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	<title>LuluzinhaCamp &#187; saúde</title>
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	<description>Onde a mulherada se encontra</description>
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		<title>A violência obstétrica em pauta</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/a-violencia-obstetrica-em-pauta/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/a-violencia-obstetrica-em-pauta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Um resumão (grande) de nossa conversa sobre a violência obstétrica. Sim, isso acontece e muito aqui no Brasil. 
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="The Eye of Elisa, Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" src="http://farm4.staticflickr.com/3110/2747058446_75c1d8140a_z_d.jpg" title="The Eye of Elisa, Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" class="aligncenter" width="640" height="480" />
<p><br/>Tudo começou neste <a href="http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com/2011/11/violencia-obstetrica-um-lugar-comum-no.html">post da Cláudia Rodrigues sobre violência obstétrica</a>. Como a gente tinha participado da <a href="http://www.luluzinhacamp.com/dia-internacional-pela-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/">blogagem coletiva pela eliminação da violência contra as mulheres</a> e eu enviei o post para o nosso <a href="http://groups.google.com/group/luluzinhacamp?hl=pt-BR_US">grupo de discussão</a>, onde a gente estava compartilhando nossos posts e achados. Qual não foi a surpresa quando o tópico ganhou mais de 90 respostas!
</p>
<p>Discussão que, claro, enveredou pela seara <a href="http://www.luluzinhacamp.com/maternidade-das-cavernas-no-seculo-xxi-eu-nao-moro-em-bedrock/">parto normal x cesárea</a>. E procedimentos. E o tratamento que a mulherada recebe na hora de parir. Coisa mais que séria no Brasil – porque, sim, nossos direitos são violados o tempo todo.
</p>
<p>Tive orgulho, muito orgulho, da mulherada. Pelo alto nível da conversa. Pelas histórias bacanas de cada uma. Pela militância a favor de um mundo mais acolhedor para nós, fêmeas humanas. Como a gente ainda está em tempo de falar dos direitos da mulher, pedi licença a todas e publico aqui trechinhos do bate-papo.
</p>
<p>DC (nome preservado para não causar constrangimentos pessoais)
</p>
<p>Quando eu tinha 15 anos engravidei. O moleque, um babaca (descobri depois) não me disse que a camisinha estourou e eu, ingênua, inexperiente, não percebi. Ele nem falou nada. Eu poderia ter tomado pílula do dia seguinte&#8230; enfim. Ele disse que não assumiria nada, terminou comigo e eu fiquei nessa sozinha com medo de contar pros meus pais. Meu pai não sabe até hoje, acha que perdi a virgindade com 19 anos.<br />
<span id="more-3007"></span></p>
<p>Os médicos diziam que por ser tão nova eu não poderia ter um parto normal. Meu sonho é ter um parto na água, mas com as complicações de uma gravidez na adolescência isso nunca seria possível. Sempre sonhei ser mãe e abortar não passou pela minha cabeça &#8211; o pai não queria o bebê, mas eu o amaria por nos dois. Era uma menina.
</p>
<p>Com alguns meses de gestação, o pai (que a essa altura tinha começado a usar drogas, coisa que não fazia quando namorava comigo) me agrediu. E eu perdi o bebê.
</p>
<p>Levada pro hospital, dando a &#8220;sorte&#8221; que meu pai viajava a trabalho na época, precisei passar por aquele processo horrível de curetagem que foi feito sem nenhum cuidado e ouvir de médicos e enfermeiras &#8220;ninguém mandou aprontar já com essa idade&#8221;.
</p>
<p>Não foi só violência obstétrica, foi violência psicológica e falta de respeito com uma adolescente que acabou de passar um momento traumático. Nunca vou esquecer.
</p>
<p>Faz dez anos, hoje em dia isso ficou pra trás &#8211; fora a dor de perder um filho que a gente nunca esquece. 
</p>
<p>Mas acho que essa situação toda só mostra o despreparo médico em relação à gravidez na adolescência. A violência psicológica é maior ainda com quem ainda não tem um preparo emocional! Um absurdo. E digo que não mudou de dez anos pra cá: a irmã da minha amiga de 15 anos engravidou e foi tratada como lixo no hospital, desmaiou durante as contrações e a enfermeira falou &#8216;na hora de abrir as pernas você desmaiou? Não, né? Deveria estar brincando de boneca&#8221;
</p>
<p>É horrível.
</p>
<p>Barbara Maués
</p>
<p>Conheço uma mulher que entrou em trabalho de parto e foi tão mal atendida no hospital que a filha dela acabou morrendo, porque ninguém se importou com o parto. Quando resolveram fazer uma cesariana de emergência, já era tarde demais&#8230; <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Camilla Lopes
</p>
<p>Acho um pouco rigoroso como se procede o tratamento na questão parto normal x cesariana. Eu optei por cesariana. Sou uma pessoa razoavelmente esclarecida e foi minha opção. Sempre procuro ler sobre esse assunto e o tom rigoroso do parto humanizado &#8211; não é regra, é apenas como vejo as coisas &#8211; me distancia dessa discussão. Às vezes, este discurso me parece que coloca a mãe como vítima &#8211; porque ela fez cesariana-  e ignora que ela também tem opções &#8211; me refiro a pessoas como eu. Cheguei a sentir as contrações, doeu muito e eu não quis ter normal iria ser um sofrimento que &#8211; na boa &#8211; eu não quis passar. Claro que: entendo que haja um filão para médicos e hospitais com a cesariana; mas não sei, sinceramente, se o caminho para o debate seria &#8220;violência obstétrica&#8221; eu perco a vontade de debater porque me sinto indo contra uma ideologia perfeita. Enfim, no dia que o discurso mudar, talvez eu escreva sobre esse assunto. <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
<p><a href="http://www.renatacorrea.com.br">Renata Corrêa</a>
	</p>
<p>Também não concordo com a ditadura do riponguismo que diz que somos pessoas ruins se não formos vegetarianos, sustentáveis, usarmos bicicleta, fralda de pano e coletor menstrual, além de, claro, fazer parto natural sem intervenções. Mas é inegável que todas essas atitudes e movimentos são uma reação a crescente mercantilização que o sistema capitalista trata nosso corpo, principalmente o corpo feminino. 
</p>
<p>Eu não acho certo essa coisa de: o militante é chato então a causa é chata também. Pô, minha empregada foi uma dessas que quando estava em trabalho de parto tomou um cala boca pois &#8220;não gritou assim na hora de fazer&#8221;. São mulheres sendo violadas e desrespeitadas no direito de escolher o que vão fazer com o seu corpo e com seus bebes durante o parto. 
</p>
<p>80% das mulheres não podem optar. Escolher um parto cesáreo é uma opção válida. Mas infelizmente é MUITO mais fácil achar um profissional que faça um parto cesáreo eletivo do que um médico que faça um parto normal. 
</p>
<p>Então a gente tem que pensar bem antes de achar que essa questão é sobre o &#8220;eu&#8221; e sim sobre a totalidade de mulheres que não tem nem o que escolher. 
