Luluzinhas indicam: Filha, mãe, avó e puta

Puta finalDiretamente do site da Editora Objetiva, só pra avisar: tem lançamento do livro esta semana em São Paulo e no Rio:

Sampa: 27 de abril, às 19 horas na Livraria da Vila – Al. Lorena, 1731, Jardins.

Rio: 29 de abril, às 19 horas, na Livraria da Travessa – R. Visconde de Pirajá, 572.

Quando decidiu virar prostituta, no início dos anos 70, Gabriela Leite estudava Filosofia na USP, curso para o qual havia passado em segundo lugar. Ex-aluna dos melhores colégios paulistanos, leitora de Machado de Assis, Sérgio Buarque de Holanda e Gilberto Freyre, tinha um emprego de secretária e morava com a mãe. Foi observando a rotina das mulheres que trabalhavam nas boates próximas aos barzinhos que freqüentava nos arredores da faculdade – nos quais chegou a dividir mesas com o dramaturgo Plínio Marcos, o compositor Chico Buarque e o diretor teatral Zé Celso Martinez Corrêa –, que Gabriela sentiu-se atraída por aquele universo. Movida pela “curiosidade e pelo desejo de uma revolução pessoal”, optou pela vida de prostituta do baixo meretrício, que assumiu sem qualquer constrangimento.

Neste livro, Gabriela conta em detalhes sua surpreendente trajetória, que culminou com a criação da famosa marca de roupas Daspu e da ONG DaVida, símbolos hoje reconhecidos internacionalmente pelo trabalho irreverente e ousado na luta contra o preconceito e a discriminação da classe. Com franqueza e coragem, a autora fala de todos os tabus que povoam e aguçam a curiosidade do imaginário coletivo em torno da rotina das prostitutas. As fantasias sexuais dos clientes, o contato forçado com o sadomasoquismo, a relação com homens casados e cafetões, o uso de drogas como atenuante da rotina, a repulsa a clientes, orgasmo, tudo isso é abordado pela autora com absoluta naturalidade.

Filha de um crupiê e de uma dona de casa de classe média, aluna dos melhores colégios públicos paulistanos, Gabriela conta que encontrou uma vida bem diferente daquela que imaginava quando decidiu ser prostituta. Desde quando começou a receber os primeiros clientes em 1973, num quartinho apertado na Boca do Lixo de São Paulo, até sua chegada à Vila Mimosa, famosa zona de prostituição carioca onde morou por mais de dez anos, a autora passou por momentos de perda e solidão e teve que encarar seus próprios preconceitos.

“O maior preconceito é porque trabalhamos com sexo. Sexo é o grande problema, é o grande interdito das pessoas. E nós trabalhamos, fundamentalmente, com fantasia sexual, esse é o verdadeiro motivo da existência da prostituição. É um campo imenso. É uma babaquice dizer que só puta vende o corpo! E vender sua cabeça, quanto custa? O operário vender seu braço, quanto custa? Todo mundo vende sua força de trabalho, que está com seu corpo. Existe uma tendência de alguns estudiosos de se declararem a favor das prostitutas e contra a prostituição. Um contra-senso geral e total”, diz Gabriela.

Gabriela defende com sua ONG o reconhecimento da prostituição como profissão. É casada com o jornalista Flavio Lenz, irmão da poeta Ana Cristina César.

LuluzinhaCamp por Luluzinhas #prontofalamos

mawa no espelho
foto: Roberta Zouain, Mawa no Espelho, no Flickr do LuluzinhaCamp

Claro que logo depois do último encontro, na véspera do aniversário da Zel (que também é dia da mulher), rolou um conversê danado no nosso grupo de discussão – que aliás, sempre está lá. Entre o vai-e-vem de posts surgiram definições muito interessantes deste work in progress chamado LuluzinhaCamp. Não, o que você vai ler não é um thread inteiro. São trechos (que eu, LuFreitas, considerei os melhores) que nos definem e explicam.

Srta. Bia: já vi vários caras twittando que “as luluzinhas deveriam ter cuidado para não fazer um evento de gênero” ou que “deveriamos ter cuidado para não segregar”. Mas dizer que “nos reunimos para comer brigadeiro” foi a primeira vez que vi.

Algumas pessoas realmente não entendem o que é o espírito do Luluzinha Camp. Mesmo aqui em Brasília, que vão poucas meninas, comparado a RJ e SP, é completamente diferente de um encontro de blogs. E é lógico que é um evento de gênero, ou eles pensam que nos reunimos para se vestir de homens. Homens e Mulheres são diferentes sim, até em eventos de internet.

