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	<title>LuluzinhaCamp &#187; internet</title>
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	<description>Onde a mulherada se encontra</description>
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		<title>TEDx Jovem@Ibira – parte 2</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 13:15:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatimichels</dc:creator>
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		<category><![CDATA[TEDx]]></category>

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		<description><![CDATA[Continuação do post sobre o TEDxJovem@Ibira. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_3034" class="wp-caption aligncenter" style="width: 249px"><a href="http://www.luluzinhacamp.com/tedx-jovemibira-%e2%80%93-parte-2/luyando-katenda/" rel="attachment wp-att-3034"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/12/Luyando-Katenda.jpg" alt="Luyando Katenda" title="Luyando Katenda" width="239" height="327" class="size-full wp-image-3034" /></a><p class="wp-caption-text">Luyando Katenda</p></div>
<p>Bom dia! E aí? Aproveitou os links?
</p>
<p>Vamos aos dois últimos blocos.
</p>
<p>Pera lá, ao almoço.
</p>
<p>Depois do teatro do oprimido, não era só eu que estava fora de órbita.  Estávamos, como eu disse, há quase 6 horas lá, estimulados por cada palestrante, um passinho para fora da sua zona de conforto por favor?
</p>
<p>E veio o almoço quentinho. Almoço vegano, um macarrão com molho de tomate caseiro bem temperado, para acompanhar tomatinhos pequenos e queijo ralado (opcional). Tudo ao gosto do freguês, servido em bowls de vidro com suco para acompanhar. Foi quando pudemos conversar sobre nossas impressões. E conversamos, tanto e sobre todos os assuntos possíveis, tanto que epa! Quase chegamos (muito) atrasadas &#8211; né Gabriela?
</p>
<p><strong>Terceiro Bloco – Minha comunidade, meu mundo<br />
</strong></p>
<p>Voltar para a sala e encarar o <strong>TREME TERRA</strong>, com instrumentos de percussão a todo vapor foi uma loucura.  Um coletivo de dança, arte e muito, muito som. Quem consegue imaginar uma roda de tambor dentro de uma sala onde as 100 pessoas cabiam justinhas?
</p>
<p>Como eu adorei esta coisa de dinâmica, vou propor uma agora.  Clica no link abaixo, afasta a cadeira e levanta. Dança um pouco, vamos?
</p>
<p><a href="http://vimeo.com/25586509">http://vimeo.com/25586509</a>
	</p>
<p>Não tem como descrever o que aconteceu neste momento. 100 pessoas de pé, e muita energia boa para guardar pra micro revolução. Você que já está a dois dias acompanhando o texto, já pensou na sua?
</p>
<p><strong>Ricardo Montero</strong> – Faz parte do Projeto &#8220;<a href="http://www.umtetoparameupais.org.br/">Um Teto para meu País</a>&#8221; que está em 19 países, e que no Brasil construiu com a força do voluntariado 737 residências para pessoas que vivem em condições de pobreza extrema. Ricardo contou de sua trajetória e de como o projeto iniciou. Natural do Chile, o advogado nos mostrou que para a mudança ser possível basta uma coisa, a vontade. E que em grupo a vontade fortalece e produz resultados.
</p>
<p>Links – <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Um_Teto_para_Meu_Pa%C3%ADs">Um teto para o meu país na Wikipédia</a>
	</p>
<p>Quer fazer a diferença e fazer parte da mudança participando do projeto? Corre <a href="http://umtetoparameupais.org.br/2011/11/23/ultima-construcao-do-ano-inscreva-se-e-seja-voluntario/">e se inscreve</a> até o dia 10!
</p>
<p><strong>Luyando Katenda</strong>  &#8211; Natural da Zâmbia, com 16 anos, é embaixador do Unicef pelos direitos das crianças na <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A2mbia">Zâmbia</a>.  Participou da do Evento Climate Change na Dinamarca e atua na formação de redes, recrutando outros jovens para lutarem por mudanças na relação com o meio-ambiente.  Ele contou que desde os quatro anos de idade, com o apoio dos seus pais ele atua em questões envolvendo Direitos Humanos. Na comemoração do 90º aniversário de Nelson Mandela, foi cumprimentado pelo ex-presidente que lhe disse que ele estava no caminho certo.
</p>
<p>Links: <a href="http://www.unicef.org/brazil/pt/overview_9538.htm">Quem são os embaixadores da Unicef?</a>
	</p>
<p>
		<a href="http://www.unicef.org/infobycountry/zambia_53515.html">Luyando Katenda na Unicef</a>
	</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Vinícius e Márcio</strong> – Ex-alunos e participantes da ONG Fênix, contaram um pouco da história de como a Escola Estadual Professor Antônio Alves Cruz escapou de ser fechada e virou palco para a ação de pessoas interessadas em ouvir a comunidade escolar e batalhar por melhorias da educação local. Este ano a escola passará a oferecer aulas em período integral e conta com uma <a href="http://www.myspace.com/projetocalonamao">Oficina de Maracatu</a>.