</p>
<p><a href="http://www.conversadepsicologo.com/">Carla do Brasil</a>
	</p>
<p>Até onde eu sei, a hegemonia da cesárea no BR é na rede particular. Tanto que só agora que superou o número, porque o SUS começou a fazer cesárea com mais frequência. E aí eu queria falar algumas coisas:
</p>
<p>(1) Cesárea é coisa de plano. Já parto na água, parto com bola, parto &#8220;humanizado&#8221; é coisa de médico particular. No SUS, tirando as casas de parto e um ou outro serviço &#8220;de referência&#8221;, é parto normal, no leito, gritando, sem anestesia, acompanhado do plantonista da vez. E tem muita mulher deixando de ser atendida (eu duvido que alguém aqui não conheça nenhuma que tenha ouvido um &#8220;na hora de fazer não gritou&#8221;, ou tenha sido menosprezada na hora do parto). Isso culmina no que aconteceu com a filha da diarista da Bárbara. Isso pra mim é violência obstétrica;<br/><br/>(2) Enquanto plano de saúde pagar 200 reais por parto, o médico vai preferir fazer cesárea. A hora que começarem a pagar por hora, de repente o cenário muda. Ou alguém conhece um obstetra humanizado que vai acompanhar seu parto natural em casa na banheira por doze horas pelo plano?<br/><br/>(3) PN está relacionado sim com laceração de períneo, prolapso de bexiga e incontinência urinária, principalmente da forma que ele é feito no Brasil. A cesárea, por sua vez, envolve toda a questão da cicatrização do abdômen. E aí sim, tomadas todas as precauções, eu acho que é importante a gente se informar e escolher. E confiar no médico (ou trocar se não confia, uai.)<br/><br/>(4) Eu não sei vocês, mas pra mim é diferente uma cesárea eletiva marcada no terceiro mês de gestação para cair no dia x de uma cesárea também eletiva que acontece quando a mulher já está em TP e o bebê está pronto para nascer.<br/><br/>(5) Se eu tivesse financiamento e estrutura, eu faria um mega estudo de corte acompanhando meninas brasileiras desde o nascimento até a menopausa, pra descobrir algumas associações entre parto e saúde da pelve e efeitos de médio e longo prazo. Mas né, não tenho (inclusive, não achei nenhum estudo desse tamanho na pubmed e uma revisão muito mais bem feita que a minha pesquisa porquinha nos últimos cinco minutos também não achou: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16856054" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16856054</a>)<br/><br/>(6) Eu acho que no fim a gente sempre vai ficar no dilema entre o que é mais importante: eu escolher uma coisa que é &#8220;cientificamente&#8221; tida como melhor pra mim (o parto normal, no caso) ou escolher o que eu quero. E isso é vale pra cesárea, pra escolha de fumar tabaco, beber álcool, comer açúcar e tudo mais que a gente faz.<br/><br/>(7) Como diz a @ladyrasta, parto é meio, não é fim. Se por um lado é importante a gente pensar nas condições em que as mulheres do Brasil estão sendo tratadas, eu acho que essa coisa de ficar apontando dedo pra médico chamando de &#8220;cesarista&#8221; e pra mulher que escolhe (igual escolheria uma lipo ou uma cirurgia de correção de nariz) não vai levar a muita coisa, IMHO. O que a gente precisa é olhar a forma com que a saúde da mulher é atendida nesse SUS. E, se por um lado, isso passa na assistência ao parto, não pode parar por aí.
</p>
<p><a href="http://www.anaafonsoorganizer.com.br">Ana Maria Afonso</a>
	</p>
<p>Quanto à violência obstetrícia, nem só nos hospitais públicos ela acontece. No Santa Catarina, na hora do preparo, a obstetriz me perguntou o nome do pai, e eu disse que era solteira. Ela disse: olha, se o pai não assumiu ainda, pode esquecer que não assume mais! Parece que uma mulher grávida deve ser castigada por ter feito sexo!<br/>
	</p>
<p><a href="http://www.casadagabi.com.br">Gabi Bianco</a>
	</p>
<p>Acho que um ponto SUPER importante é a gente deixar a mãe escolher. Porque é meu útero, minha vagina, meu filho. Não quero ninguém decidindo por mim, nem médico, nem SUS, nem ONG, nem ninguém. Só eu sei o tamanho da dor que eu vou sentir. Eu quero parto normal, com anestesia. Se na hora H doer pra cacete, ou se a criança estiver em risco, ou se eu não aguentar, quero poder falar pro meu médico que quero cesárea. 
</p>
<p>Óbvio que entendo que um parto normal é o mais saudável pro bebê e pra mãe, quando se trata de uma gravidez normal e saudável. Mas cada uma sabe onde e quanto lhe dói. Já ouvi relato de parto normal que é tranquilo (tipo dói pacas, mas é suportável), já ouvi mulher dizendo &#8220;dei à luz sem anestesia e foi lindo&#8221; e já ouvi mulher falar que dói demais e não aguentou. Cada um com seu cada um, eu acho. 
</p>
<p><a href="http://lanika.net/">Lanika Moon</a>
	</p>
<p>Eu estou me devendo escrever um post sobre isso há muito tempo no <a href="http://www.lanika.net/baby/">blog da Carmen</a>. Meus dois partos foram naturais, pelo SUS. O do Gabriel foi no Rio e eu levei muito tempo para entender que o que fizeram comigo não era &#8220;normal&#8221;. O marido não podia entrar, então encarei tudo sozinha. As enfermeiras foram grossas, se recusaram a me atender quando eu senti dor, fizeram uma tricotomia de qualquer jeito com a mão pesada pra me &#8220;punir&#8221; por eu não ter me raspado em casa, não me disseram nada, e o médico ainda me menosprezou na hora do parto dizendo com desprezo &#8220;totalmente despreparada&#8221; porque como me anestesiaram eu não conseguia sentir as contrações direito. Ah, e ele fez uma episiotomia sem me perguntar nada, eu só descobri quando estava sendo costurada. E eu ouvi o famoso &#8220;ano que vem vocês estão aqui de volta&#8221; &#8211; só que jurei que nunca ia voltar. Eu saí de lá achando que fiz tudo errado, foi a pior dor que senti na minha vida e fiquei feliz de não ter matado meu filho e chorei de culpa. Sério.<br/><br/>13 anos depois, eu tive a Carmen pelo SUS, em Curitiba. A enfermeira que fez meu parto era doula. Meu marido estava do meu lado. De alguma forma na hora do vamos ver eu não me adaptei a posição nenhuma e acabei tendo a Carmen na banheira, sem anestesia nem episiotomia e doeu MENOS e foi muito melhor do que o parto do Gabriel e eu senti cada contração e a hora certa de fazer força. Eu estava no controle, sendo apoiada, orientada e amada. Eu saí de lá me sentindo tão feliz e aliviada&#8230; Aí eu entendi o quanto o parto anterior tinha sido traumatizante. A melhor coisa que eu fiz na vida foi ter a Carmen em Curitiba. Mesmo.
</p>
<p>Alessandra Luvisotto
</p>
<p>Quanto mais vocês discutem mais eu me afirmo na decisão de não ser mãe&#8230; na real, não posso, se fosse tentar seria uma gravidez de altíssimo risco e tal, mas há tempos não me vejo mãe e agora menos ainda.