Maíra Termero: Eles que façam um encontro de bolinhas e parem de mimimi, não?

Roberta Zouain: a do brigadeiro eu realmente nunca tinha visto, mas e’ bem verdade que muita gente acha que a gente ta “segregando” e que nao faz sentido um encontro so de blogueiras – lembro bem de alguns reclamando pra mim e pra lucia em alguns nobs, antes do 1° luluzinhacamp. eles alegavam que nao havia segregacao nos barcamps/blogcamps e que, com isso, a gente criaria mais preconceito. a gente tentava explicar que tinha um mundo de mulheres blogueiras que nao se sentia a vontade em eventos como os blogcamps, e por isso simplesmente nao iam, ou iam e nao abriam a boca. conto nos dedos (de uma mao so, alias) as mulheres que conheci no primeiro barcamp (gabiN e lu entre elas). mas nao adiantou, claro. o que eles nao entendem e’ que o que nos une nem e’ tanto o fato de termos blogs, e mais o fato de sermos mulheres com interesses em comum, *entres eles* blogs e internet. alias, acho que e’ justamente isso que sustenta o “modelo” luluzinha (tamos podendo!): o fato de o assunto nao ser unica e exclusivamente blogs (no caso, os nossos proprios). foi isso, na minha modesta opiniao, que acabou desgastando muito o modelo do blogcamp; nos ultimos que fui tinha muita gente querendo falar do proprio umbigo e pouca gente a fim de realmente conversar e trocar experiencias. eu adoraria ver um evento reunindo todo mundo – bolinhas e luluzinhas – que seguisse mais o modelo luluzinha e menos o blogcamp, mas infelizmente nao consigo ver isso acontecendo no curto prazo. #prontofalei 🙂

Lu Monte: Esse teu desabafo merecia um post no teu blog, Roberta. Assino embaixo.

Aqui, do que menos falamos foi blogs. Rolou papo sobre esportes, gatos, relacionamento, maquiagem, noticiário, tudo. E nada de umbiguismo. Nada de monetização. Nada de estatísticas. Ai, como isso é BOM!

E não temos brigadeiro, mas temos uma torta suflair que nos une, oh, yeah!

Gabi Bianco: O “espírito lulu” não leva em conta pagerank ou a expressão na “meritocracia informal da internet”. A mulherada é mais colaborativa, desejosa de trocar experiencias, mais receptiva…

Eu, que sou despachadíssima, por vezes me sinto reprimida nos encontros de blogueiros. Aquele ambiente cheio de especialistas em SEO, que manjam de programação, que acham facílimo mudar todo o layout… Credo! Nos LLcamp a gente tem nossas especialistas – mas elas são muito mais receptivas!

O gostoso do Luluzinha é mesmo poder falar, poder rir, poder perguntar sem medo de se sentir burrinha.

E se eles se sentem segregados, que vão pro Hooters ver garçonetes pseudo-gostosas… =D

Srta Bia de novo: O fato que eu acho mais lindo no Luluzinha Camp é que a colaboração nasceu de forma espontânea. Essa lista nasceu simplesmente para que pudéssemos organizar quem levaria o que no primeiro Lulu em agosto do ano passado. Desde então a lista virou um mega ponto de encontro de meninas interneteiras.

É super comum em blogcamps as pessoas reclamando que não tinha lanche, que tem que ter camiseta e blá blá blá, aposto que pouquíssimas pessoas levantam a mão para perguntar se os organizadores estão precisando de ajuda. “Colaboração” é a melhor palavra que para mim define os encontros do Luluzinha Camp. E esse espírito colaborativo reflete nas conversas e no carinho que temos umas com as outras. Estamos ali para trocar idéias e não para mostrar quantos pageviews meu blog tem. Estamos ali para divulgar projetos e não para medir o tamanho do meu adsense.

Fiquei hiper mega feliz quando Lu Freitas e Garcia Sales disponibilizaram os selinhos. Estampo meu selinho “eu sou Luluzinha” no blog orgulhosíssima.

Garcia Sales (aka Jujuba, a designer): Ro e Gabi: falaram e disseram!
os camps vao acabar e o luluzinhacamp vai estar lá firme e forte.
Não vou me alongar porque ôo no celular, só digo que esse grupo é genial e me traz motivação monstro na vida fazer parte dele.
Beijos a todas
E as lulus que não estão no ggroup estão perdendo!

