Ingressos para Campus Party: só para Luluzinhas

logo_brasilAtenção, atenção, Luluzinhas de todo o Brasil. Vamos sortear 5 ingressos para a Campus Party só para a nossa comunidade.

Para começar: nesta promoção aqui só ganha quem for mulher e blogueira. Ponto pacífico. Segundo: a missão de vocês é responder, num post criativo e original à pergunta: “Pra quê serve a tecnologia?”. Vocês têm até o dia 25 de dezembro 30 de dezembro para postar sua participação.

Cada trackback neste post (se o seu blog é blogger, deixe o link aqui nos comentários deste post) vai ser numerado pela ordem de chegada. Claro que não vamos computar posts que contam da promoção – quem já está inscrita, chama as amigas. No dia 26, 31, faremos o sorteio no Random.org e o resultado será publicado neste mesmo batcanal.

Antes que vocês saiam escrevendo: uma reflexão sobre tecnologia

A frase Tecnologia é aquilo que ainda não funciona na foto atribuída a Douglas Adams, na verdade é de Bran Ferren. Foto do Flickr de Andrea in Amsterdam CC-BY-SA

A frase "Tecnologia é aquilo que ainda não funciona" na foto atribuída a Douglas Adams, na verdade é de Bran Ferren. Foto do Flickr de Andrea in Amsterdam CC-BY-SA

Neste começo de século 21 é senso comum as pessoas confundirem tecnologia com computadores. Isso não quer dizer que está certo. Descascador de batatas tem tecnologia – uns funcionam melhor que outros. A educação tem várias tecnologias por trás de um processo gigantesco. Aprender uma nova habilidade (qualquer uma: de trocar pneu a instalar programas ou escrever códigos) também requer tecnologia.
Então ninguém aqui tem que falar dos últimos lançamentos, dos novos padrões ou do Android, combinado?

Com vocês um trechinho do verbete tecnologia na wikipedia:

A tecnologia é, de uma forma geral, o encontro entre ciência e engenharia. Sendo um termo que inclui desde as ferramentas e processos simples, tais como uma colher de madeira e a fermentação da uva, até as ferramentas e processos mais complexos já criados pelo ser humano, tal como a Estação Espacial Internacional e a dessalinização da água do mar. Freqüentemente, a tecnologia entra em conflito com algumas preocupações naturais de nossa sociedade, como o desemprego, a poluição e outras muitas questões ecológicas, filosóficas e sociológicas.

Pois é, mulheres de minha vida: colher de madeira exigiu engenho humano para existir.
Lembrete importante: em português popular, original quer dizer que não foi copiado e colado. Isso posto, corram e façam seus posts. As vencedoras, além dos sete dias com tudo pago na Campus Party, vão participar do primeiro LuluzinhaCamp de 2009.

UPDATE: Por conta do feriado, parece que a galera esqueceu dos posts. Prazo estendido até segundona. Quem já fez já está concorrendo.

LuluzinhaCamp-Bsb – eu fui!

Artigo escrito pela Srta. Bia especialmente para o blog do LuluzinhaCamp.

Na época da organização do primeiro LuluzinhaCamp, surgiu a idéia de realizar LuluzinhaCamps regionais com as meninas que não pudessem ir a São Paulo. A idéia não vingou. Porém, com os pedidos para que ocorresse mais um LuluzinhaCamp nesse final de ano, a proposta fez todo sentido, pois das Lulus de outros estados que estiveram em SP, poucas poderiam ir de novo no mês das festas. E lá no meio do centro-oeste, na capital federal, eu e Lu Monte gritamos na mesma sintonia que precisávamos realizar um encontro local. Sabemos como havia sido divertida e especial aquela tarde em SP, queríamos espalhar a idéia.

Começando o primeiro LuluCamp em Brasília

Começando o primeiro LuluzinhaCamp em Brasília.

Conversamos, selecionamos convidadas, criamos lista de discussão e estava montado o primeiro filhote de LuluzinhaCamp. Mais conversas, projetos, decisões, local, idéias e voilà! Dia 07/12/2008, onze mulheres se reuniram para celebrar, conversar, rir, ganhar, trocar, brincar, dançar, comer, beber, twittar e partilhar. Nossa intenção era realizar o evento simultaneamente ao de São Paulo, mas muitas pessoas que residem em Brasília viajam para visitar suas terras natais e por meio de uma votação rápida o dia 07 se mostrou mais propício. É claro que isso não nos impedirá de realizar um mini micro LuluzinhaCamp no dia 20/12 para conversar online com as meninas de Sampa. Porque agora tudo é motivo para festa!