</p>
<p><a href="http://carolmafrason.drope.org/">Carol Mafra</a>
	</p>
<p>Estou esperando meu primeiro filho, portanto não sei o que são as dores do parto, mas quero ter um parto normal com analgesia. Isso já está conversado com minha GO e minha doula. O que me assusta é ter que brigar pelo parto normal, porque os médicos não querem fazer, eles preferem cesária.<br/><br/>O post não é sobre o tipo de parto, mas a violência que acontece, em qualquer um deles. Esta semana ouvi dois relatos de mulheres &#8220;violentadas&#8221; durante seus partos. Uma com uma cesárea não necessária (mas era 31/12) e outra com fórceps e até a frase: &#8220;na hora de fazer não gritou&#8221;. Para mim os dois relatos são igualmente<br/>horríveis, assustadores. Como nós mulheres somos tratadas assim em 2011? E como não se fala a respeito?<br/><br/>Acho que é este o ponto da discussão, porque você pode ser a favor ou contra a cesárea, ou ao parto natural, mas você não pode ser indiferente à violência.
</p>
<p><a href="http://smiletic.com/">Simone Miletic</a>
	</p>
<p>Eu não ia me meter na conversa, me dá preguiça absurda, mas só entro pra dizer que te entendo Camila. Que é difícil mesmo quando o povo diz que quem fez cesárea não é mãe de verdade&#8230; Cansa.
</p>
<p>E aí, porque me cansa, não abraço a causa, que pode ter outra lógica, que pode defender coisas em que eu até acredito &#8211; o direito da mulher de não sofrer no momento em que está dando a luz &#8211; mas como já me colocaram em outra categoria porque não tive parto normal eu desisto, e olha que o meu nem foi escolha&#8230;
</p>
<p><a href="http://www.ladybugbrazil.com">Lucia Freitas</a>
	</p>
<p>Em tempo, pra deixar muito claro: não sou mãe, mas já pari muito ouriço nessa vida que recebi. E aprendi que dores podem virar prazeres &#8211; difícil mesmo é saber fazer a alquimia.
</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/">Maíra Termero</a>
	</p>
<p>Não acho que o ativismo precise ser tão radical, não. Pelo contrário, acho que faz perder muitas pessoas que poderia trazer para a causa, por bobagem. <br/><br/>Uma mulher faz cesárea e conclui-se que ela foi vítima de um sistema, que não pôde escolher, e ela é cobrada. Desculpem, mas isso não é mal entendido, nem interpretação errada. Isso é uma perseguição sim. <br/><br/>Já disse que eu entendo e apoio a causa, mas detesto quando se tratam as pessoas como se elas não pudessem pensar por conta própria em nome de uma causa. As campanhas generalizam e a gente fica na dúvida. Por exemplo, a que incentiva a mulherada a fazer exame das mamas dizendo que não dói. Pode parar: doi, sim, para a grande maioria. <br/>Cria-se uma cortina de fumaça e isso é contraproducente justamente para as pessoas que estão tentando se informar melhor.
</p>
<p><a href="http://www.diapositivo.com.br">Gabi Butcher</a>
	</p>
<p>Já fui tratada por ativistas de parto natural, deixa eu ver&#8230; SEMPRE com preconceito por ter feito cesárea. Sou a favor (parto natural/normal, ou seja lá qual for o nome &#8211; sei que existem diferenças e não vou entrar no quesito agora), não rolou e mesmo assim o povo consegue me deixar pequenininha quando o assunto é este.
</p>
<p>Não importa o pq não rolou &#8211; importa é que aos olhos de quem levanta esta bandeira &#8216;sou menos&#8217;.
</p>
<p>Francisca Vargas (BSB), @SenhoraF<br/>Eu preciso de um pouco mais de tempo para digerir e elaborar algumas informações, ainda mais estando no olho do furacão (estou na quadragésima semana de gestação do Yago). Segue o link do post que escrevi sobre o assunto:<br/><a href="http://senhoraf.wordpress.com/2011/12/02/pelo-direito-de-escolher/" target="_blank">http://senhoraf.wordpress.com/2011/12/02/pelo-direito-de-escolher/</a><br/><br/>
	</p>
<p><a href="http://www.obrigadeirodecolher.blogspot.com/">Monise Tonoli</a>
	</p>
<p>Pra mim, a campanha &#8220;pelo parto natural&#8221; é um detalhe irrelevante. Existem muitos outros problemas enraizados SÉRIOS que efetivamente farão diferença entre a vida e a morte da mãe pra serem tratados. Se é pra comprar alguma briga, eu compro essa: pela dignidade em todo o processo e pela vida.
</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Para navegar:<br />
</strong></p>
<p>A Culpa Ainda Não Deu Alforria Para Mulher: <a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/a-culpa-ainda-nao-deu-carta-de-alforria-a-mulher/n1597374100080.html" target="_blank">http://delas.ig.com.br/saudedamulher/a-culpa-ainda-nao-deu-carta-de-alforria-a-mulher/n1597374100080.html</a>
	</p>
<p>Sendo Mulher: <a href="http://www.zel.com.br/archives/2011/05/sendo-mulher.html">http://www.zel.com.br/archives/2011/05/sendo-mulher.html</a>
	</p>
<p>Dois relatórios em português &#8211; o primeiro muito bacana, que mostra que causas de complicações além da falta de informação e da simples relação cesárea x parto normal, mas a falta de um pré-natal adequado e os altos índices de morte por aborto, e também a relação de mortes com a situação socioeconômica. 
</p>
<p><a href="http://www.redesaude.org.br/Homepage/Dossi%EAs/Dossi%EA%20Mortalidade%20Materna.pdf" target="_blank">http://www.redesaude.org.br/Homepage/Dossi%EAs/Dossi%EA%20Mortalidade%20Materna.pdf</a>
	</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=pBjO9X15Ums" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=pBjO9X15Ums</a>
	</p>
<p><a href="http://www.clebermassaoblog.com/2011/11/nasceu-thiemi-parto-humanizado-na-casa.html" target="_blank">http://www.clebermassaoblog.com/2011/11/nasceu-thiemi-parto-humanizado-na-casa.html</a> 
</p>
<p>E aí, formou opinião? Aproveite para deixar um comentário!<br />
foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/rasec/2747058446/in/photostream/" title="Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" target="_blank">Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND</a></p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por trás do biquíni: uma campanha pra cuidar de nossos corações</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/por-tras-do-biquini-uma-campanha-pra-cuidar-de-nossos-coracoes/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 13:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[blogagem coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[coração]]></category>
		<category><![CDATA[doença cardiovascular]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Convite para a blogagem coletiva, entre 3 e 11 de novembro, para que as mulheres cuidem da saúde de seus corações. 
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/por-tras-do-biquini-uma-campanha-pra-cuidar-de-nossos-coracoes/bikini_badge/" rel="attachment wp-att-2836"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/bikini_badge.png" alt="biquini_badge" title="biquini_badge" width="110" height="110" class="aligncenter size-full wp-image-2836" /></a></p>
<p>Por muito tempo se pensou que os homens eram o principal grupo de risco para problemas cardiovasculares. Mas a pílula, a mudança dos hábitos e a inclusão no mercado de trabalho mudaram isso – e hoje as mulheres correm tanto risco quanto os homens. No Brasil, todo ano, morrem 20 mil mulheres por conta de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e infarto. Sim, esta é a principal causa de morte entre as mulheres.
</p>
<p>Por isso está no ar a campanha O que mais existe por trás de um biquíni? Um convite para que a gente descubra a importância de cuidar da saúde de nossos corações. Sim, vamos ao ginecologista uma vez por ano. Mas ele não cuida dos detalhes fundamentais para checar os detalhes cardiológicos.