</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Restinga Crew</strong> – Vindos da Restinga, bairro que fica a 22 km de Porto Alegre para onde foram transferidos os migrantes marginalizados que habitavam a capital do Rio Grande do Sul na década de 60, compõe um grupo de Hip Hop formado em 2003 e que realiza oficinas de rap, grafite e dança, unindo a comunidade e ultrapassando fronteiras.
</p>
<p>Links <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Restinga_(Porto_Alegre)">Bairro Restinga</a>
	</p>
<p><a href="http://crews.webnode.com.br/restinga-crew/">Restinga Crew</a>
	</p>
<p>
 </p>
<p>10 minutinhos para esticar as pernas e começamos o
</p>
<p><strong>Quarto Bloco – Mo-Vi-Men-Te-Se<br />
</strong></p>
<p><strong>Luan Luando</strong> – Está anotada no meu caderninho a frase que mais me marcou
</p>
<p><strong>Você não faz o mundo para você.<br />
</strong></p>
<p>Agora é nóis, depôôôis é nóis e nóis de noooovo.
</p>
<p>Chamando a plateia para repetir com ele o refrão, a Poesia invadiu o TEDx com força e simplicidade. Difusor da literatura feita na quebrada, presente em vários movimentos literários feitos na periferia.
</p>
<p>Links –  <a href="http://www.youtube.com/watch?v=VyR01yAyQIM">http://www.youtube.com/watch?v=VyR01yAyQIM</a>
	</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Luis Otávio Ribeiro &#8211; </strong>Em qualquer evento, é comum olharmos a lista de palestrantes antes né? Esta era uma das minhas palestras &#8216;esperadas&#8217;. Porque o <a href="http://catarse.me/pt">Catarse</a> é um sucesso e eu estava doida para escutar o Luis.  Quando ele foi para o palco e falou que estava nervoso, a plateia estava silenciosa, mais um pouquinho e todos se levantaram para aplaudir de pé e encorajar o jovem  de 21 anos que ia falar do surgimento do projeto de sua vida. Achei um gesto tão bonito, era como se pudéssemos mostrar para ele a importância dele estar ali.
</p>
<p>E então a voz soltou e falou sobre o surgimento do Crowdfunding no Brasil, sobre o nascimento do Catarse (ele é um dos oito fundadores)  e nos mostrou que em um ano de existência o projeto possibilitou que 130 projetos fossem viabilizados através do financiamento colaborativo. Na prática é assim &#8211; qualquer pessoa pode ajudar no financiamento de um projeto criativo com doações a partir de 10 reais. Basta entrar no site, escolher o projeto que mais te agrada e colaborar.
</p>
<p>Fan Page &#8211; <a href="http://www.facebook.com/Catarse.me">http://www.facebook.com/Catarse.me</a>
	</p>
<p><strong>Tatiana Achcar </strong>Do caderninho de anotações, copiado do telão que apresentava a Tatiana
</p>
<p><strong>A cada passo que dou, o meu mundo se move<br />
</strong></p>
<p>De bicicleta ela viajou durante um ano coletando aprendizados de sustentabilidade nos Estados Unidos, Nova Zelândia e Indonésia. Tatiana é jornalista e possui uma coluna no portal Yahoo Notícias onde escreve sobre <a href="http://colunistas.yahoo.net/colunistas/40/index.html">meio-ambiente</a>, no evento contou como foi o processo de ultrapassar a barreira da bolha de conforto e se lançar rumo ao desconhecido, e do que aprendeu e sobre os lugares que visitou.
</p>
<p><strong>Gail Mooney &#8211; </strong>Ela é fotógrafa e nos contou sobre sua trajetória profissional e sobre o surgimento da ideia de realizar o documentário, que foi possível graças as milhas, pontos de hotéis e um crowdfunding  no<a href="http://www.kickstarter.com/" target="_blank"> kickstarter</a>. Junto com sua filha, que é parceira no projeto, Gail mantém o blog  <a href="http://openingoureyes.net/" target="_blank">http://openingoureyes.net/</a><br/><br/>Assista ao trailer aqui &#8211; <a href="http://www.youtube.com/watch?v=5SDZss4fF6E" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?v=5SDZss4fF6E</a>
	</p>
<p>O filme foi exibido no dia 05/12 as 19h no MIS e eu perdi a exibição pois precisava voltar para casa,  mas fiquei morrendo de vontade de assistir.