O local escolhido foi o Balaio Café. Simpático café/restaurante que possui wi-fi, boa comida, boa localização, preço honesto, torta de suflair, comanda individual, salão para eventos na parte superior, música ao vivo e apenas uma tomada funcionando. Descobrimos que é importante às vezes carregar uma régua de tomadas na bolsa para emergências. Às 12h, Srta. Bia e Lu Monte abriram o restaurante. O encontro só foi acabar perto das 19h, quando as remanescentes foram pagar a conta. A lista de participantes você já conhece, então vamos falar do que rolou:

Rebecca, a caixinha de sabonefeeds e a Srta. Bia.

Rebecca, a caixinha de sabonefeeds e a Srta. Bia.

#Sorteio de brindes. Confirmando a tradição do primeiro LuluzinhaCamp tínhamos muitos brindes para sortear, quase todas as participantes do encontro saíram com dois brindes (menos a Lu Monte, mas ela levou uma necessaire La Reina Madre ). Serviu para quebrar o gelo e deixar todo mundo feliz, pois adoramos ganhar presentes. Havia caixinhas com sabonefeeds, dvd da Luluzinha, ursinha de pelúcia da UNICEF, ecobags Ecoblogs, dvds, scraapbook digital, ingressos para show e muito mais. Teve até uma melissa novinha doada pela Claudinha.

#Amiga oculta. Sorteado na hora com quem levou presentes. Estipulamos o valor entre R$5 e R$10. Foi bom realizá-lo mais no fim do dia, pois já sabíamos os nomes umas das outras depois dos sorteios e pudemos dizer o quanto estava sendo divertido conhecer cada uma.

#Bazar de trocas. Quem quisesse participar deveria levar 5 coisas (livros, dvd, acessórios, roupas, bijouterias, etc) para trocar. A idéia inicial é que separaríamos os objetos por temas (cultura, vestuário, acessórios, etc) e a pessoa trocaria por outro objeto equivalente. Porém, no fim foi mais divertido trocar por qualquer coisa que quiséssemos, pesando quantos objetos cada uma trouxe e o que mais agradou. Roupas e sapatos não se mostraram tão trocáveis, pois é difícil achar entre poucas meninas o mesmo manequim e o mesmo tamanho de pé. Cd’s, Dvd’s e bijouterias tiveram boa saída.

As lulus doaram roupas e alimentos.

As lulus doaram roupas e alimentos.

#Arrecadação de donativos. Promovemos a arrecadação de roupas e alimentos que foram entregues num posto de coleta da Cruz Vermelha e no Batalhão do Corpo de Bombeiros do DF. Roupas que sobraram do bazar também foram para doação. É sempre interessante propor uma ação social ao reunir pessoas, pois resulta em mais um movimento de colaboração.

Esses pequenos eventos dentro do encontro ajudam a aproximar as participantes, a conhecer seus gestos, entonações e pensamentos. No LuluzinhaCamp cada Lulu é única, especial e fundamental para o ritmo do evento. O fato de ter poucas meninas permitiu que a conversa fluísse entre o grupo. Não havia correria, nem pressa. Estávamos lá comendo, beliscando, filmando, bebendo, fotografando, twittando e jogando conversa fora sobre futebol, internet, gatos, relacionamentos, restaurantes e afins.

Não faltaram bate-papo e alegria.

Não faltaram bate-papo e alegria.

Foi uma tarde agradabilíssima, doce e com tempero. No fim saímos com um sorriso no rosto e vontade de quero mais. Adoramos grandes encontros, com meninos e meninas, mas a impressão que tenho é que o LuluzinhaCamp é um evento mais íntimo, como se reencontrássemos de tempos em tempos amigas de escola, mulheres com a mesma sintonia. Sejam Lus, mães, advogadas, librianas, canhotas, professoras, trintonas, bonitas, casadas ou morenas, o que nos une é o desejo de contribuir para aquele encontro acontecer. É disso que o mundo precisa para mudar, o sentimento de solidariedade, partilha, colaboração e troca que emana em todos os encontros do LuluzinhaCamp.

Foi um prazer ajudar a promover o evento e honrar a incrível idéia original de Lu Freitas. Vida longa aos LuluzinhaCamps!

Srta. Bia.

Encontro Real à vista: venham, venham

La Reina - Encontro real

Dia 29 tem Encontro Real no ateliê da La Reina Madre. Eu estarei lá, Zel também… venham.