</p>
<p>Aí a Medtronic assumiu a empreitada e está no ar o site <a href="http://www.portrasdobiquini.com.br">O que mais existe por trás de um biquíni?</a> Lá a gente encontra dados importantes sobre as doenças e a informação que precisamos para o nosso check-up. Que, sim, queridas, é pra ser feito todo ano para quem tem mais de 40 anos!<br />
<a href="http://www.luluzinhacamp.com/por-tras-do-biquini-uma-campanha-pra-cuidar-de-nossos-coracoes/bikini_02/" rel="attachment wp-att-2835"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/bikini_02.png" alt="" title="Biquini" width="458" height="420" class="aligncenter size-full wp-image-2835" /></a>
</p>
<p><strong>Os dados:<br />
</strong></p>
<ul>
<li>No mundo, as doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes entre as mulheres: 8 milhões todo ano. Sim, é mais que o câncer de mama.
</li>
<li>O infarto mata mais mulheres que homens.
</li>
<li>Entre as brasileiras, 1 em cada 5 mulheres corre risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
</li>
<li>Os sintomas são diferentes nas mulheres. À beira de um infarto, sentimos náusea, fraqueza, dores gástricas e falta de ar – sintomas que podem ser confundidos com outras doenças.
</li>
</ul>
<p><strong>Prevenção e tratamento:<br />
</strong></p>
<ul>
<li>Histórico familiar – quem tem cardíacos na família tem mais chances
</li>
<li>Depois do 40, visite o cardiologista. Se ainda não tem um, pergunte em  nosso grupo de discussão – a gente sempre tem uma indicação bacana <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />
</li>
<li>No climatério e após a menopausa é hora de redobrar os cuidados. Sim, os nossos hormônios nos protegem, porque deixam os vasos mais flexíveis e saudáveis. Quando eles saem de cena, a coisa complica.
</li>
<li>Pouco sal e açúcar (duh) – todo cuidado com os industrializados e pouco refrigerante.
</li>
<li>Dieta balanceada
</li>
<li>Exercício físico: 30 minutos de atividade moderada todo dia resolve a questão.
</li>
<li>Não fumar&#8230;
</li>
<li>Olho vivo no peso (tem que estar com IMC bacana) e circunferência abdominal. A recomendada para brasileiras tamanho normal é 80 cm (não se aplica às compridas, como eu e <a href="http://www.boadegarfo.com/">Júlia Reis</a>).
</li>
</ul>
<p>
<h3>O convite:<br />
</h3>
</p>
<p>Todas as blogueiras (e blogueiros) estão convidados para participar da blogagem coletiva. Entre 3 e 11 de novembro vamos falar do assunto, postar fotos e alertar a mulherada para a importância de cuidar do coração. O selinho está aqui. Pode pegar, que a casa é sua.
</p>
<p><code>&lt;a href="http://luluzinhacamp.com/"&gt;&lt;img class="alignnone" title="O que mais existe por trás do biquíni?" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/bikini_badge-100x100.png" alt="O que mais existe por trás do biquini?" width="100" height="100" /&gt;&lt;/a&gt;</code></p>
<p>Toda a informação está aqui: <a href="http://www.portrasdobiquini.com.br/BlogKit.zip" title="Blog Kit - Por trás do biquíni" target="_blank">O que mais existe por trás do biquini?</a></p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Muito além do câncer de mama: a metástase da Ane</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2011 14:33:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[cancer de mama]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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		<description><![CDATA[Ajude a Ane a superar a metástase que apareceu depois do câncer de mama. Aos 24 anos, seus amigos se reuniram para ajudar no tratamento. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_2757" class="wp-caption aligncenter" style="width: 510px"><a href="http://www.luluzinhacamp.com/muito-alem-do-cancer-de-mama-a-metastase-da-ane/aneversario-a5_weave/" rel="attachment wp-att-2757"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/Aneversario-A5_weave.png" alt="Ilustração Gui Menga para Ane" title="Aneversario-A5_weave" width="500" height="657" class="size-full wp-image-2757" /></a><p class="wp-caption-text">Ilustração do Gui Menga que será enviada para os doadores</p></div>
<p>Hoje a Paula avisou do caso da Ane, uma moça de 24 anos que, depois de enfrentar o câncer de mama, está com metástase óssea. <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />  Mas a história nada boa vem com a luta dos amigos para ajudar. Entenda no texto da própria Ane:
</p>
<blockquote><p>Oi, eu sou a <a href="http://www.amigosdaane.org/" title="Amigos da Ane" target="_blank">Ane</a>, tenho 24 anos e vim contar minha história pra vocês. Começou em maio de 2010, <strong>quando fui diagnosticada com um Câncer de mama</strong>. Tive que retirar a mama esquerda, fazer quase um ano de quimioterapia, 30 aplicações de radioterapia. Uns 3 meses depois, achando que já estava bem, comecei a sentir dores nas costas e após uma ressonância descobri <a href="http://www.unifesp.br/dorto-onco/livro/tumo12p1.htm" title="O que é metástase óssea lombar?" target="_blank">metástase óssea na lombar</a> (um tumor ósseo). Os médicos não dão muita esperança nessas horas. Disseram que não tinha mais o que fazer, que eu<strong> só podia controlar e torcer pra viver uns anos mais… mas eu não desisti.</strong> Encontrei uma esperança na <a href="http://www.youtube.com/watch?v=DcvE-zO3GaI" title="Terapia Gerson" target="_blank">Terapia Gerson</a>. É uma terapia não convencional que me dá chances de cura, mas que custa beeem caro. Meus amigos estão fazendo de tudo pra me ajudar a sair dessa e você pode ajudar também! Clique <a href="http://www.amigosdaane.org/" title="Amigos da Ane" target="_blank">aqui</a> para saber como!
