#memedefevereiro

stencil, foto da lanika

Ok, está  atrasado porque o mês já começou. E a gente vai fazer mesmo assim, contando de agora, a programação para fevereiro será:

De 5 a 12: Internet Segura: no último ano, o mal caiu na rede. De blogs hackeados a ataques DDoS; vírus a scams. Crianças navegando com segurança? Dicas de comportamento? Vale tudo.

Entre 13 e 19, nosso tema será São Valentim. Sim, dia 14 é dia dele, e a gente vai falar de amor e outras coisas.

Na última semana, de 20 a 28, o tema será: Quando uma palavra amiga faz a diferença.

Tem blog? Pode entrar na roda. Basta você colocar um link para este post que seus textos serão linkados aqui nos posts falando de cada semana.

Foto: Lanika

 

Os smartphones que as Luluzinhas recomendam

Nesting Dolls

O nosso grupo de discussão (aberto só para mulheres) é um repositório imenso de dicas e indicações. E a gente resolveu que alguns tópicos não vão ficar perdidos por lá. Faremos posts com nossas dicas, reflexões e razões.

Para começar, um item importante em nossas vidas: smartphone. Sim, a gente gosta, indica, pensa nisso.

A pergunta: Quero comprar um celular novo, com câmera, WhatsApp e afins. Indicações? Não quero gastar muito

Primeira coisa antes de mais nada:

  • Qual é o real uso que você vai querer dele?
  • O que você hoje não tem e quer ter?
  • O que você espera do novo aparelho?

Porque o Galaxy SIII é o top de linha da Samsung, equivalente ou até além ao iPhone (segundo nossa fotógrafa de plantão, Gabi Butcher, as câmeras da linha Galaxy são superiores – muito – às do iPhone). Se você pretende usar Google Maps, ter um pequeno computador de bordo na sua mão, “destruí-lo” no sentido de virar do avesso, o S3 é uma boa escolha.
Senão, dentro dos Androids, o Galaxy SII também é uma boa opção – e mais barata – que faz tudo isso. O que vai diferenciar aí é o S-Voice, tipo “a” Siri do iPhone (mas não funciona em português).

Se você só quer ter o Facebook à mão, olhar seus e-mails vez em quando e ter WhatsApp, sem instalar muitas coisas, você compra o Ace, que também é da família Galaxy.

Se você quer algo simples de utilizar, o iPhone também é uma possibilidade. Lembre, porém, que muitos dos Apps que são pagos no iOS, WhatsApp inclusive, são gratuitos no Android, pelo menos por um ano.

Dica 1: A menos que seja fiel a alguma operadora, minha dica é fazer a portabilidade.

Fui cliente da Vivo por 12 anos e não trocava por nada, até que comecei a ter uns problemas com cobranças indevidas de serviços e depois de muita perda de tempo com o atendimento deles, optei por migrar de operadora. Fui para a Claro e ao fazer a portabilidade, me ofereceram um Galaxy S3 pela bagatela de 599 reais, podendo dividir em 3x no cartão.

Como se trata de um aparelho top e por 1/3 do preço nas lojas, abracei a oferta e não me arrependi. O celular é ótimo e estou super feliz, tanto com a operadora quanto com o smartphone.

Réplica: Quero comprar o aparelho independente de trocar de operadora. Alguém sugere um aparelho bacana, sem muito frufru? Vi um Galaxy hoje que só faltava bordar por mais de R$2000 #comoassim?

Dica 2: Todos da Samsung são bons, a principal diferença é a memória interna, que afeta diretamente o funcionamento de apps (whatsapp usa muita memória, por exemplo).

Entendam a memória interna: se eles anunciam 8gb, significa que tem uns 2gb para aplicativos, uns 4gb para músicas/fotos e o restante fica meio “reservado” pro sistema operacional. Mas digo que 2gb para aplicativos tem sido ok para mim. Tenho facebook, twitter, pinterest, whatsapp e um milhão de outras coisas instaladas e rodando bem no S2 Lite. 🙂

Dica 3: Tenho um Samsung Galaxy Bean, que tem projetor. Eu nunca amei tanto um celular na vida, e recomendo muito, ele deve estar na faixa de uns 1700 reais no Mercado Livre, é caro, mas vale a pena.

Eu uso Netflix na parede branca do meu quarto, e ele reproduz os filmes numa resolução perfeita até 55 polegadas – eu sempre uso maior que isso, e é sussa, fica parecendo um RMVB.

E o processamento é maravilhoso, uso muitos aplicativos pesadinhos e ele não trava.

