Faxina básica no LuluzinhaCamp [Desafio21]

Então hoje começa o Desafio 21 de dona Nospheratt. Avisei que este ano vou participar com o LuluzinhaCamp porque há outras coisas acontecendo no Ladybug. E o Luluzinha merece tratamento VIP, não é mesmo? Então mesmo com o finalzinho da blogagem coletiva #portrasdobiquini, arregacei as mangas e trabalhei!

Detalhe sórdido: justo hoje, que é o dia de mais trabalho, a internet resolveu ficar ruim… 🙁

Checar links quebrados: Usei o Xenu’s Link Sleuth (TM) para achar os links quebrados. Faça isso sempre no seu blog! Arranquei montanhas de links de blogs que já fecharam, editei endereços e, confesso, usei o Outbound para dar nofollow em todos os grandes veículos de comunicação.

Páginas de erro – Nunca tinha entrado no Webmasters para o LuluzinhaCamp… O site não estava nem mesmo verificado! O.O Então foi a hora da verdade. O relatório: 41 páginas de erro. Não entendo: arrumei todos os links que eram daqui (tem erro que vem de fora), mas lá não mudou nadica! Descobri o porquê: muitos dos links não encontrados estão em comentários. Tristeza ver que muita gente parou de escrever. Aproveitei, isso sim, pra mandar um sitemap pro Google, que ainda não estava por lá.

Limpar as tranqueiras (plug-ins e widgets que não são usados): deletei todos dez plug-ins inativos ou não utilizados. Haviam três atualizações. E troquei o Platinum SEO pelo do WP-SEO do Yoast, que vi no Mamografia é Vida mês passado e é MUITO mais interessante (sem contar que ele já tinha feito o sitemap).

Corrigir e realocar scripts: ble, o código do Flickr na home não estava funcionando – provavelmente há muito tempo… Claro né? A desligada aqui está usando uma outra conta e não atualizou. Corrigindo! Mesmo assim parece que há um problema de plugin… corre @lufreitas, corre!

Detalhes do layout: Tá tudo certinho. Mas o blog tem umas questões de navegação importantes. Talvez redesenhar (de novo). 😉

As cicatrizes do câncer por David Jay

Elas são jovens, como a nossa querida @AneNinoLopes. São norte-americanas de todo tipo, cor – e nada é cor de rosa, apesar da beleza das fotos. Com a tagline “câncer de mama não é uma fita rosa”, o fotógrafo David Jay fez uma série de grandes retratos da realidade do câncer de mama entre as mulheres jovens. É o The Scar Project, lindo, emocionante, um jeito de despertar a consciência de forma eficiente e direta. Olhando para estas fotos você vai continuar a ignorar a realidade?

Nas palavras dele mesmo:

Para estas jovens, o retrato pareceu significar sua vitória pessoal sobre esta terrível doença. As ajudou a reconquistar sua feminilidade, sexualidade, identidade e poder, depois de perderem parte delas. Através destas simples fotografias elas conseguiram alguma aceitação do que aconteceu com elas e a potência para seguir em frente com orgulho.

Com vocês, fotos sensacionais do The Scar Project.

A dica veio da Gabi Bianco, lá no nosso grupo de discussão.

Como dona Alba descobriu e venceu o câncer de mama

dona Alba e Adriana, Férias 2011

Dona Alba e Adriana, nas férias de 2011


Em outubro de 1999 recebemos aquela que parecia ser a pior notícia de nossas vidas, minha mãe, então com 64 anos foi diagnosticada com carcinoma mamário, o temível câncer de mama. Naquela época não tínhamos muitas informações sobre a doença e ficamos muito preocupados com o desenvolvimento de tudo aquilo.

Minha mãe fazia exames regulares, havia feito uma cirurgia de redução das mamas dois anos antes e não sentia nada que a fizesse sequer imaginar o que estava por vir.

Mas a médica havia sido categórica, a cirurgia se fazia necessária e urgente. Foi marcada então para o dia 25 de outubro daquele ano e minha mãe sempre serena pareceu desabar.

Ela sempre foi muito fechada e nunca conversávamos muito sobre o assunto, mas eu sabia que aquela notícia a havia tirado o chão.
No dia marcado estávamos lá, eu e ela. Minha irmã com duas filhas pequenas em casa, aguardava ansiosa por notícias.

A cirurgia transcorreu super bem, mas a suspeita se confirmou o processo cirúrgico adotado foi a quadrantectomia e minha mãe já saiu do hospital com as sessões de radioterapia agendadas. Foram muitas. E dolorosas. As queimaduras na pele eram visíveis e a cicatrização muito demorada.