</p>
<p>E só mais um recadinho: Previna-se. Vá ao médico regularmente e faça todos os exames, mesmo que ele diga que vc não tem idade pra isso. Coma alimentos saudáveis e evite sal e açúcar, faça exercícios e tente se divertir muito na vida e não se estressar. Você pode evitar de passar por isso com pequenos atos! Um beijão pra vocês!</p></blockquote>
<p>O Gui Menga está fazendo uma campanha bacanérrima para ajudar a Ane: você faz a doação (de R$ 25,00 a R$ 500+) e ele te entrega uma ilustração. Vamos ajudar?</p>
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		<title>Seja rosa: vamos acabar com o câncer de mama</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Oct 2011 05:21:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[blogagem coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Participe da blogagem coletiva Seja Rosa e ajude a evitar que o câncer de mama se espalhe. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Nova Iluminação, Marcos Bonfim, CC-BY-NC" src="http://farm4.static.flickr.com/3501/4009094825_ef18208f52_d.jpg" title="Nova Iluminação, Marcos Bonfim, CC-BY-NC" class="aligncenter" width="500" height="333" /><br />
foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/marcosbonfim/4009094825/in/photostream/" title="Marcos Bonfim, CC-BY-NC" target="_blank">Nova Iluminação, Marcos Bonfim, CC-BY-NC</a><br />
Outubro chegou. E já está quase na metade. Daí que a gente não pode (e não vai) deixar a data passar em branco. Não, a gente vai ficar ROSA. História é assim: a Paula, do <a href="http://www.nailsfreak.com/2011/seja-rosa-outubro-rosa-semana-rosa-2011/" title="Outubro Rosa - NailsFreak " target="_blank">NailsFreak</a>, propõe uma semana rosa para a gente ajudar a conscientizar a mulherada da importância de cuidar dos peitos.<br />
A história é assim: entre 21 e 31 de outubro, nós te fazemos um convite: <strong>SEJA ROSA</strong>. Vamos homenagear a mulher, grande vítima do câncer de mama, e ajudar a conscientizar o máximo de pessoas possível. Depois da gente ter feito a grande farra com a doação de sutiãs no Encontro Nacional, agora é hora de encarar a tela em branco e tocar a consciência alheia, com uma blogagem coletiva sobre o assunto. E vamos aproveitar para ir às ruas com nossos esmaltes cor de rosa nas unhas.<br />
Vale contar a história do Outubro Rosa. Vale varrer a internet em busca de aplicativos. Entrevistar médicos. Contar histórias. Fazer fotos ou desenhos. <a href="http://drang.com.br/blog/2011/10/politicas-publicas-que-protejam-a-mulher-com-cancer-de-mama/" title="Políticas públicas que protejam a mulher com câncer de mama" target="_blank">Um post sobre o que você pensa</a>. Vale tudo. <a href="http://mamografiaevida.com/blog/" title="mamografia é vida" target="_blank">Menos esquecer a mamografia</a>.<br />
Vamos lá? Uma grande blogagem coletiva pela saúde da mulher. O selinho está aí embaixo, com código e tudo, e você pode usar à vontade. Tá na hora de pintar a internet de rosa (e as unhas também, por que não?).<br />
<a href="http://www.luluzinhacamp.com/seja-rosa-vamos-acabar-com-o-cancer-de-mama/selorosa1/" rel="attachment wp-att-2727"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/SeloRosa1.png" alt="SEJA ROSA contra o câncer de mama" title="SEJA ROSA contra o câncer de mama" width="110" height="110" class="aligncenter size-full wp-image-2727" /></a></p>
<p><code>&lt;a href="http://luluzinhacamp.com/"&gt;&lt;img class="alignnone" title="SEJA ROSA" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/SeloRosa1.png" alt="Seja Rosa contra o câncer de mama" width="110" height="110" /&gt;&lt;/a&gt;</code></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aborto: você não precisa ser a favor para apoiar a descriminalização.</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/aborto-descriminalizacao/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 10:00:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta. Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[aborto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[No Brasil, aborto é crime. E apesar de 1 em cada 7 mulheres brasileiras já terem realizado um aborto, de acordo com uma pesquisa de 2010, apenas as mulheres pobres acabam sendo processadas e tratadas como criminosas. Independente de ser contra ou a favor da legalização do aborto, é preciso encarar que ele existe e [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">No Brasil, aborto é crime. E apesar de <a href="http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI142249-15223,00.html" target="_blank">1 em cada 7 mulheres brasileiras já terem realizado um aborto</a>, de acordo com uma pesquisa de 2010, apenas as mulheres pobres acabam sendo processadas e tratadas como criminosas. Independente de ser contra ou a favor da legalização do aborto, é preciso encarar que ele existe e é uma prática recorrente em nossa sociedade. E, justamente por ser proibido, acaba sendo também um problema de saúde pública. <a href="http://www.abortoemdebate.com.br/wordpress/?p=1770" target="_blank">Milhares de mulheres morrem todos os anos em decorrência de abortos mal sucedidos</a>, sem assistência médica, sangrando abandonadas. Se  abortar é ruim, abortar na clandestinidade, ser presa ou até morrer é muito pior.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 60px;"><em>No Sistema Único de Saúde (SUS) são realizadas 180 mil curetagens por ano, decorrente de abortos provocados, pois espontâneos não exigem internação, segundo o Ministério da Saúde. Outra estatística que demonstra a gravidade dos abortos ilegais é que chegam a causar 15% de mortes, a quarta maior causa de óbitos de grávidas no país.</em> Continue lendo em <a href="http://www.abortoemdebate.com.br/wordpress/?p=2075" target="_blank">Pelo direito de escolha</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante falar sobre as diferenças entre descriminalização e legalização do aborto. São duas coisas diferentes. O aborto sendo criminalizado, só beneficia as clínicas de aborto clandestinas que lucram muito no comércio ilegal de abortamentos. Mulheres com dinheiro tem a opção de pagar caro por um aborto seguro ou viajar até um país que tenha o aborto legalizado. O problema fica com as mais pobres, na maioria negras. Criminalização aumenta a hipocrisia e os bolsos de muita gente. Você pode ser contra o aborto, mas ser a favor da descriminalização, para que as mulheres que abortam não sejam presas. Pense no desespero de uma mulher que decide arriscar a própria vida em clínicas clandestinas e em seguida procura um hospital público por causa das complicações. Ela merece ser presa? A conhecida da sua mãe, a colega de faculdade, a <a href="http://televisao.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/02/23/fiz-um-aborto-diz-luiza-brunet-no-de-frente-com-gabi.jhtm" target="_blank">Luiza Brunet</a>, merecem ser presas?</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><a href="http://www.youtube.com/watch?v=dBxxQAa--Sw"><img class=" " src="http://i18.photobucket.com/albums/b117/biancarpc/filmeaborto.jpg" alt="" width="400" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem do Documentário &quot;O Aborto dos Outros&quot; - Clique na imagem para ver o trailer.</p></div>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><em>O perfil dessas mulheres e como chegam às mãos da Justiça, questões até então desconhecidas, foram reveladas por um estudo realizado pela Universidade de Brasília (UnB) e pelo Instituto de Bioética, Direitos Humanos e Gênero (Anis), com financiamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Intitulada Quando o aborto se aproxima do tráfico, a pesquisa analisou 10 processos judiciais e inquéritos policiais contra mulheres e vendedores de abortivos denunciados pelo Ministério Público do Distrito Federal entre 2006 e 2010. Recentemente, o trabalho ganhou aval científico, referendado pela revista Ciência &amp; Saúde Coletiva, que prevê sua publicação em breve.</em></p>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><em>Entre as sete mulheres, todas moradoras do DF, indiciadas nos 10 processos analisados, 70% nasceram em cidades do interior do Norte ou do Nordeste e tinhamcompanheiro fixo. A escolaridade de nenhuma passa do ensino fundamental e as atividades desempenhadas vão de domésticas a funcionárias do comércio. “Não há uma menina universitária ou de classe média. Elas não fazem aborto?”, indaga a antropóloga Debora Diniz, uma das autoras da pesquisa. Para a estudiosa, além da penalização da mulher menos favorecida do ponto de vista econômico e social, o estudo traz outro dado alarmante: a morte de duas delas. Segundo Debora, o dado precisa ser compreendido de maneira séria: “São duas entre sete, é uma taxa alarmante. Os processos revelam que elas morreram porque demoraram muito a procurar ajuda devido ao medo de serem denunciadas”.</em></p>