Debora Bortoleti: Sabe que eu acho que os homens não aguentam e vem com esse #mimimi?? É que a gente se organiza e vive MUITO BEM (ou melhor) sem eles… o problema é que eles não conseguem fazer o mesmo sem a gente… (minha avó já dizia isso)

E melhor ainda: a-gente-tem-brigadeiro-nos-encontros! UHUU!!

Ah, homens. Que preguiça.

B. Serei apedrejada se eu disser que adoro Analytics, SEO e dicas sobre monetização?

E que senti falta sim no evento do RJ e dei idéia para que tivesse algo assim no próximo?
E adoraria recebê-las de meninas que sacam TUDO do assunto e não se importariam em compartilhar com as que não sacam NADA?
Sorry, mas acho que tem Lulu pra tudo né? A Rachel Barbosa, do RJ, fez um post bem legal sobre mulheres que não se matam por um rímel da Lancôme (nada contra). Estou falando isso só pra ilustrar a diversidade das mulheres que vão ao evento e como todas conseguem conviver em harmonia.
Portanto, fica a dica, pelo menos aqui no RJ se tiver no próximo evento coisas mais específicas, oficinas para blogs. Eu amaria sim!!!!
Tão gostoso quanto trocar receitas e falar de artigos de sexshops (e eu adoro isso, hein?) é me informar adequadamente, com alguém que não faz aquela cara irritada quando eu comento que não entendi pela décima vez… risos (meu sócio odeia, quando tico e teco entram em curto).
LuFreitas: B, o correto é que no Luluzinha exista espaço inclusive pra conversar sobre SEO, layout, programação. Aqui em Sampa já rolou e continuará a rolar, sempre que for solicitado.
O nosso evento aqui é bem mais anárquico (pelo que vi nas fotos) do que o que vocês fizeram por aí. coisas de lufreitas, que abre a casa e deixa todo mundo à vontade.
Aqui não tem crachá – tem etiqueta e não tem problema se descolar 😛
Aqui a gente pela primeira vez fez agenda – só pra se tocar que não rola, atrasa mesmo e a festa é livre e solta
Em tempo: a Lulu fundadora (eu mesma) e as suas comparsas também gostam de nerdices. Temos muitas Luluzinhas nerds (muito lindas inclusivemente) que adoram estes papos – mas detestam o umbiguismo reinante em outros lugares #prontofaleitambém.
Gabi Bianco (de novo): Tão apedrejada quanto se disser que gosta de futebol, ou que é engenheira, ou que não usa maquiagem… ou seja, nada. Luluzinha não apedreja ninguém. (exceto o arcebispo e/ou padrasto pedofilo estuprador)

E SEO e analytics não são crime! Nunca! O que me incomoda é que nos camp normais os meninos muitas vezes se focam nisso como se fosse a única e mais importante coisa que se faz com o blog, sabe? Nao abrem espaço pra falar de nada que não gere visitas ao blog… e como tudo que é excessivo, isso é chato pra burro.

E ó, ninguém se mata por causa de rímel não! O sorteio foi civilizado – embora eu tenha mesmo visto uns olhares assassinos quando eu ganhei o Oscilation…. hehehehehehehehehe
(brincadeira, meninas!)

Taí, pauta pro próximo encontro: conversa sobre ferramentas pro blog. Eu quero também, sou cheia de dúvidas. Quem sabe fazer?

Mel (que iniciou o tópico)