Dica 4: Olha só, tenho um L7, que é um dos tops da LG é ele é bom. Não é o Galaxy S2, mas aguenta superbem o tranco e eu não sou exatamente uma usuária tranquila: exigo maps vez por outra, whatsapp, youtube, vídeo (assistindo aulas de EAD com ele) e música. Tem uma memória interna ótima, de 8Gb, e dos tops é dos mais baratos.

Agooooora, assim, se você tiver 1200 reais (não, não é barato) faça um favor a si mesma e compra o Motorola Razr i. Meu irmão é exatamente um Heavy User e tá feliz DEMAIS com o aparelho. Eu brinquei com ele um pouco e é realmente bacana, com ótima resposta do touchscreen, boa duração de bateria e um processamento bacana (falando em meios detalhes: ele tem um processamento equiparado aos celulares de processamento dualcore, só que o processador é singlecore e só nisso economiza coisa de 30% de bateria).

Dica 5: Comprei meu Motorola Atrix assim também, assinei uma conta na Claro e ganhei o aparelho. É lindo, ótimo, extremamente funcional… Consigo editar programas em c++ com ele.

Dica 6: Indico o Samsung Ace, tela touch, S.O Android, é possível instalar todos os aplicativos que você mencionou. Esta na faixa de R$ 500 a R$ 600. E vale a pena ter um cartão de memória de 16GB.

Dica 7: Comprei há menos de um mês um Samsung Galaxy S2 Lite, também conhecido como i9070 ou Advance. Estou adorando! Antes tinha um Galaxy Ace, mas a memória interna só me dava aborrecimento – nunca consegui deixar o app do Facebook instalado, porque consumia muita memória e eu não recebia mais mensagens nem conseguia atualizar os outros apps. Foi um bom aparelho no começo, mas depois me chateei. (E não adiantava ter cartão de memória,porque alguns aplicativos só são instalados no aparelho).

Sobre o S2 Lite, a memória interna é muuuuito maior (2gb para aplicativos, ao contrário dos 150mb do Ace) e a tela é excelente, grandinha. O melhor foi o preço: paguei 800 reais, menos da metade dos outros celulares de ponta.

Dica 8: É importante ir à loja com todos esses nomes anotados e pedir pra experimentar um por um. Tem também isso da pessoa sentir o aparelho na mão, e ver se vai gostar de usar.

Dica 9: Eu tenho um Galaxy Y. Ele aguenta bem para as tarefas básicas: usar o Evernote, o Whatsapp, apps sociais e alguns apps de notícias e readers. Como as meninas falaram, depende muito de como você vai usar o celular. Para mim, ele é satisfatório. Mas meu namorado gostou tanto de me ver satisfeita com o celular que comprou um igualzinho para ele – e se arrependeu muito. Isso porque o aparelho não suporta os apps pesados que ele quer instalar e, às vezes, reinicia sozinho (mesmo quando não está sendo muito usado). Sem contar as vezes em que trava.

Eu – que uso o celular basicamente para redes sociais, para escrever, para me atualizar e para me comunicar – estou feliz com ele! 🙂

Nota da editora: A Samsung acaba de colocar no mercado verde amarelo o Galaxy S3 Lite (que é a mesma estratégia do S2 Lite: preço menor e funções bem bacanas). No grupo, ninguém citou, mas é uma boa pedida.

Destaquei os aparelhos que citamos para facilitar a vida de quem nos lê. Reviews? Sites de tecnologia estão aí pra isso. Googleeeeee…

foto: Andy Ihnatko via Compfight

Hoje tem hangout no Google+

b a r e f o o t . s u m m e r 

Daí que hoje, dia 31, às 21h, a Elisangela Silva e eu estamos à espera de todas as Luluzinhas (e não luluzinhas também) para um bate-papo sobre Carnaval.

O Hangout é a ferramenta mais bacana da rede do tio Google. A gente conversa ao vivo e fica tudo gravado bonitinho no YouTube – e depois vem pra este post aqui.

Basta ter um computador, microfone e webcam (ou não, se você não quiser mostrar seu rosto, tá tudo bem) e chegar lá no canal na hora combinada.

Venhão!

foto: katiew via Compfight

 

UPDATE

Dia de semana, Campus Party… vieram poucas e boas. Abaixo, o vídeo do encontro, com direito à conversa da Lis com a moça do Google para ajeitar o Hangout.

Pra quem não quer ver tudo, um resumo:

1. Nós mulheres, precisamos nos apoiar. Carnaval é tempo de vale tudo na cabeça de muitos desmiolados. Viu moça sendo violentada? Ajude, grite, chame o segurança; o vizinho. Solidariedade é chave.

2. Gentileza, gentileza e, se puder, mais um pouquinho de gentileza.

3. Responsabilidade. A palavra quer dizer: suportar a consequência dos seus atos. Beber menos, brincar mais e sair com vida é o objetivo.