Esclarecimentos à Professora Luiza Lobo – A real produção das mulheres em blogs

Professora Luiza Lobo,

Somos um grupo de mulheres blogueiras, que têm vários temas diariamente (ou quase) em nossos blogs. Ouvimos sua entrevista para a Rádio CBN no último dia 1º de novembro. A senhora falava sobre seu livro “Segredos Públicos: Os Blogs de Mulheres no Brasil”. Na ocasião, a senhora foi categórica em afirmar: a produção feminina em blogs tem a característica do diário, do texto confessional, da exposição pública de sua vida privada. Por outro lado, homens fazem blogs de notícias.

Ficamos realmente indignadas com a sua generalização. Uma de nossas companheiras, inclusive, escreveu para a senhora e recebeu uma resposta, digamos, arrogante (como não temos permissão para publicar, não o faremos). Sentimos falta, em sua entrevista, do que lemos diariamente em nossos leitores de feed.

Será que a senhora entende realmente o que é um blog? Das redes que podem – e devem – se formar em torno deles? Das conversas que proporcionam. Da linkania resultante? Das comunidades que se encontram felizes, como a nossa, ao vivo e compartilham seus conhecimentos, experiências?

Blog, professora, é uma ferramenta de publicação na web. Nada mais e nada menos que uma ferramenta. Como tal, não conhece preconceitos de gênero. Homens e mulheres podem, livremente e sem prejulgamentos, utilizá-los para expor suas idéias, quaisquer que sejam. Tentar reduzi-los a gênero – seja ele sexual ou literário – é só isso; reduzir porque não dá conta de entender a complexidade do novo, seu caráter rizomático e sua filosofia absolutamente livre.

Algumas pessoas optam em fazer blogs confessionais. Outras preferem trilhar o caminho da ficção. Há aquelas que fazem blogs noticiosos e há quem prefira escrever blogs opinativos. Alguns blogs são coleções de links, outros expõem trabalhos manuais, ou quadrinhos, ou poesia. Há blogs especializados em qualquer tema que a senhora imaginar. Há blogs de variedades. Há blogs que são uma extensão da profissão, como os produzidos por colunistas da imprensa. Outros são, em si mesmos, uma profissão. Alguns são escritos por uma única pessoa, outros por uma coletividadade.

Existem, ainda, blogs que passam por fases diferentes, temas diferentes, estilos diferentes. E há aqueles que levam hoje uma notícia ao leitor, amanhã conterão um relato pessoal e no dia seguinte apresentarão uma opinião sobre um filme.

Vê, professora, como não há somente blogs confessionais ou noticiosos? Percebe como essa distinção, frequentemente, não é absoluta, e certamente não é excludente?

Saiba, professora, que há mulheres fazendo todos esses tipos de blogs – e outros mais. Fizemos uma coleção de blogs para a senhora ler. É grande, verdade. Mas expressa o tamanho e o volume de nossa produção nesta maravilhosa rede chamada internet.

Felizmente, vivemos em um mundo diferente daquele em que a mulher tinha de esconder pensamentos, emoções e ambições num diário guardado a sete chaves. Felizmente, hoje elas podem se expor – e isso é um avanço.

Por outro lado, afirmar que homens não falam sobre sua intimidade em blogs é de uma generalização desarrazoada, não somente porque há vários blogs confessionais escritos por homens, mas também porque mesmo blogueiros não-confessionais dedicam, por vezes, um espaço em seus blogs para falarem de si mesmos.

Deduzir que a literatura feminina em blogs é confessional é negar às mulheres seu potencial criativo, sua habilidade para tecer ficção.

Dizer que blogs de viagens (ou travel blogs, como prefere) escritos por mulheres são interessantes porque relatam os problemas que elas têm de enfrentar sozinhas durante a viagem é assumir que esse enfrentamento não acontece no cotidiano, independentemente de gênero. Além disso, é ignorar a vastidão de temas abordados por blogs de viagens.

Concluir que textos femininos em blogs são necessariamente subjetivos é negar-lhes seu poder de observação sobre o mundo que as cerca. É excluir-lhes a capacidade de compor textos noticiosos ou científicos. É ignorar sua participação no mercado de trabalho e seus relatos sobre esse mesmo mercado.

Ficamos pensando: será que as pessoas que ouviram sua entrevista e não são blogueiras como nós acreditaram em suas palavras? Gostaríamos de pensar que não, mas sabemos que, sim, provavelmente acreditaram na professora doutora que publicou um livro sobre o tema.