Eu visto a camisa do LuluzinhaCamp onde estou, e quando comentaram comigo que “se reunem pra comer brigadeiro” acho que se a pessoa nao tivesse falado por MSN ela teria ficado que nem Bandit (cachorro do Jonhy Quest)… não pelo comentário, porque este é um pais livre, mas sim pelo preconceito… Aqui demonstramos que mulheres podem, sim, viver em grupos, que não existe revachismo barato como sabemos sim que existe entre eles que tanto se incomodam com os nossos encontros.
E comentando com minha mãe, ela me disse algo que achei fantástico. Homem, por natureza, é um ser inseguro, e quando vê ao seu lado mulheres independentes, modernas, inteligentes, etc. e tal, se unindo em um objetivo  comum vêem seu mundo ficar ameaçado e desandam a criticar, a querer colocar areia.
Do jeito que eles se incomodam com o nosso grupo, dá até a impressão que estamos nos reunindo para Dominar o Mundo.
IMO, em vez disso deveriam aproveitar e pegar a experiência que deu certo, e tentar se organizarem… foi falado algo que nos eventos em geral falta arregaçar a manga e perguntar se precisam de ajuda… e quer exemplo maior que nós Luluzinhas fizemos pro TWESTIVAL? Algum “Bolinha” teve a iniciativa de ir a sua lista de discussão, a seus amigos e pedir HELP? Vimos como o Fê estava correndo com a organização, o patrocinio difícil e lá fomos nós ajudar – e não era um evento so de meninas!!!
Eu ando cansada de tanto #mimimi masculino, de verdade!! Acho que tá na hora deles se mexerem um pouco e pararem de criticar a iniciativa do outro que deu certo!!!
EU AMO SER LULUZINHA e ter vocês como amigas, confidentes, companheiras de risadas e choros!! Vocês sao fantásticas meninas!!!
Cintia Costa: Concordo com a Ro. Eu sempre ia aos Camps e via conversas dominadas por meninos, discutindo monetização, programação e essas coisas, e não me sentia muito parte de tudo isso. Acho que os Luluzinhas são muito mais gostosos. Até porque, não é um encontro de tecnologia. Para mim, é um encontro de relacionamento, de inspiração e de parcerias. E cheio de quitutes gostosinhos!! Os Camps de meninos não tem nem um pãozinho de queijo, coisa mais largada, né… 🙂
Roberta Z. (de novo): ai gente…ta vendo o que eu tava falando? eu ha tempos que me sentia assim, cansada desses eventos. sai de quase todas as listas de discussao que participava, nao tenho mais ido aos outros camps e mesmo no cparty fiquei praticamente so trabalhando ou na area de musica/fotografia. mas nunca tinha falado isso pra ninguem – fora em algumas “conversas de canto”. aqui foi o unico lugar que me senti ‘a vontade pra falar mesmo, sem medo das pedradas. muito bom ver que nao sou a unica a me sentir assim 🙂

nao e’ uma questao de bolinhas x luluzinhas. embora, claro, quando o individuo fica la, manhoso, 3 dias em casa sem levantar a bunda da cama porque diz que esta gripado, enquanto vc trabalha, estuda, cozinha e cuida do individuo gripada (gripe que pegou dele, naturalmente) E com colica, realmente nos de aquela vontade de mandar um “homem nao sabe se virar sozinho mesmo!”. como eu disse, adoraria ver um evento bolinhas + luluzinhas como os nossos, mas isso so vai ser possivel quando entenderem que nao e’ um encontro pra comer brigadeiro (ou pra falar mal do homens, como muitos tambem pensam).

Eli Mafra (aka Mafrinha): Luluzinha camp virou um grupo gigante de amigas. é assim que eu vejo pelo menos.
Onde todas podem ficar a vontade, tanto que minha irmã disse que quer participar do próximo – e já colocou o selinho no blog, diferente de mim, bad mafrinha! Quando na vida a Mafra primogênita ia querer participar de um Barcamp?? Jamé! Por que os assuntos de Barcamp não interessam a ela.
Luluzinha é bom por que tem espaço pra tudo, de monetização a brigadeiro.

Seria legal se um evento de moços e moças funcionasse no mesmo esquema Lulu, não quero que os demais camps acabem, mas os rapazes poderiam entender o espirito colaborativo e o colocarem em pratica.

É engano meu ou o Hooters ano passado não rolou? os meninos miaram, quase ninguém apareceu… coisa assim, não?
O problema é que os meninos mal conseguem se reunir pra tomar cerveja sem fazer confusão, sem se atrasar, sem confundir o bar…
Uma hora eles aprendem, param de criticar e adotam nosso sistema =)

Gabi Nardy: Também concordo com tudo que a Roberta disse. =)

Barcamps e blogcamps deixaram de funcionar aqui no Brasil há algum tempo. O primeiro que teve aqui em sampa (aquele que eu e a Robs nos conhecemos) foi muito bom, mas depois a coisa “degringolou”.

Assim como muitas aqui já disseram, perdi completamente a paciência para esses eventos de pessoas “internéticas”. No começo as pessoas se reuniam para compartilhar conhecimento, conhecer gente nova e interessante, começar projetos, enfim. Eu realmente posso dizer que o primeiro Barcamp SP mudou a minha vida (além da Robs, conheci a Lu Freitas, Aninha Brambilla, Dani Silva, Avório, Kazi, Weno, Bianca Santana e mais um monte de gente que hoje são amigos queridos e ajudaram muito na minha vida profissional).