<p style="padding-left: 60px; text-align: justify;"><em>Financiada pelo Fundo Nacional de Saúde, a Pesquisa Nacional sobre Aborto (PNA), levantamento mais completo sobre o tema no país, mostrou que 15% das mulheres entre 18 e 39 anos já realizaram aborto uma vez na vida. Do total, 48% delas usaram medicamentos abortivos e 55% necessitaram de internação hospitalar por complicações. Não foram demonstradas diferenças significativas entre as religiões declaradas pela entrevistadas — 15% são católicas, 13% declararam-se evangélicas, 16% responderam ter outras crenças. O restante não tinha religião ou não respondeu.</em> Continue lendo em <a href="http://sededeque.com.br/2011/08/aumentam-processos-contra-mulheres-de-baixa-renda-que-fizeram-aborto/" target="_blank">Aumentam Processos Contra Mulheres de Baixa Renda Que Fizeram Aborto</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">A legalização do aborto é uma questão mais ampla. Significa dar a mulher o direito de decidir. Há muitas discussões que vão desde o direito à vida do feto, passando pelo prazo máximo para a realização de um aborto legal, até o direito da mulher sobre seu corpo. O Brasil avança lentamente nessas discussões. É sempre importante falar sobre prevenção e planejamento familiar, mas é pouco difundido que <a href="http://www.mulheralternativa.net/2011/01/e-possivel-engravidar-mesmo-tomando.html" target="_blank">há remédios que influenciam na eficácia da pílula</a>, que nem toda mulher se adapta bem à pílula ou ao DIU, que camisinha pode falhar. Pode-se defender o celibato, mas sabe-se que a discussão vai muito além disso. Atualmente o aborto é legal nos casos em que houve estupro e quando há risco de vida para a mãe. Em breve, o STF deve votar a questão dos<a href="http://www.istoe.com.br/reportagens/149013_A+VIDA+DEPOIS+DO+ABORTO?pathImagens=&amp;path=&amp;actualArea=internalPage" target="_blank"> fetos anencéfalos</a>. Mas nem essas exceções estão garantidas, <a href="http://www.abortoemdebate.com.br/wordpress/?p=2614" target="_blank">no Congresso há mais projetos para aumentar as punições e restringir a opção da mulher do que o contrário</a>. É preciso deixar de lado a hipocrisia, os preceitos religiosos e encarar de frente a questão do aborto no Brasil. Um problema que mata milhares de mulheres todos os anos e que já provou não deixar de existir, mesmo estando há muito tempo na clandestinidade. Quem ganha com a criminalização do aborto no Brasil? Com certeza não são as mulheres.</p>
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		<title>Doar Sangue é um Ato de Solidariedade</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/doar-sangue-e-um-ato-de-solidariedade/</link>
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		<pubDate>Wed, 15 Jun 2011 11:33:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta. Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[doação de sangue]]></category>
		<category><![CDATA[preconceito]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Ontem, foi o Dia Mundial do Doador de Sangue e a Organização Mundial da Saúde (OMS) pede que mais pessoas tornem-se doadores voluntários. O objetivo das campanhas não é apenas incentivar as pessoas a doarem, mas a realizarem essa doação regularmente. De acordo com a OMS, a doação de sangue beneficia principalmente mulheres com complicações [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ontem, foi o <a href="http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/929679-no-dia-mundial-do-doador-de-sangue-oms-pede-colaboracao.shtml" target="_blank">Dia Mundial do Doador de Sangue</a> e a <a href="http://www.who.int/mediacentre/news/releases/2011/bloodsafety_20110614/en/index.html" target="_blank">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS) pede que mais pessoas tornem-se doadores voluntários. O objetivo das campanhas não é apenas incentivar as pessoas a doarem, mas a realizarem essa doação regularmente. De acordo com a OMS, a doação de sangue beneficia principalmente mulheres com  complicações durante a gravidez e o parto; crianças com anemia  severa em resultado de malnutrição e malária; pessoas com graves traumas  provocados por acidentes e pacientes com câncer e que passam por algum  tipo de cirurgia. Também é importante lembrar que não apenas o sangue, mas também seus derivados como as células vermelhas, as plaquetas e o plasma são  separados e direcionados para pacientes com complicações distintas de  saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, o Ministério da Saúde promove <a href="http://www.youtube.com/watch?v=gNyiUJB-s7g&amp;feature=player_profilepage" target="_blank">campanhas regulares</a>. Você pode obter <a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/visualizar_texto.cfm?idtxt=27484&amp;janela=1" target="_blank">informações no site do Ministério</a> sobre quem pode ou não doar, quais as recomendações para o dia da doação (não vá doar em jejum!), além de uma lista com todos os hemocentros do país. A Portaria 1.353, publicada no dia 14/06/2011, traz duas novidades importantes para quem quer se tornar um doador:</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=12761" target="_blank">Faixa etária para doação de sangue é ampliada</a>. A partir desta nova legislação, jovens entre 16 e 17 anos  (mediante autorização dos pais ou responsáveis) e idosos com até 68  anos também poderão doar sangue no Brasil. Pela norma anterior, a doação  era autorizada para pessoas com idade entre 18 e 65 anos de idade. Com a ampliação da faixa etária para doação, a expectativa do governo  federal é ampliar o volume de sangue coletado no Brasil que, atualmente,  chega a 3,5 milhões de bolsas por ano.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=12761" target="_blank">Orientação sexual não pode ser critério de seleção</a>. A Portaria 1.353 determina, ainda, que a orientação sexual  (heterossexualidade, bissexualidade, homossexualidade) não deve ser  usada como critério para a seleção de doadores de sangue, por não  constituir risco em si própria. Ou seja, não deverá haver, no processo  de triagem e coleta de sangue, manifestação de preconceito e  discriminação por orientação sexual e identidade de gênero, hábitos de  vida, atividade profissional, condição socioeconômica, raça, cor e  etnia. Atualmente, doenças transmissíveis pelo sangue como o vírus HIV, não possuem mais um grupo de risco, todas as pessoas que não adotarem medidas preventivas podem adquirí-las. Portanto, é importante acabar com o preconceito aos homossexuais e bissexuais.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<div class="wp-caption alignleft" style="width: 210px"><a href="http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&amp;id_area=124&amp;CO_NOTICIA=12760"><img src="http://i18.photobucket.com/albums/b117/biancarpc/doacao_sangue.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem: Campanha do Ministério da Saúde</p></div>
<p style="text-align: justify;">No Brasil, apenas 1,9% da população doa sangue regularmente. Segundo os parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), para  manter os estoques regulares é preciso de 1,5% a 3% da população doem  sangue regularmente. Entre os fatores que fazem os hemocentros precisar  cada vez mais do insumo, há o aumento de 65,3% no número de transplantes  realizados no país entre 2003 e 2010, que necessitam de transfusão. Ajude a mudar esse número e também as vidas de muitas pessoas.</p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O que são pré-eclâmpsia e eclâmpsia?</title>
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		<pubDate>Sat, 23 Oct 2010 01:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lis Comunello</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[gestação]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Gestantes podem ter sua pressão arterial elevada e, quando isso ocorre a partir da 20ª semana de gravidez (segunda metade da gestação, portanto) com perda de proteínas pela urina (proteinúria), o quadro é de pré-eclâmpsia.