Após todas essas sessões, novos exames e um novo diagnóstico, seria necessário continuar o tratamento com quimioterapia. Esta foi a pior notícia após a cirurgia. A preocupação da vaidosa Dona Alba era com os cabelos e o que a quimio poderia fazer com eles. Mas não havia alternativa e lá fomos nós enfrentar sessões intermináveis de um tratamento altamente agressivo.

Foi uma fase muito ruim, pra minha mãe que sofria horrores após cada sessão e pra mim, que sofria junto com ela, pois não havia nada que eu pudesse fazer a não ser emprestar minha presença.

Após tudo isso a boa notícia, não havia mais sinais das células cancerígenas, mas os exames seriam feitos a cada mês, três meses, seis meses e por fim anualmente. Durante 5 anos o período é chamado de remissão, onde o paciente não apresenta nenhuma célula cancerígena, mas ainda não é considerado curado.

Hoje, 12 anos após o diagnóstico e cirurgia minha mãe pode ser considerada curada pela medicina, mas eu a considero uma vencedora! Ela lutou a cada dia para que o diagnóstico negativo não fosse impedimento para que ela continuasse vivendo. Ela é meu maior exemplo.

Porque tudo isso aconteceu eu faço mamografias regulares desde os 30 anos. E todo ano minha mãe me liga pra me lembrar do meu compromisso com o exame.

Hoje ela está com 76 anos e super saudável. Viaja todos os anos e aproveita a vida da melhor maneira possível, mas nunca esquece de tudo que passou e tem certeza que se não fosse o diagnóstico precoce, a história seria outra.

P.S.: e após tantas sessões de quimio os cabelos da minha mãe não cairam… no final eu não sei se ela estava mais feliz pelo fim da doença ou por não ter ficado careca… rsrsrs

O diagnóstico de câncer, embora assustador, é básico para o processo de conhecimento da doença e do tratamento que o paciente necessita para curar-se. E o processo ensina muita gente a aceitar o problema e lutar pela vida. (http://www.vidaintegral.com.br/noticias.php?noticiaid=316)

Encontro das Blogueiras Feministas

Feministas
O cartaz do encontro, feito por Dani Hasse.

Sábado, dia 22 de outubro, tive o prazer de ir ao 1º Encontro das Blogueiras Feministas. O encontro, fechado para quem é da lista de discussão, me acolheu lindamente. Foi um dia intenso, marcado por duas discussões: As mulheres na comunicação e Feminismo é política.

Primeira coisa: orgulho de ver o modelo que a gente construiu no LuluzinhaCamp funcionar para outras coisas. Sim, o encontro foi organizado pelo grupo, cada uma com a sua função, para acolher quem pôde comparecer. A questão é outra, mas a mulherada continua mostrando que, em matéria de organização é nota mil.

Segundo orgulho: saber que um grupo organizado de blogueiras consegue estar presente em muitos lugares, representar as necessidades da mulher e falar das nossas necessidades. Sim, porque são as feministas, ao fim e ao cabo, que lutam pelos nossos direitos – todos eles, da igualdade de salários à legalização do aborto, passando pelo enfrentamento à violência doméstica. Quem torce o nariz ao feminismo como movimento, acaba dando as costas a questões fundamentais para o bem estar da mulher.

Foi um dia intenso, de encontrar quem só conhecia da interwebs (oi, @fabianamontroni!) e reencontrar muitas queridas (né, Francine Emília?). Os painéis foram bacanas, intensos e bastante debate e questionamento.

Pessoalmente, fiquei muito ranzinza depois do encontro – quem segurou o rojão foi a Denise Rangel, que estava hospedada comigo. Afinal, política tem este efeito: mau humor sem fim. E fica a consciência de que a gente tem que falar sempre, participar mais e fazer tudo o que for possível. Haja humanidade para ser mulher.

Quando um blog cresce e aparece: Planejando meu Casamento

Cintia Costa, por Lidi Faria, em CC (foto num LuluzinhaCamp SP)

Cintia Costa, por Lidi Faria, em CC (foto num LuluzinhaCamp SP)

Conheci a Cintia Costa no primeiro LuluzinhaCamp. Sabia pouco desta moça: que era jornalista e ia casar. Logo no primeiro evento, em meio ao furdúncio reinante, à muvuca dos mil encontros e da alegria, chegou aquela moça bonita com um lindo bolo. Quando eu falo lindo, minha gente, acreditem: era lindo de viver, como diz a Denize. Melhor: era delicioso, não sobrou nada pra contar história.

