notícia da Folha Online sobre a magreza das modelos nas semanas de moda. As Luluzinhas Gabi Bianco, Ana Paula Marques e Renata Correa não deixaram por menos: foram aos teclados e clamam por razão em meio à loucura. A história da distorção dos corpos atravessa a indústria da moda feminina desde sempre… Me veio, em meio à discussão, uma cena linda do filme Duquesa, em que a personagem diz ao marido: “Desenho meus vestidos porque é a única forma de expressão que tenho”. A história da Duquesa de Lankashire acontece em 1774, com corpetes, anquinhas e muito aperto…

Em 2010, ainda lutamos contra o estereótipo. E sofremos com os editoriais de moda e o bombardeio de imagens que não relutam em usar mulheres-palito para mostrar coleções. No Brasil, para mim, o mais grave é a falta de respeito a qualquer padronização de tamanho. O que é 40 ali é 38 pela ABNT – que, sim, fez uma norma técnica para tentar colocar ordem na gaiola das loucas, mas fala sozinha. E o fato de ser desconsiderado que a maior parte de nossa população é negra ou mulata. E o fato de que existem mulheres de todos os tamanhos, formas e cores. E a reincidente tentativa, principalmente na indústria da moda, de homogeneizar as pessoas.

Nenhum estilista da São Paulo Fecha o Vick (meu apelido especial para o ordálio da moda) pensa em diferença. Eles querem é ganhar dinheiro, criar glamour, enfeitar o mundo. Válido, lindo, tudo certo. Só que no altar da beleza os carneiros sacrificados são meninas. Ao ver as imagens dos esqueletos desfilando – esqueletos são belos, como tudo no humano o é – imaginei o impacto disso nas iniciantes e aspirantes. Ser modelo é uma profissão dura, exigente. E os selecionadores passam dos limites.

Imaginem que esta escriba tem 1,80m e pesa 64 kg depois de muita luta porque estava no limite da anorexia. Sim, eu precisei lutar para engordar e a salvação foram os carboidratos reforçados antes de dormir. Não, não tenham inveja. Comer é uma delícia, uma das melhores coisas na vida. Adoro boa comida, saladas, frutas, legumes, massas, as coisas boas que a Cozinha da Matilde nos oferece. Confesso que não como muita carne, mas é mais preferência pessoal do que qualquer outra crença. Fui educada assim.

Evitar a magreza extrema, promover a saúde e o bem-estar é o objetivo de estar no mundo, de ser bonito, de viver. A vida é dura, sim, e costuma piorar com o tempo. O que será destas moças magérrimas? Bloguemos, então. Falem o que acham do assunto. E pensem: como é que vocês vão construir suas auto-imagens? Olhando para estas modelos ou vendo a si mesmas? Eu vejo, no Luluzinha, mulheres que pensam, que se reúnem, que têm bom gosto e valor suficiente para evitar a vala comum do que é “tendência”. Mulheres que realmente fazem a diferença.

E fazer a diferença, neste caso, significa mandar estas marcas cheias de “valor” caçar sapo na lagoa e ir atrás das marcas que valorizam todos os tamanhos e cores de mulher. #prontofalei!

Aproveitem e assistam à ótima matéria que a TV Vírgula fez sobre o assunto.
Virgula.com

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