Lá vem uma Ilha Dodô para as mães bacanas

A Ilha Dodô já nasce com jeito de LuluzinhaCamp. Eu já sabia há algum tempo das aventuras da Zel com o seu lado empresária. Para completar, ela chamou a Denize Barros, mestra em design e belezuras para a criação da marca.

A história da marca é criar roupas bacanas para bebês entre zero e 2 anos sem esta bobagem de “é menino ou menina?”. Eu adoro meninas de frufrus – laço de fita não, mas isso é gosto – mas também não curto esta conversa de rosa pras meninas e azul pros meninos. E tô fora da onda princesa…

O resultado entra no ar na quarta-feira, dia 25: Ilha Dodô. Teremos direito, inclusive, a festinha regada a quitutes da Cozinha da Matilde, na Casa Bartira. Aproveitem o feriado em homenagem a Sampa e invadam a festa. Tenho certeza que vão adorar as novidades.

Trechinho do post da Denize sobre o lançamento:

As peças da Ilha Dodô são básicas, com modelagem exaustivamente estudadas para vestir corpinhos de todos os tipos (por enquanto apenas de 0-2 anos), com segurança e praticidade. Não existe distinção de gênero. Mas existe cor e amor aos montes. As estampas, marca e o universo do nosso Dodô, foram desenhadas pelo Marcelo, meu companheiro na CriaReal (e parceiro na vida), sob temas discutidos e desejados pelos nossos clientes, que adoram o universo das ciências, biologia, natureza, games e música. O Weno (ilustrador amigo e querido) também foi convidado a contribuir com duas estampas bacanudas para nossa primeira coleção.

Cada peça criada tem uma historinha pra contar e eu farei isso ao longo do tempo, aqui e também lá no Blog da Ilha Dodô, mostrando para vocês como chegamos em cada resultado, o processo criativo, as dificuldades, os erros e os acertos. Tudo para que vocês saibam que a Ilha Dodô é um produto real, em todos os sentidos.

Então é isso. Semana que vem a loja virtual entra no ar com uma porção de produtos bacanas, fabricados por gente feliz e também outros selecionados de marcas incríveis e igualmente felizes. Espero que vocês gostem, comprem e divulguem entre os amigos e conhecidos. E espero que mais trabalhos lindos como este cheguem na minha vida. Vida longa a Ilha Dodô!

Pro universo conspirar a favor

Sophomore Sucess, c.a.muller, CC-BY-NC-SA

Estamos quase em fevereiro. E aí, você tem colocado em prática as resoluções de Ano Novo? Se já desanimou ou até esqueceu-se delas, não se culpe: com tanta coisa urgente na agenda, a tendência é mesmo adiar objetivos que exijam sacrifício e esforço. “Donde vou tirar mais energia se chego do trabalho com a língua de fora?!”

Responde o senso comum: “Ah, sem esforço e sacrifício a gente não chega a lugar algum!”

Mas será que tem de ser sofrido assim ou essa é uma crença a ser questionada? Porque o que nos leva a algum lugar são nossas atitudes, nossa ação, e não exatamente o sacrifício e o esforço. Não tem gente que deu duro, se esforçou, sacrificou-se, e não saiu do lugar? Sei que soa contraditório, mas esforço excessivo não é garantia de realização.

“Ah, mas eu conheço gente que trabalhou como uma mula, matou um leão por dia, e chegou no topo do Everest!”

Certo, eu também conheço gente assim. Mas o interessante é que pra essas pessoas o sacrifício nem pareceu tão grande. Aliás, nem pareceu sacrifício trabalhar 12 horas por dia, largar o cigarro, emagrecer, economizar, porque elas estavam motivadas pelo querer. Mas não um querer sinônimo de desejo, solto no dia, no mês, na vida, e cheio de senões.

Um querer que vem lá de dentro, quase uma sede. Quando o querer é assim, mente e coração
se alinham, pensamento e emoção fazem um armistício, e a gente passa a curtir o processo – é capaz de virar a noite trabalhando e ainda achar isso divertido e energizante!

Esse estado de espírito traz pra vida algo essencialíssimo: sentido. Não só de direção (“é isto que eu quero!”), mas de significado (“quero isto porque meu olho brilha!”) – e a combinação de direção e significado faz a pessoa acordar feliz e cantar no chuveiro em plena manhã de segunda.

Segredinhos pra querer

É a sua cara? – Pra ser divertido, energizante, dar direção e significado, o objetivo (meta, plano, resolução) tem que ter a sua cara, e pra ter a sua cara é fundamental que você goste dele. Do contrário, tudo o que você fizer pra chegar lá terá a cara pesada da obrigação e bye bye tesão de agir.

Ajuste o foco – Uma coisa é eu decidir emagrecer pra me sentir bem, outra é emagrecer pros zôtros me acharem atraente. Fazer as coisas pautada pela torcida geralmente nos leva a seguir o caminho do senso comum, que diz que pra perder peso é preciso suar na academia, seguir uma dieta rígida, cobrar-se resultados rápidos e passar vontade de tudo… Mas quando decide emagrecer pra se sentir bem é outra história: você terá prazer em escolher pratos mais saudáveis e uma atividade física que seja a sua cara – quem sabe watsu, caminhadas no parque ou biodança. Talvez até a academia, mas aí por opção – o que é libertador!