4. Putaria, sim, camisinha sempre! Quer cair na farra? Sem problemas: cuide-se. Afinal, HIV, HPV e outros bichinhos chatos (sem falar em crianças, que duram pra sempre) acontecem, sim.

Divirtam-se no Carnaval.

#memedejaneiro semana 2


Typing

 

Francine Emília: Livros e Filmes que marcaram 2012 http://aboutheadlines.wordpress.com/2013/01/09/memedejaneiro-livros-e-filmes-que-marcaram-2/

Cris Moreira: Livros e Filmes que marcaram a sua vida http://agarotaeseuslivros.wordpress.com/2013/01/10/memedejaneiro-quais-livros-ou-filmes-marcaram-a-sua-vida/

Debora Mariano: Top 5 filmes para a vida – http://deboramariano.wordpress.com/2013/01/14/top-5-filmes-pra-vida/

Denise Rangel: Quando a ficção invade a realidade: http://drang.com.br/blog/2013/01/11/quando-a-ficcao-invade-a-realidade/

Marina Maciel: Para pequenos leitores, Marina e seu Chapéu de Palha http://espiraldosilencio.com.br/2013/01/para-pequenos-leitores-marina-e-seu-chapeu-de-palha

Simone Smiletic: Foi num trecho de livro ou numa cena de filme? http://smiletic.com/2013/01/16/foi-num-trecho-de-livro-ou-numa-cena-de-filme/

Renata Checha: #memedejaneiro – semana 2 http://blog.renatachecha.com.br/memedejaneiro-luluzinha-camp-semana-2/

Garcia Sales: Três livros que mudaram minha mente e podem mudar a sua http://garciasales.com.br/tres-livros-que-mudaram-minha-mente/

Fernanda Abreu: Obras que marcaram uma vida http://www.99baloes.com.br/pensamentos/obras-que-marcaram-uma-vida/

Nary Leandro: #Memedejaneiro, LuluzinhaCamp, semana 2 http://chat-feminino.com/memedejaneiro-luluzinha-camp-2/

Lucia Freitas: Livros e filmes da minha vida http://ladybugbrazil.com/2013/01/livros-e-filmes-da-minha-vida-memedejaneiro/

Suzi Sarmento:  Quais livros e filmes marcaram a sua vida? http://oksuzi.blogspot.com.br/2013/01/quais-livros-ou-filmes-marcaram-sua-vida.html

Flávia Passos: #memedejaneiro http://devircigano.wordpress.com/2013/01/17/memejaneiro-2/

Faltou? Grita que a gente conserta!

Foto: Creative Commons License Sebastien Wiertz via Compfight

Sobre mudança de hábitos (ou: Pare de depender da sua força de vontade)

[N.da E.: Mais um post de Luluzinha querida, amada, escrito em meio a uma de nossas discussões durante o ano passado. O tema – mudança de hábitos – é recorrente no grupo. E os conselhos são pra guardar, publicar, registrar, grifar. Leiam com calma e paz no espírito. E pratiquem.]

Pinstriping

Acontece quase sempre do mesmo jeito. Maricota tem um problema, causado por um hábito não muito recomendável. Ela fuma. Ou bebe. Ou come “errado” e está acima do peso, ou a diabetes bate à sua porta. Tem Maricota que não se exercita, tem Maricota que perde prazo para pagar conta mesmo tendo dinheiro, tem Maricota que esquece de entregar trabalho. Maricotas, às vezes, fazem isso porque sempre fizeram assim. Maricotas chegaram aonde chegaram fazendo as coisas desse jeito.

De repente alguém olha pra Maricota e diz: “Chega. Agora não dá mais, dona Maricota. A senhora vai ter que parar de fumar – parar de beber – comer direitinho – se exercitar – pagar as contas em dia – entregar os trabalhos em dia. A senhora não assiste Globo Repórter? Não viu o último programa sobre sono – alimentação – finanças pessoais – atividade física? Cadê sua força de vontade?”

Nessa hora Maricota pensa. E resolve que sim, agora ela vai ser uma cidadã exemplar – sem dívidas por esquecimento – magra – esbelta – atleta – comer só coisas naturais, feitas em casa, que fazem bem – dormir oito horas por noite – economizar pra aposentadoria. Na primeira semana, tudo vai bem. Na segunda semana, ela esquece dos hábitos novos um dia, depois dois. Lá pela quarta semana, cadê mudança?

A única mudança é que Maricota está se sentindo uma banana sem força de vontade. Por que, afinal de contas, Maricota tinha que comer dois hambúrgueres? Faltar à natação? Vem culpa. Pra se livrar da culpa, Maricota pensa “ah, tudo bem, eu nem quero tanto assim emagrecer – fazer exercícios – economizar – dormir oito horas por noite. Não tenho força de vontade.” Até a próxima vez que é confrontada, quando volta tudo para o começo.