Provavelmente, vão entender que blogs femininos realmente são pessoais e somente pessoais. Possivelmente, da próxima vez que se depararem com um blog escrito por mulher, vão lembrar-se da sua entrevista e prejulgar o texto. Certamente, ao encontrarem um blog masculino confessional lançarão sobre ele um olhar preconceituoso. Porque, professora, pessoas sem conhecimento direto sobre algum assunto tendem a acreditar em acadêmicos supostamente especialistas.

Lamentamos, sinceramente, o desserviço que a senhora prestou aos blogueiros e blogueiras, reduzindo tão drasticamente a diversidade de suas produções. Repudiamos a visão estereotipada e sexista da produção em blogs que sua entrevista transmitiu.

Acreditamos, no entanto, que não houve má intenção no seu discurso. Por isso, anexamos a esta carta uma relação de blogs femininos especializados nos mais variados assuntos: de futebol a tecnologia, de moda a automobilismo. Esperamos que tenha interesse em conhecê-los.

Finalmente, queremos frisar que admiramos profundamente as blogueiras que fazem textos confessionais belos e inspiradores. Valorizamos esta produção, consumimos e produzimos este mesmo tipo de material. No entanto, blogs confessionais são apenas uma parte do universo de blogs femininos. Não cometa o erro de tomar o todo pela parte.
Atenciosamente,

Mulheres Blogueiras da Lista de Discussão LuluzinhaCamp

A lista dos blogs que sugerimos está na página Blogs Femininos

Como você controla seu ciclo menstrual?

Você chega no(a) ginecologista e a segunda pergunta que ouve, após responder qual seu nome, é: “Quando foi sua última menstruação?”, seguida de “De quantos dias é seu ciclo?”.

Formas de monitorar e lembrar destas informações, existem várias. Assim como existem ciclos diversos, situações diversas, métodos anti-concepcionais diversos e mulheres que por qualquer motivo que seja não os utilizam.

As abençoadas com ciclos regulares de 30 dias que menstruam todo mês praticamente no mesmo dia, levantem as mãos aos céus e sigam ao próximo post. Todas as outras, que se pegam na frente do(a) ginecologista fazendo contas tentando lembrar qual foi mesmo o dia daquela festa que você não pôde ir porque a cólica estava insuportável, ou se perguntando por que diabos deixou a agenda em casa, continuem lendo, porque esta dica 100% Luluzinha será útil para vocês. Continue lendo também se você está tentando engravidar.

Existe um serviço online chamado Mon.thly.Info que é genial em sua simplicidade e facilidade de uso e utilíssimo. Lançado em Março deste ano e atualmente em duas versões disponíveis (a padrão e a beta, com algumas opções adicionais, porém ambas gratuitas), o site oferece todas as informações que qualquer mulher precisa com relação ao seu ciclo menstrual, a partir das datas que você lança no sistema (mês a mês ou retroativas, caso tenha estes dados).

A imagem abaixo é da versão beta, mas ambas funcionam da mesma forma. Adicione a data do início da menstruação clicando no calendário e ela aparece no quadro do lado direito. Voilá! É só relaxar que o sistema faz o resto.

Quanto mais datas são adicionadas, mais precisas as previsões e as estatísticas (evidentemente é preciso um mínimo de datas para qualquer tipo de cálculo). Mas veja só o que o Mon.thly.Info retorna de informação para você na área de estatísticas:

  • cálculo da média de dias do ciclo
  • cálculo da data da próxima ovulação e data da ovulação anterior
  • dia do ciclo na data atual (por ex.: “você está no 11º dia do seu ciclo”) e a fase correspondente (com link para a explicação na Wikipedia sobre cada uma delas)
  • dia normal da ovulação dentro do ciclo (por ex.: “no 14º dia do ciclo”)
  • data de início da próxima menstruação

Há, ainda, a opção de inserir e rastrear informações de temperatura basal e de incluir notas em cada data.

Por fim, você pode optar por receber um aviso por email “x” dias antes ou depois da sua próxima menstruação ou ovulação (não entendi o porquê do aviso “depois” que algo já aconteceu, até porque depois que você menstrua, na certa notou!! Mas enfim, existe a opção, talvez tenha alguma utilidade que eu desconheça).

Não achei uma versão mobile do site, mas as datas de início do ciclo podem ser lançadas no Google Calendar que, por sua vez, tem versão mobile.

O único porém é que o site é em inglês. Mas mesmo quem não fala inglês vai conseguir usar o site tranqüilamente, pois a interface é muito intuitiva e simples.

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Outubro Rosa

Outubro Rosa 2014

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