Nos eventos atuais, como a Robs falou, a maioria está muito mais preocupado em “vender o seu peixe”, em se mostrar fodão, falar que tem o melhor blog, a melhor agência. etc. Tô sem paciência total para essas coisas. A lista da luluzinha é a única que eu participo hoje em dia, assim como o nosso encontro é único que eu não perco por nada. O luluzinhacamp é um encontro para fazer amizades, tocar projetos, compartilhar informações e conhecimento como um dia o barcamp já foi.

É uma pena que os homens não consigam entender isso e reduzam nosso encontro a fofocas e brigadeiro. Mas sabe, não vou chorar por eles.

LuluzinhaCamp: yes, nós temos brigadeiro!

Frufrus da Cozinha da Matilde
Foto: Deh Bortoletti, detalhe da Cozinha da Matilde.

Muito bem, todas as Luluzinhas já se reuniram, conversaram, compartilharam experiências. Lá na Cozinha da Matilde o dia foi pequeno para tanto assunto. Tivemos aula de cozinha, aula de maquiagem, aula de dança do venre, discussão sobre as questões de gênero. Afinal, nossa anfitriã é advogada e militante no movimento feminista.

Tivemos lançamento de blog novinho (que nasceu graças ao Luluzinha e às Deusas), sorteios, manicure, conversa, conversa, conversa. Alguém falou em brigadeiro? Não vi! hehehehe

1º LuluzinhaCampRJ
Foto: Patrícia Haddad

No Rio também foi muito bacana, parece.

@lumonte e @srtabia
Foto: Srta. Bia
Em Brasília, nosso núcleo heróico que está em busca de crescimento, lindos brindes, camisetas fofas, esticaram até as 11 da noite… (o post que conta tudo tá aí embaixo)

Cada grupo fez do seu jeito, organizou o melhor que pôde e, parece, todas chegamos vivas e felizes ao Dia da Mulher.

Já podem anotar aí: o próximo encontro será no dia 6 de junho, para a gente comemorar a semana do meio ambiente. Tem que ser bem verdinho este, né?

Vejam o que já escreveram sobre os encontros :

Quem escreveu sobre a gente:

(se faltar alguém, avisem que a gente atualiza)

LuluzinhaCamp em Brasília – só faltou você!

LuluzinhaCamp-Bsb.

É isso aí: fizemos mais um LuluzinhaCamp delicioso aqui em Brasília. Tivemos o prazer de rever algumas lulus e de conhecer outras, num clima bastante descontraído no Balaio Café!

A Srta. Bia registrou todas as imagens do encontro. Faça uma visitinha ao Flickr e confira!

Em linhas gerais, eis o que tivemos:

E, claro, o principal: muito bate-papo. Conversamos sobre maquiagem, gatos, gastos, remo, o posicionamento da igreja católica no caso da gravidez da menina de 9 anos, a violência contra as mulheres, relacionamentos, tarô e muito mais. Celebramos o feminino, mais uma vez.

Oficialmente, o encontro acabou às sete da noite. Extraoficialmente, foi quase até onze horas, quando fechamos a conta do sushi.

Para ser perfeito, só faltou você, interneteira de Brasília que está aí do outro lado da telinha. Quem sabe no próximo? 😉

LuluzinhaCamp: ativar!

Quarto encontro, minha gente, quarto! Dona Joaninha não tá cabendo em si de orgulho das Luluzinhas, que se auto-organizam, se acertam e resolvem problemas – existentes e inexistentes. Isso vale para todas, inclusive as que não estão a caminho de um dos LuluzinhaCamp que acontecerão amanhã.

Tô orgulhosa da galera do Rio, que faz a sua estréia na nossa festa em grande estilo: 40 mulheres reunidas. Vai ter maquiagem bacanérrima, vai ter doação de roupas e alimentos para quem precisa, vai ter comilança, risada e muito agito em Ipanema (isso foi o que consegui pescar no Twitter…). Tem muito sorteio por lá e a maior alegria aqui em ver mais um “núcleo LuluzinhaCamp nascer”. CarioCats Rulez.

Vou falar também da dupla dinâmica e incansável do Planalto Central. Lu Monte e Srta Bia que já estão a postos para a festança. O núcleo planaltino pode não ser o maior do Brasil, mas elas aproveitam todas as oportunidades – e são politizadas, tão sabendo?

