Um pedido para Babi Maués

A Babi Maués é uma Luluzinha feminista, mulher querida e lutadora. No dia 29 de dezembro seu companheiro, Marcos, sofreu um grave acidente em Alter do Chão no Pará, após mergulhar em um rio. Marcos passou por cirurgia na coluna cervical em Santarém e no momento não corre mais risco de vida. Porém, está paraplégico e sem seguro de saúde precisa muito de ajuda para custear seu tratamento e remoção para São Paulo, onde moram num apartamento de três andares sem escadas.
Em meio a esta situação complicada, emerge a solidariedade. A gente pode ajudar em dinheirinhos (quanto puderem, sempre). Domingo haverá feijoada (convites esgotados) e, em breve, outros eventos para ajudar a nossa dupla dinâmica. Vamos nos unir à campanha. Espalhe, escreva, convoque. A nossa rainha já contou pros seus leitores.

Bem vinda

– Oi, meu nome é Marina, sou publicitária, palhaça e moro na Suécia.

– Bem vinda, bem vinda, bem vinda, bem vinda. Seja bem vinda!

Vocês conhecem muito bem esse tipo de reação na lista e hoje o diálogo por aqui é com o próprio LuluzinhaCamp. Eu não me lembro de ter feito uma apresentação, talvez por ter sido muito no começo da lista e a maioria já se conhecia de outros camps da vida. Ou porque talvez a lista ainda não tivesse adquirido essa dinâmica que eu nunca havia visto funcionar.

Participo de algumas listas, umas morreram, outras se transformaram, outras são totalmente nonsense e outras são apenas classificados de qualquer coisa. Mas o que me chama a atenção no Luluzinha é a questão do respeito. Sim, é óbvio que temos briguinhas. É óbvio que temos desavenças e opiniões contrárias. É óbvio porque somos humanas. Estou longe de achar que o Luluzinha é um grupo de santas. O que eu acho bonito nisso é que existe um respeito – que eu adoraria entender de onde vem exatamente – que não deixa desgastar o ego de ninguém.

Primeiro eu achei que o motivo era porque éramos mulheres. Só que, assim que cheguei à Suécia, procurei o “Luluzinha” daqui. Mandei email pra lista, fiz o processo todo que elas pediam, cheguei a conversar inclusive com a moderadora (que estuda com meu namorado, não é uma pessoa tão longe assim). Quatro meses se passaram e eu nunca consegui entrar na lista. Eu sei que a discussão nesse caso é mais longa e que existem outras variáveis, como lista abandonada, lista cheia, xenofobia ou descaso das moderadoras. Mas fico com a conclusão de que não basta ser um grupo de mulheres.

Não descobri ainda a fórmula perfeita. Talvez seja mulheres + Brasil + moderadoras elegantes + paciência + seres humanos cheios de hormônios e neurônios. Ou talvez não tenha nada a ver com isso e só seja explicado pelas duas palavrinhas muito faladas na lista: “bem vinda”.

O que rolou no #LuluzinhaCampRJ 8

Olá Lulus!

Neste último sábado, aqui no Rio, rolou o oitavo #LuluzinhaCampRJ!

Rolou lá no @beesoffice, que nos ofereceu um espaço maravilhoso, com e wireless e  muitas tomadas para ligar os notes e nets das meninas!

Em 2011 começamos a tradição do fotorecado, iniciado no LuluzinhaCamp nacional pela @gabibutcher!

Nesta edição, quem fotografou foi a @melsalvi! Obrigada, Mel!

a queridíssima @anaerthal e seu foto recado

Começamos com um bate papo sobre comunicação integrada, com a @renata_lino, que explicou como grandes empresas dividem suas campanhas entre duas ou mais agências, que por sua vez precisam acertar os ponteiros para fazer uma campanha coesa nas suas respectivas mídias.

A @cfsardinha do Tecnologia Outonal, tirou várias dúvidas sobre diversos temas de tecnologia.

@masesignbijoux, @cfsardinha, @bia_maravilha

Em seguida, @anaerthal lançou um questionamento importante sobre a importância de orientarmos principalmente os jovens sobre como utilizar as redes sociais. A partir deste questionamento, @missmoura também se juntou ao debate. O papo rendeu bastante e conversamos desde o uso das redes para alimentar egos e preencher vazios e dos perigos da superexposição até a monetização de contas que deram certo nas redes.

Tivemos também a @harpias, que falou sobre como a sua conta pessoal, cheia de ironia e sarcasmo, se tornou um personagem fictício e conquistou milhares de seguidores.

A @bia_maravilha falou sobre o seu trabalho como SEO de conteúdo e esclareceu diversos pontos sobre busca e cuidados relacionados a conteúdo. O assunto movimentou as blogueiras, que aprenderam a aproveitar e cuidar melhor do conteúdo de seus blogs!

Ao final, @anaclaudiabessa e @deniserangel deixaram um questionamento para o próximo #luluzinhaCampRJ:

– O que mudou em sua rotina em relação ao consumo consciente?

@anaclaudiabessa e @deniserangel - O que mudou em sua rotina em relação ao consumo consciente?

Gostaríamos de agradecer às queridas @s que estiveram presentes para movimentar o espaço de debate do #LuluzinhaCampRJ 8.