</p>
<p><strong>Sara Zarucky &#8211; </strong>A professora Sara Zarucky  chegou com uma pergunta. O jovem é ouvido? O jovem é levado a sério?  Formada em Ciências Sociais, ela dá aula de Cidadania, responsabilidade social e ética <a href="http://www.saomartinho.org.br/">na Associação São Martinho</a><strong>.</strong> Compartilhou experiências e contou um pouco da sua experiência com os jovens. Em suas aulas ela busca abordar temas como consumo, relações sociais e propaganda.
</p>
<p><a href="http://pesquisa.osonhobrasileiro.com.br/indexn.php">Projeto Sonho Brasileiro</a>
	</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Paul Lafontaine &#8211; </strong>Criador do <a href="http://www.youtube.com/watch?v=7bVO9hSn8Ns">Projeto Alma de Batera</a> fez a palestra de encerramento do TedxJovemIbira, deixando todos emocionados, encantados e porque não? Mais confiantes de que qualquer um em qualquer lugar pode ter sua micro revolução. Paul é filho de estrangeiros e poderia ter feito escolhas que agradassem seus pais, que lhe dessem uma vida mais hmm simples? Mas escolheu seguir seu coração e eu amo gente assim logo de cara. A palestra foi encerrada com um exercício de bateria realizado por um de seus alunos, o Caio, que mostrou ali, ao vivo o que o Paul chama de Alma de Batera, esta conexão com a música e com o instrumento que é capaz de modificar vidas.
</p>
<p>
 </p>
<p><strong>O encerramento<br />
</strong></p>
<p>Lágrimas e mais lágrimas e não podia ser diferente.  Depois de um dia inteiro com vários momentos emocionantes, com lições de vida de gente muito especial, de trocas e crescimento conjunto, a emoção do André era a nossa emoção. Nas lágrimas da plateia, a vontade de um mundo diferente, de fazer parte desta transformação.
</p>
<p>Na saída os desenhos que foram feitos durante o evento por  Vitor Massao, Rangel Mohedano, Amanda Gambale Borges, Victor Farat  e Eduardo Shimahara,  enfeitavam as paredes, ganhamos mudas de ipê amarelo com um cartão para efetuar o registro no site.
</p>
<p>E &#8230; fim?
</p>
<p>Não, a micro revolução apenas começou.
</p>
<p>Participe, inove, movimente-se, reaja, <a href="http://www.facebook.com/groups/300266559990319/">venha se juntar a nós.</a>
	</p>
<p>E obrigada pela companhia, peço desculpas pelas eventuais &#8220;inexatidões&#8221; na sequência das palestras, espero que tenha conseguido passar um pouco do que aconteceu no evento e que você que teve paciência para me acompanhar neste relato tenha se interessado para saber mais sobre o TedX.
</p>
<p>Deixo um refrãozinho que gruda na cabeça (we are unstoppable, another world is possible) que está <a href="http://www.youtube.com/watch?v=n2-T6ox_tgM">aqui</a> &#8211;  assiste o vídeo e bora começar a sua micro revolução.
</p>
<p>See you folks <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
<p><a href="http://www.instantaneoambiental.blogspot.com/">Tatiana</a>
	</p>
<p>Foto: TEDxJovem</p>
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		<title>Relato de Luluzinha: TEDxJovem@Ibira, primeira parte</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 17:05:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>tatimichels</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O relato de Tatiana Michels sobre o TEDxJovemIbira, que aconteceu em S. Paulo. Inspire-se, emocione-se e entre nesta onda. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/relato-de-luluzinha-tedxjovemibira-primeira-parte/tedxjovemibira/" rel="attachment wp-att-3030"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/12/tedxjovemibira-590x239.jpg" alt="TEDxJovem @Ibira" title="TEDxJovem @Ibira" width="590" height="239" class="aligncenter size-medium wp-image-3030" /></a></p>
<blockquote><p>A Tati falou no nosso grupo de discussão sobre o evento. Eu a convidei para contar como foi o TEDxJovem@Ibira, que aconteceu no último dia 4 de dezembro.<br />
Reserve um tempo para se emocionar e embarque na micro revolução com a gente<br />
Lucia Freitas
</p></blockquote>
<p>Eu sempre tenho fotos, e com isso acho que não preciso falar sobre né?
</p>
<p>Mas desta vez a microrrevolução começou cedo, quando eu li as letras pequenas no email que dizia que não seriam permitidas fotos e filmagens. E agora Josefa?
</p>
<p>Daí guardei a câmera e assisti o evento todinho com 2 fotos tiradas com o celular. Não twittei, não postei no facebook, mas acompanhei cada segundo com atenção.