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" style="margin-left: 0px; margin-right: 0px;" src="http://dl.dropbox.com/u/628518/LuluzinhaCamp/pre-eclampsia.jpg" alt="" width="150" height="270" align="right" /></p>
<p>Gestantes podem ter sua pressão arterial elevada e, quando isso ocorre a partir da 20ª semana de gravidez (segunda metade da gestação, portanto) com perda de proteínas pela urina (proteinúria), o quadro é de pré-eclâmpsia.</p>
<p><strong>Quais os sintomas?</strong></p>
<p>Dores de cabeça intensas e persistentes, aumento exagerado de peso, transtornos de visão, dores do lado direito do corpo (sob as costelas), náuseas, vertigem, taquicardia, sangue na urina. O inchaço (edema) nos tornozelos, pés, rosto e mãos pode aparecer, mas nem sempre. O diagnóstico é  feito através da medida da pressão arterial, avaliação de edema e dosagem de proteínas na urina.</p>
<p><strong>Como o diagnóstico e o tratamento são feitos?</strong></p>
<p>Se a pressão da gestante subir muito, é possível que fique internada e receba medicamentos para controlar a pressão. Estes remédios não são prejudiciais ao bebê e ele também será monitorado. Se ocorrer algum problema com o bebê (como baixo nível de líquido amniótico ou o se o bebê não estiver crescendo como o esperado) ou, ainda, se a gestante piorar, o médico pode sugerir a realização do parto, ainda que antes da hora, seja por indução ao parto normal ou cesariana. Nas primeiras 48 horas após o parto a pressão arterial será monitorada e deve ser continuar sendo observada mesmo depois que a mulher receber alta. Geralmente a pressão arterial volta ao normal após o parto, mas em alguns casos o problema persiste por mais algumas semanas, assim como o inchaço ainda pode continuar por mais um tempo.</p>
<p>A melhor forma de proteger a gestante e o bebê é dar a luz, caso isso não seja possível devido ao tempo de gestação o médico pode adotar outras alternativas: repouso com acompanhamento contínuo, medidas para abaixar a pressão arterial e/ou hospitalização.</p>
<p><strong>Há mulheres mais suscetíveis à pré-eclâmpsia do que outras?</strong></p>
<p>Sim.</p>
<ul>
<li>Mulheres com mais de 40 anos;</li>
<li>Obesidade antes da gravidez;</li>
<li>Gravidez de gêmeos ou mais;</li>
<li>Histórico familiar de pré-eclâmpsia ou eclâmpsia (mãe ou irmã);</li>
<li>Problema crônico de saúde que afete o sistema circulatório (hipertensão, diabetes, problemas renais, lúpus);</li>
<li>Pré-eclâmpsia ou eclâmpsia em gestação anterior;</li>
<li>Parceiro diferente entre uma gestação e outra (a mulher volta a ter risco como se fosse a primeira gestação, mesmo não tendo apresentado pré-eclâmpsia anteriormente).</li>
</ul>
<p><strong>Quais os riscos?</strong></p>
<p>A pré-eclâmpsia pode ser leve ou grave e afetar vários sistemas do corpo. Ela reduz o fluxo de sangue para a placenta, por isso é perigosa para o bebê, limitando seu crescimento. Além disso, se a pressão arterial subir demais e a gestante tiver convulsões, o quadro terá evoluído para a eclâmpsia, colocando a gestante e o bebê em grande risco. A eclâmpsia pode pode levar ao coma ou ser fatal.</p>
<p><strong>Estou grávida/vou engravidar, o que eu faço?</strong></p>
<p>Pré-eclâmpsia e eclâmpsia são graves, entretanto devem ser prevenidas precocemente. Converse com seu médico, informe a ele todo seu histórico (da sua saúde e das mulheres da família), faça todos exames em dia e, ao sinal de qualquer sintoma ou algo atípico, converse com ele/ela.</p>
<p>Você já passou por isso ou conhece alguém que passou? Deixe seu depoimento nos comentários, ele pode ser valioso para as atuais e futuras gestantes. =)</p>
<p>Fontes: <a href="http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?211">ABC da Saúde</a>, <a href="http://brasil.babycenter.com/pregnancy/complicacoes/pre-eclampsia/">Baby Center</a>.</p>
<p>Foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/arwen-abendstern/2215534631/">Arwen Abendstern, em CC</a>.</p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>O tempo passa e o padrão de beleza muda.</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Sep 2010 15:20:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[mídia]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Você quer passar o resto da sua vida sofrendo para atingir um padrão físico que certamente mudará em algumas décadas, como já mudou antes? Vale a pena ser infeliz por isso?
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O historiador Paulo Roberto Vieira descobriu algumas propagandas em edições antigas do Jornal Diário dos Campos, de Ponta Grossa (PR) que <strong>evidenciam como o padrão de beleza mudou</strong>&#8230; Com a palavra, Paulo Roberto:</p>
<blockquote><p>Durante uma pesquisa nos arquivos do jornal Diário dos Campos, em Ponta Grossa-PR, realizada no ano de 2007, tirei várias fotografias de propagandas veiculadas entre os anos de 1938 e 1940. Revendo aquelas fotos, me deparei com uma questão interessante. Na época em que as propagandas foram veiculadas, magreza era sintoma de doença. Vários reclames divulgavam que ser magro era sinal de fraqueza no sangue. Outros mostravam que a mulher magra passava vergonha. Mas a história, como a testemunha do tempo, tem a obrigação de nos mostrar as transformações que ocorrem na sociedade. Olhando as fotos anexas, você vai ver que o ideal de ser Barbie não era cogitado de modo algum, nas décadas de 1930-1940.</p></blockquote>
<p>A luluzinha Beth Vieira, irmã do pesquisador, compartilhou na nossa lista de discussão o texto acima e as fotos que seguem (clique para ampliar):</p>
<p><a href="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-060.jpg">
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-071/' title='Imagem DC 1938_1940 071'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-071-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 071" title="Imagem DC 1938_1940 071" /></a>
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-010/' title='Imagem DC 1938_1940 010'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-010-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 010" title="Imagem DC 1938_1940 010" /></a>
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-060/' title='Imagem DC 1938_1940 060'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-060-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 060" title="Imagem DC 1938_1940 060" /></a>
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-067/' title='Imagem DC 1938_1940 067'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-067-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 067" title="Imagem DC 1938_1940 067" /></a>
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-034/' title='Imagem DC 1938_1940 034'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-034-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 034" title="Imagem DC 1938_1940 034" /></a>
<a href='http://www.luluzinhacamp.com/o-tempo-passa-e-o-padrao-de-beleza-muda/imagem-dc-1938_1940-012/' title='Imagem DC 1938_1940 012'><img width="100" height="100" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/09/Imagem-DC-1938_1940-012-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail" alt="Imagem DC 1938_1940 012" title="Imagem DC 1938_1940 012" /></a>
</p>
<p></a></p>
<p>(Os jornais encontram-se no Museu dos Campos Gerais, pertencente à Universidade Estadual de Ponta Grossa, Paraná.)</p>