O que você sente ao ver? – Feche os olhos e projete num telão imaginário um filme 3D da sua vitória. Veja-se magra ou dirigindo o carro novo ou morando na casa dos seus sonhos. Abriu um sorrisão lá de dentro? Se a sensação foi estranha, talvez seja preciso trabalhar crenças limitantes como “não vou conseguir”, “não mereço”, “não sou capaz”. Ou talvez o objetivo não seja tão importante como você imaginou.

O que é importante pra mim? – É fundamental levar isso em conta ao estabelecer um objetivo. Se você não sabe a resposta, comece perguntando se seu objetivo tem a ver com as coisas em que você acredita, seus valores, seus talentos, com quem você quer ser daqui há 10 ou 20 anos. É pra lá que você está caminhando? Se sim, então vai ser muito fácil e estimulante chegar – mesmo que dê trabalho – porque durante o trajeto você sentirá constantemente o sabor da alegria, da criatividade, da motivação e do poder pessoal, e estará atenta às oportunidades. Como se diz, nessa hora “o universo conspira a favor”.

foto: c.a.muller, CC-BY-NC-SA

Um pedido para Babi Maués

A Babi Maués é uma Luluzinha feminista, mulher querida e lutadora. No dia 29 de dezembro seu companheiro, Marcos, sofreu um grave acidente em Alter do Chão no Pará, após mergulhar em um rio. Marcos passou por cirurgia na coluna cervical em Santarém e no momento não corre mais risco de vida. Porém, está paraplégico e sem seguro de saúde precisa muito de ajuda para custear seu tratamento e remoção para São Paulo, onde moram num apartamento de três andares sem escadas.
Em meio a esta situação complicada, emerge a solidariedade. A gente pode ajudar em dinheirinhos (quanto puderem, sempre). Domingo haverá feijoada (convites esgotados) e, em breve, outros eventos para ajudar a nossa dupla dinâmica. Vamos nos unir à campanha. Espalhe, escreva, convoque. A nossa rainha já contou pros seus leitores.

Presente de Natal para o Diapositivo, um blog sensacional

O post de hoje foi escrito há tempos, parte do Desafio 21 Dias: escrever um post como presente de Natal. Luluzinha que é Luluzinha – participa do grupo e dos encontros – com certeza conhece a Gabi Butcher. Mas nem sempre o seu blog.

No Diapositivo, a Gabi tem duas colunas fixas muito bacanas: a 4ª ao meio – publicada toda quarta-feira (duh) e a Duplex, onde ela dá dicas de lugares bacanas. Foi assim que conheci o Tumblr À Gerência, um dos meus preferidos.

Gabi é mais que FotoRecado – uma ideia genial e muito bacana. Ela é fotografia de gastronomia em detalhe, com dicas e resultados de dar água na boca.

Além dos dois posts que acabei de linkar, os meus preferidos:

Corte de Cebola Brunoise – imagens sensacionais, com detalhes técnicos que ajudam a produzir boas fotos.

Os posts de sopas – deusa! O que foi isso? Eu passei um mês fazendo sopa depois das fotos da Gabi (com receitas de Letícia).

A Gabi acha que não sabe escrever. Ela sabe sim – e suas fotos são tudo de bom. Como são o seu melhor, seus posts contam as histórias em imagens com leveza e graça.

Dois exemplos rápidos: o segundo Rolê Garfo & Foco (se você mora em S. Paulo, fique de olho nesta história), é uma delícia; e a prévia do Festival Carne Moída. Duas histórias que ficam muito melhores com as imagens dela. E, sim, os textos da Gabi valem a pena.

Gabi (Andrew e Rebecca): Feliz Natal, queridos. Que vocês passem uma noite mais que feliz e iluminada.

Fechou 2011! Que venha 2012

Todas, LuluzinhaCamp (by @lufreitas)

Hoje, 17 de dezembro de 2011, rolou um encontro (pequenino) aqui em São Paulo. Último do ano. Papo solto, intimista, flutuante… Ah, vá, não preciso explicar, quem já conversou com um grupo de amigas sabe muito bem do que estou falando.

O bacana é que num LuluzinhaCamp não rola só um encontro de amigas. Mesmo sem pauta, o bate-papo foi animado. Começou numa conversa íntima entre quem chegou primeiro e o assunto se expandiu e incluiu quem foi chegando.
Em cartaz, nossos blogs, mídia social, uso de rede, os celulares – havia de um tudo na mesa, das diversas versões com Android ao iPhone, sem esquecer o HTC Ultimate fazendo ótimas demonstrações do Windows Phone.

Sim, todo mundo saiu com presentinho! Sim, a gente riu, conversou, deu mais risadas.

Com isso, encerramos os encontros ao vivo em 2011. Então ficam os votos: entrem em 2012 com os pés direitos na frente, muitos objetivos para conquistar e corações prontinhos para muitas aventuras.

Enquanto isso a farra continua em todos os nossos canais, de acordo com as nossas vontades, possibilidades – e a exaustão típica desta época.

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Outubro Rosa

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