Obrigada também ao @beesoffice, Espaço de Coworking por nos ceder o espaço, à @fingrsbrasil for enviar um kit mara para sorteio e à @madesignbijoux, que além de ceder 3 peças para sorteio, levou pães de mel deliciosos para todas as Lulus!

pães de mel delicinha da @madesignbijoux

Um beijo enorme às Lulus que estavam lá, debaixo de chuva e com o trânsito caótico de uma tarde de sábado com o aterro fechado.

E às Lulus que não puderam comparecer, um forte abraço e aguardamos vocês em 2012!

Que venha o #LuluzinhaCampRJ 9!! o/

 

Por trás do biquíni: uma campanha pra cuidar de nossos corações

biquini_badge

Por muito tempo se pensou que os homens eram o principal grupo de risco para problemas cardiovasculares. Mas a pílula, a mudança dos hábitos e a inclusão no mercado de trabalho mudaram isso – e hoje as mulheres correm tanto risco quanto os homens. No Brasil, todo ano, morrem 20 mil mulheres por conta de AVC (Acidente Vascular Cerebral) e infarto. Sim, esta é a principal causa de morte entre as mulheres.

Por isso está no ar a campanha O que mais existe por trás de um biquíni? Um convite para que a gente descubra a importância de cuidar da saúde de nossos corações. Sim, vamos ao ginecologista uma vez por ano. Mas ele não cuida dos detalhes fundamentais para checar os detalhes cardiológicos.

Aí a Medtronic assumiu a empreitada e está no ar o site O que mais existe por trás de um biquíni? Lá a gente encontra dados importantes sobre as doenças e a informação que precisamos para o nosso check-up. Que, sim, queridas, é pra ser feito todo ano para quem tem mais de 40 anos!

Os dados:

  • No mundo, as doenças cardiovasculares são a maior causa de mortes entre as mulheres: 8 milhões todo ano. Sim, é mais que o câncer de mama.
  • O infarto mata mais mulheres que homens.
  • Entre as brasileiras, 1 em cada 5 mulheres corre risco de desenvolver doenças cardiovasculares.
  • Os sintomas são diferentes nas mulheres. À beira de um infarto, sentimos náusea, fraqueza, dores gástricas e falta de ar – sintomas que podem ser confundidos com outras doenças.

Prevenção e tratamento:

  • Histórico familiar – quem tem cardíacos na família tem mais chances
  • Depois do 40, visite o cardiologista. Se ainda não tem um, pergunte em nosso grupo de discussão – a gente sempre tem uma indicação bacana 😀
  • No climatério e após a menopausa é hora de redobrar os cuidados. Sim, os nossos hormônios nos protegem, porque deixam os vasos mais flexíveis e saudáveis. Quando eles saem de cena, a coisa complica.
  • Pouco sal e açúcar (duh) – todo cuidado com os industrializados e pouco refrigerante.
  • Dieta balanceada
  • Exercício físico: 30 minutos de atividade moderada todo dia resolve a questão.
  • Não fumar…
  • Olho vivo no peso (tem que estar com IMC bacana) e circunferência abdominal. A recomendada para brasileiras tamanho normal é 80 cm (não se aplica às compridas, como eu e Júlia Reis).

O convite:

Todas as blogueiras (e blogueiros) estão convidados para participar da blogagem coletiva. Entre 3 e 11 de novembro vamos falar do assunto, postar fotos e alertar a mulherada para a importância de cuidar do coração. O selinho está aqui. Pode pegar, que a casa é sua.

<a href="http://luluzinhacamp.com/"><img class="alignnone" title="O que mais existe por trás do biquíni?" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/10/bikini_badge-100x100.png" alt="O que mais existe por trás do biquini?" width="100" height="100" /></a>

Toda a informação está aqui: O que mais existe por trás do biquini?

Encontro das Blogueiras Feministas

Feministas
O cartaz do encontro, feito por Dani Hasse.

Sábado, dia 22 de outubro, tive o prazer de ir ao 1º Encontro das Blogueiras Feministas. O encontro, fechado para quem é da lista de discussão, me acolheu lindamente. Foi um dia intenso, marcado por duas discussões: As mulheres na comunicação e Feminismo é política.

Primeira coisa: orgulho de ver o modelo que a gente construiu no LuluzinhaCamp funcionar para outras coisas. Sim, o encontro foi organizado pelo grupo, cada uma com a sua função, para acolher quem pôde comparecer. A questão é outra, mas a mulherada continua mostrando que, em matéria de organização é nota mil.

Segundo orgulho: saber que um grupo organizado de blogueiras consegue estar presente em muitos lugares, representar as necessidades da mulher e falar das nossas necessidades. Sim, porque são as feministas, ao fim e ao cabo, que lutam pelos nossos direitos – todos eles, da igualdade de salários à legalização do aborto, passando pelo enfrentamento à violência doméstica. Quem torce o nariz ao feminismo como movimento, acaba dando as costas a questões fundamentais para o bem estar da mulher.

Foi um dia intenso, de encontrar quem só conhecia da interwebs (oi, @fabianamontroni!) e reencontrar muitas queridas (né, Francine Emília?). Os painéis foram bacanas, intensos e bastante debate e questionamento.

Pessoalmente, fiquei muito ranzinza depois do encontro – quem segurou o rojão foi a Denise Rangel, que estava hospedada comigo. Afinal, política tem este efeito: mau humor sem fim. E fica a consciência de que a gente tem que falar sempre, participar mais e fazer tudo o que for possível. Haja humanidade para ser mulher.

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Outubro Rosa

Outubro Rosa 2014

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