<p>Não quero dizer que as &#8220;magras de nascença&#8221; são doentes. O problema está em achar-se feia e sem valor por causa do que proclamam os meios de comunicação e fazer loucuras para perder peso, colocando a própria saúde em risco.</p>
<p>Nos anos 30, imagino que muitas magras saudáveis se sentissem pressionadas a engordar. Hoje, muitas curvilíneas saudáveis sentem-se pressionadas a perderem suas curvas, busto, quadril, coxas, <strong>em nome de um padrão de beleza imposto pela moda e pela publicidade</strong>.</p>
<p>O segredo é cuidar de si. Isso significa mandar as revistas de dietas e as neuroses com a balança às favas. Significa buscar o equilíbrio, comer direitinho, espantar o sedentarismo <strong>em nome de uma vida saudável</strong> e não de estilistas malucos que preferem vestir cabides a mulheres. Significa, sobretudo, amar-se, valorizar-se, olhar-se no espelho e encontrar pontos positivos em vez de sair catando defeitos inexistentes.</p>
<p>Sei que é mais fácil falar do que fazer, mas pense bem: você quer passar o resto da sua vida sofrendo para atingir um padrão físico que certamente mudará em algumas décadas, como já mudou tantas vezes antes (lembrem-se das pinturas renascentistas)? <strong>Vale a pena ser infeliz por isso</strong>?</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Doe seu blog para o GRAAC no Dia Mundial de Combate ao Câncer</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/doe-seu-blog-para-o-graac-no-dia-mundial-de-combate-ao-cancer/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Apr 2010 12:08:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[No próximo dia 8 de abril, mais conhecido como amanhã, é dia mundial de combate ao câncer. A Olgilvy criou uma campanha bem bacana para empresas e blogs terem uma contribuição mais efetiva neste dia: Doe seu site para o GRAAC.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/04/Graacc-Doe-seu-site.jpeg"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1548" title="Graacc - Doe seu site" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2010/04/Graacc-Doe-seu-site-300x164.jpg" alt="" width="300" height="164" /></a></p>
<p>No próximo dia 8 de abril, mais conhecido como amanhã, é dia mundial de combate ao câncer. A Olgilvy criou uma campanha bem bacana para empresas e blogs terem uma contribuição mais efetiva neste dia. É a campanha &#8220;<a title="Graac - Doe seu site" href="http://www.beingmoredavid.com.br/doeseusite/" target="_self">Doe seu site para o GRAAC</a>&#8220;. A agência criou um hotsite, onde você cadastra o(s) seu(s) site(s) e gera um javascript.</p>
<p>A seguir, você coloca o código antes do &lt;/header&gt; e, a primeira visita irá direto para a página de doação à campanha – com a opção de voltar para o seu site/blog/página&#8230; Eu gostei da campanha e vou instalar, embora tenha certeza que a galera que chegar do Google não vai entender patavina. Mas, convenhamos, eles normalmente não entendem mesmo&#8230;</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Outubro Rosa: Semana IV</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/outubro-rosa-semana-iv/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 02:59:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lu Monte</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[blogagem coletiva]]></category>
		<category><![CDATA[campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[cancer]]></category>
		<category><![CDATA[outubro rosa]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

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		<description><![CDATA[Estamos chegando ao fim do Outubro Rosa e ao fim da blogagem coletiva promovida pelas moças do LuluzinhaCamp. Espero que você tenha gostado dos textos, aprendido algo novo e se emocionado com as histórias de mulheres que deram a volta por cima e venceram o câncer de mama. Nesta última semana, veja o que as [...]
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			<content:encoded><![CDATA[<div class="wp-caption alignright" style="width: 205px"><img title="Outubro Rosa" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2008/10/outubro_rosa.png" alt="Outubro Rosa" width="195" height="128" /><p class="wp-caption-text">Outubro Rosa</p></div>
<p>Estamos chegando ao fim do <strong>Outubro Rosa</strong> e ao fim da blogagem coletiva promovida pelas moças do <em>LuluzinhaCamp</em>. Espero que você tenha gostado dos textos, aprendido algo novo e se emocionado com as histórias de <strong>mulheres que deram a volta por cima e venceram o câncer de mama</strong>.</p>
<p>Nesta última semana, veja o que as Luluzinhas publicaram:</p>
<ul>
<li><a title="Groselha News" href="http://groselha.wordpress.com/2008/10/28/outubro-rosa/" target="_blank">Outubro Rosa</a> &#8211; Groselha News</li>
<li><a title="Cynthia Semíramis" href="http://cynthiasemiramis.org/?p=575" target="_blank">Outubro rosa: direitos</a> &#8211; Cynthia Semíramis</li>
<li><a title="Dia de Folga" href="http://diadefolga.com/outubro-rosa-lembrancas/" target="_blank">Outubro Rosa: lembranças</a> &#8211; Dia de Folga</li>
<li><a title="From Lady Rasta" href="http://ladyrasta.wordpress.com/2008/10/28/outubro-rosa-melhores-momentos/" target="_blank">Outubro Rosa: Melhores Momentos</a> &#8211; From Lady Rasta</li>
<li><a title="Ladybug Brasil" href="http://www.ladybugbrazil.com/2008/10/28/outubro-rosa-os-fatores-de-risco/" target="_blank">Outubro rosa: os fatores de risco</a> &#8211; Ladybug Brasil</li>
<li><a title="SimViral" href="http://www.simviral.com/2008/10/outubro-rosa-os-movimentos-da-blogosfera-pelo-bem/" target="_blank">Outubro Rosa &#8211; Os movimentos da blogosfera pelo bem</a> &#8211; SimViral</li>
<li><a title="Liliane Ferrari" href="http://lilianeferrari.blogspot.com/2008/10/um-outro-tipo-de-cncer.html" target="_blank">Um outro tipo de câncer</a> &#8211; Liliane Ferrari</li>
</ul>
<p>Aproveite para navegar pelos textos anteriores:</p>
<ul>
<li><a title="Outubro Rosa: Semana I - LuluzinhaCamp" href="http://www.luluzinhacamp.com/2008/10/07/outubro-rosa-semana-i/" target="_blank">Outubro Rosa: Semana I</a></li>
<li><a title="Outubro Rosa: Semana II - LuluzinhaCamp" href="http://www.luluzinhacamp.com/2008/10/14/outubro-rosa-semana-ii/" target="_blank">Outubro Rosa: Semana II</a></li>
<li><a title="Outubro Rosa: Semana III - LuluzinhaCamp" href="http://www.luluzinhacamp.com/2008/10/21/outubro-rosa-semana-iii/" target="_blank">Outubro Rosa: Semana III</a></li>
</ul>
<p>Se não tiver tempo pra ler mais nada, veja ao menos esse <a title="Eu venci o câncer! - LuluzinhaCamp" href="http://www.luluzinhacamp.com/2008/10/14/eu-venci-o-cancer/" target="_blank">emocionante depoimento da Irene Yovanos, que venceu o câncer de mama</a>.</p>
<p><strong>Update</strong>: a Fabi, amiga da LadyRasta, c<a title="Pense Rosa" href="http://tekaefabi.blogspot.com/2008/10/pense-rosa.html" target="_self">hegou nos 56 do segundo tempo</a>. Mas tá valendo, né?</p>
<p>Related posts:<ol>
<li><a href='http://www.luluzinhacamp.com/outubro-rosa-semana-i/' rel='bookmark' title='Outubro Rosa &#8211; Semana I'>Outubro Rosa &#8211; Semana I</a></li>
<li><a href='http://www.luluzinhacamp.com/outubro-rosa-semana-ii/' rel='bookmark' title='Outubro Rosa &#8211; Semana II'>Outubro Rosa &#8211; Semana II</a></li>
<li><a href='http://www.luluzinhacamp.com/outubro-rosa-semana-iii/' rel='bookmark' title='Outubro Rosa &#8211; Semana III'>Outubro Rosa &#8211; Semana III</a></li>
</ol></p>]]></content:encoded>
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