Deixa eu contar um segredo para vocês? A gente devia largar a força de vontade de lado. Parar de basear mudanças importantes na nossa vida em uma coisa tão abstrata. O que é força de vontade? Como eu meço a minha força de vontade? Como eu posso aumentar, o que diminui a minha força de vontade?

(Parênteses: aprendizagem. A autora desse texto é behaviorista. E o princípio básico do behaviorismo é que a gente aprende. Sempre. O tempo todo. A gente aprende a tomar café com leite todos os dias que toma café com leite de manhã e é gostoso e quentinho. A gente aprende a gostar de fazer alongamento quando para de sentir dores nas costas. E a gente também aprende a pagar as contas em dia quando ninguém liga pra cobrar – e sobra o dinheirinho dos juros pra contribuir com aquelas férias na praia. Tudo, o tempo todo, é aprendizagem. E uma das leis da aprendizagem é que quanto mais tempo a gente vem fazendo a coisa de um jeito, mais difícil é mudar. Entendeu porque não dá pra se fiar em força de vontade pra mudar uma coisa que você faz há dez, quinze, vinte, quarenta anos?)

Garotas e garotos. Esqueçam a força de vontade. Maricota querida, aqui vão algumas dicas para você.

Como facilitar a mudança de comportamento:

1.    Saiba por que você está mudando esse comportamento. Fica mais fácil mudar se a gente sabe porquê está fazendo isso (e “porque a minha vizinha falou que eu tenho que mudar x” geralmente não é um bom motivo, viu?)

2.    Escreva esse motivo. “Ah, Carla, precisa? Eu vou saber sempre, eu vou lembrar!” Vai por mim: escrever ajuda. Memória não é aquela coisa confiável que a gente quer acreditar. Você tem que saber porque quer economizar, porque quer emagrecer, porque quer fazer exercício. Escreva em um papelzinho e leve sempre com você. É bom ler esse papelzinho todos os dias (o primeiro hábito novo vai ser ler o papelzinho todos os dias. 🙂

3.    Passinhos de bebê. Lembra quando Você aprendeu a escrever? Primeiro as vogais, depois as consoantes, depois palavras inteiras, aí frases, textos e agora você está aí, escrevendo petições, posts, teses, cartas. Demorou, né? Por que você acha que esse aprendizado novo vai ser rápido?

4.    Defina qual vai ser o seu primeiro passo. Comece por algo fácil (você primeiro aprendeu a andar de mãos dadas com seus pais, depois soltou a mão deles, até finalmente sair correndo por aí). Mude esse hábito pequeno.

5.    Ups! Escorregou? Levanta e começa de novo. Já pensou se no primeiro tombo que você levou seus pais dissessem “é, essa criança não serve pra andar, vamos deixar no carrinho mesmo”? Todo mundo escorrega. Aproveite os escorregões para olhar o que atrapalhou: é o horário do exercício? É a falta de ir ao mercado? É passear no shopping com o cartão de crédito na semana da liquidação? Entendendo o motivo do escorregão fica bem mais fácil não cair de novo.

6.    Ajuste sua estratégia. A garrafinha de água pesa na bolsa? Onde você vai tem bebedouro? Onde eles estão? Não dá pra levar marmita todos os dias pro trabalho? Qual a melhor opção de almoço saudável e que caiba no bolso?

7.    Reconheça seus esforços! A gente tem a tendência de achar que “não é nada além da obrigação”. Menos cobrança, gente. Vamos reconhecer quão bacana foi beber dois litros de água hoje ou economizar o dinheiro do café depois do almoço? Vamos nos dar uma estrelinha por isso? Registre seus sucessos, pode ser num blog, num álbum, num diário. Quando desanimar e achar que não está conseguindo, volte pros seus sucessos. Viu como você consegue?

E, mais importante de tudo isso: paciência. Ninguém chega numa situação complicada do dia pra noite. Você também não vai sair dela do dia para a noite. Contenha a sua ansiedade, comece pequeno, pense numa estratégia. E boa mudança! Pense para frente, o que passou já foi. E boa mudança.

P.S. Você gostou do texto? Quer praticar mudança? A gente tem mais um pra indicar, só que está em inglês. É o “It’s not too late to change your habits”, publicado no Zen Habits, um blog do qual muitas de nós somos fãs. O link: http://zenhabits.net/not-late/. Vale ler – nem que seja na tradução do Google. 😉

foto:  Jon Matthies via Compfight

Mostre seu amor

Temos selinhos para o seu site ou blog.
Pegue o seu.

Outubro Rosa

Outubro Rosa 2014

Blogroll