Nestes últimos três anos, aconteceu o que é praxe: a gente ficou amiga. Vi o Planejando meu Casamento, virar livro – e ser lançado com pompa e circunstância no Terraço Daslu, lugar phyno. A Cintia casou e agora também tem o Recém Casada, onde conta as aventuras com o maridão, a casa, a cozinha. Pensa que é muito? É nada. Ela acha tempo pra soltar o verbo no seu blog pessoal e ainda colabora com um outro só de sapatos… 🙂

A paixão que a Cintia tem por casamento é coisa de outro mundo. E agora ela inventou o Desconto para Casamento. Sim, um clube de compras muito específico. Os amigos internéticos à beira do altar, como o Marco Gomes e a Talita Ribeiro, adoraram a ideia. Os que estão planejando também curtiram muito a novidade. Então eu abusei da amizade e, em plena sexta-feira, mandei umas perguntinhas para a Cintia responder.

Para entender direitinho como funciona o clube, clique no link do Desconto para Casamento.

Como surgiu a ideia?

Todas temos acompanhado a febre que os clubes de compra coletiva se tornaram nos últimos meses! Descontos arrasadores, preços imperdíveis. Desde muito antes desse modelo de negócios surgir, as noivas tem o costume de fazer “rodadas de desconto”, em que se juntam para comprar no “atacado” itens de casamento, como lembrancinhas e sandálias personalizadas para pista de dança, e conseguir preços melhores. Isso tudo de maneira amadora, trocando informações pessoais em comunidades de Orkut, grupos de e-mail e blogs de noivas.

O Planejando Meu Casamento, que sempre teve como missão ajudar as noivas a fazerem casamentos econômicos, sem estourar o orçamento nem criar dívidas, não poderia ignorar esse fenômeno.

O que fiz foi trazer o modelo de site de compra coletiva para um mercado que já está acostumado a batalhar os próprios descontos, facilitando essa relação entre noiva e fornecedor.

É um nicho super promissor: são noivas que tem poder de compra, uma verba na mão e uma data limite para gastar. Ano passado, o mercado de casamentos movimentou R$ 10 bilhões no Brasil!

Você está gerenciando tudo sozinha?

Não! Sou jornalista e trabalho com marketing digital e mídias sociais. Foi com esse currículo que criei uma plataforma de conteúdo com fortes raízes em redes sociais. Chegou a hora de dar um passo adiante e o Planejando Meu Casamento agora é uma plataforma de conteúdo e de serviços. Para isso, a família Planejando Meu Casamento precisou crescer e incorporar novos sócios, com expertise em comercial, design e novos negócios!

Você fez o coquetel semana passada, mas o projeto já está no ar há algum tempo. Como está a adesão?

Está sendo muito bacana! Nesses três anos de vida, o Planejando Meu Casamento formou uma comunidade de noivas em torno de si. São noivas que gostam de interagir. Elas mandam perguntas, esclarecem as dúvidas umas das outras, dão sugestões… Quando anunciei os planos de partir para a compra coletiva, a reação foi super positiva! Na semana do lançamento, recebi muitos e-mails de noivas de diferentes partes do Brasil pedindo para incluir suas cidades nos nossos planos!

Já temos um mailing de 70 mil noivas, além das 250 mil que acessam o site mensalmente.

O que elas mais querem comprar?

Elas tem um super interesse em comprar produtos como bem-casados, lembrancinhas e outros itens pequenos que precisam comprar em grande quantidade. Também sentimos um interesse delas em contratar serviços de casamento que, normalmente, estariam fora de seu poder aquisitivo, mas, com um desconto bacana, se tornam acessíveis. Um serviço fotográfico diferente, um Dia da Noiva mais completo e por aí vai!

Você se compromete a “garantir que o produto ou serviço vendido seja entregue corretamente para você, noivinha.” A responsabilidade é enorme!

A responsabilidade é mesmo enorme! O segredo é uma boa negociação com o fornecedor. Na hora de fechar o negócio, impomos regras rígidas de qualidade de atendimento e entrega do produto ou serviço, e já conversamos com antecedência sobre capacidade de atendimento e vendas, para não correr o risco de um fornecedor vender mais do que pode e não dar conta do recado depois!

Como é a experiência de empreender? Quais são os riscos?

Acho a experiência super empolgante. São tantas as expectativas! Tem sempre o risco de não dar certo, aquele frio na barriga, sabe? Mas estou confiante. A demanda por este serviço existe e este é o primeiro clube de compra coletiva de casamento profissional, com a vantagem de ter nascido de uma comunidade 2.0 de noivas. Tem tudo para dar certo! E o Planejando Meu Casamento, como tudo de bom que a internet tem, está em versão beta permanente. Ou seja, estamos sempre buscando entender o que o usuário quer e precisa para melhorar a experiência no site. Estamos sempre “em obras” para melhorar, nunca parados!

Pronto, nasceu mais uma empreendedora! Sucesso, Cintia!

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