Além do Twitter, vamos tentar criar um canal de vídeo no UStream (à tarde) para que todo mundo possa conversar junto e ver o que está acontecendo nos outros encontros.

Só pra renovar os nossos votos: somos um grupo de mulheres blogueiras e interneteiras, auto-organizado, que se reúne para conversar de tempos em tempos. Quando? No dia e na hora que a nossa veneta manda. No caso, 7 de março, amanhã, sabadão.

O que vai rolar na Cozinha da Matilde, SP?

aviso: não tem que chegar e ficar, pode entrar e sair. e podem trazer crianças que a Liliane Ferrari prometeu de pés juntos que vai fazer atividades com elas.

10h – chegada das Luluzinhas – teremos Jeff, o deus de ébano como host novamente. E livro de presença da dona Raquel Sallaberry, sensacional e linda. Chegou? Coloque uma etiqueta com o seu nome/twitter para que as outras te reconheçam…

A seguir, aconselho que leve as suas comidinhas e bebidas para a área da comilança. E, se vão participar, organizem as suas peças no Bazar de Trocas. Como funciona o Bazar de Trocas? A gente vai estipular um lugar pro Bazar, vocês vão lá, etiquetam as peças (com seus nominhos) e quem tiver interesse as procura para fazer negócio. O tom árabe está dominando o nosso pedaço.

Combinamos no grupo de reunir doações para os cachorrinhos necessitados de Parelheiros. Quem puder, traz ração, comedouro, remédios e o que mais puder para contribuir.

11h30 – Aula de auto-maquiagem. Vocês pediram e a Lancôme atendeu às nossas preces. Eles vão apresentar (exclusivo pra gente) um novo produto. Então às 11h30 em ponto vai começar uma farra: como fazer sua auto-maquiagem, demonstração do produto novo (gente, é sensacional…) e sorteio de maquiagem completa para cinco (CINCO) Luluzinhas.

12h30/16h30 – horário liberado para conversas e farras. Vamos usar a lousa da Cozinha da Matilde para definir os espaços de conversa e os temas. Vocês que estão chegando agora ainda não sabem, mas a história é assim: corre pra lousa, escolhe um dos espaços e chame as amigas para conversar. Ou formem as suas rodinhas… também pode. Num dos horários, já vou avisando que vou exibir o DVD Criança, A Alma do Negócio – que é muito bacana.

No meio do caminho eu vou ter que interromper todas as conversas, vejam que chato – porque a gente tem muitos brindes bacanérrimos para vocês. Penduricos para celular de GabiGaborin; sabonefeeds da Srta Bia, 2 caixas surpresa (eu não sei o que tem dentro, juro) do Celso Júnior; 5 exemplares de Chic[érrimo], da Glória Kalil; 5 exemplares de Mentes Femininas, do Dr. Joel Rennó (eu já comecei a ler e é sensacional); 5 conjuntinhos de crafts FOFOS feitos pela Lu Pimentel de Niterói; 30 ecobags com varais ecológicos oferecidas pela Deh Bortoletti; papertoys foféssimos do souzacampus (Luluzinha; Frida Kahlo; Betty Boop; Carmen Miranda); um mapa energético da Zero Dor (mais consultas rápidas lá no encontro), dois cursos de Educação Financeira no Disop… tem mais surpresinhas… preparem-se para ganhar presentes.

1globe1world

Essa é uma iniciativa internacional que encontrará eco no Luluzinha de São Paulo e também no de Brasília em cada um dos LuluzinhasCamp que acontecem amanhã.

O resumo da ópera é o seguinte: a gente escreve mensagens em balões; as que se referem a coisas legais, a gente solta pelo ar; as que retratam situações que gostaríamos que sumissem da face da Terra são devidamente estouradas. Tudo isso é filmado e enviado para o youtube, como um vídeo-resposta para integrar a campanha (que não tem nenhum interesse comercial ou político por trás).

A explicação em espanhol (e mais detalhada) você lê no site oficial. Já os vídeos, você pode acompanhar pelo canal 1globe1world no youtube.

16h30 – Sorteio surpresa da Lancôme.

17h – Oficina de Dança do Ventre com nossa mestra @hazine. Ela vai sortear alguns discos de música árabe e a sua eleita vai levar para casa (Deusa!) um xale de dança do ventre. Ó!

Tá bom pra vocês ou querem mais? 😉

Para saber o endereço certinho e como chegar, entrem no grupo. Lá a gente dá as dicas, ok?

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