</p>
<p>Mesmo quando vi galera fotografando respirei fundo e decidi que o aviso era para mim, participar de algo sem ficar fotografando e pensando em ângulos e luz realmente é uma revolução pessoal, resolvi aceitar o desafio e voltei os olhos para o palco. Os olhos, sem a lente de vidro de intermediária. Os olhos que derramaram lágrimas em vários momentos, e que eu ficava tentando secar com a ponta da camiseta. Fica a dica, vai a um TEDx? Leve lenço.
</p>
<p><strong>O credenciamento<br />
</strong></p>
<p>Eu sempre chego com o estômago borboletado, muita ansiedade e coração aberto para conhecer pessoas e realmente aproveitar.
</p>
<p>Então as 7h45 eu já cheguei falando e conheci o João, um gaúcho de Erechim que estava em SP pela primeira vez. Uma das minhas coisas favoritas do TEDx é a empolgação, a plateia está ali realmente para criar conexões.
</p>
<p>co-criação, coletivamente, nós. NÓS. Não é lindo?
</p>
<p>Crachá de papel semente pendurado no pescoço, sacola retornável com uma revista, o livreto do evento e uma caneca lindona de fibra de coco. Não havia copo descartável, cada um com sua caneca. Lembrei da Lúcia  Freitas. No e-mail da seleção dizia para levarmos um lanche, entreguei os meus bolos e fomos chamados para &#8230;
</p>
<p><strong>A dinâmica<br />
</strong></p>
<p>O Fernando Conte e o Breno Valentini, da organização nos chamaram para a dinâmica lá fora, e eu fui (confesso que morro de timidez nestes momentos). Valeu a pena, foi uma coisa bem simples, sem grandes scripts, natural, e logo todo mundo estava rindo. Ingrid Inteligente, Breno Bem humorado, Francisco Forte, Fernando Feliz, André Animado, Marcelo Muito animado, Tatiana Teimosa e mais 40 adjetivos e risadas que conseguiram cumprir o objetivo de quebrar o gelo e fazer todo mundo começar a conversar.
</p>
<p>O André Gravatá frisou isso em vários momentos, aproveitem que estão aqui, se conheçam, troquem contatos, marquem coisas juntos.  Não sabe como puxar assunto? Ele deu a dica, pergunte como a pessoa come bolacha recheada <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
<p><strong>O café</strong> &#8211;
</p>
<p>Depois da dinâmica, veio o café, com muitas frutas e agua de coco. Nada descartável, lixos para reciclar.  Gelo devidamente derretido, já era possível ver rodinhas e grupos conversando.
</p>
<p>A ansiedade pelo início do evento era grande&#8230;.
</p>
<p>Todo mundo sentado. Adoro olhar para os lados e ver mil olhos brilhantes.
</p>
<p>Bloco 1  -<strong> O que você faz com o que está na sua frente? </strong>
	</p>
<p><strong>David Rocha</strong> &#8211; Entrou no palco um jovem-homem para contar sua história. Ele trazia nas mãos um violino. &#8220;E a madeira ganha vida&#8221;. Com madeira recolhida do lixo ele construiu seu primeiro violino. Contou de sua participação nas oficinas, onde aprendeu a construir o instrumento. Onde aprendeu a tocá-lo. E então tocou. Tocou cada um de nós. &#8220;Esse é o som que eu consegui tirar do lixo&#8221;.
</p>
<p><strong>Julia Toro</strong> &#8211; Mais uma dinâmica! Fechem os olhos, silenciem, sintam que estão aqui. Abram os olhos, bom dia pessoal! Mais uma dinâmica para acordar o corpo e a alma, risos e então Julia contou um pouco da sua hitória, mostrou fotos, falou sobre a <a href="http://tv.estadao.com.br/videos,CONHECA-O-BENGIRA-UM-DOS-TRABALHOS-SOCIAIS-DO-TEDX-JOVEM-IBIRA,153899,256,0.htm">Bengira</a>, onde aproveita sua trajetória artística e acadêmica para realizar trabalhos de transformação social.  Mais uma vez o lixo vira matéria prima e vira arte, vira moda, e transforma vidas.
</p>
<p><strong>Ivo Pons<br />
</strong></p>
<p>Eu já havia assistido uma palestra do Ivo no TedXFloripa e antes do evento fui bem cara de pau dar um abraço nele, agradecer o que havia aprendido.  O presidente e fundador de uma rede de desenvolvimento social chamada <a href="http://www.designpossivel.org/sitedp/">Design Possível</a> é uma simpatia. Nesta palestra falou sobre a importância de buscar novos desafios, da importância de não temermos o erro, da importância do erro no amadurecimento dos projetos. E contou um pouco da trajetória do grupo, eu fiquei feliz em saber que Florianópolis é um dos locais onde a semente foi plantada e está crescendo.
</p>
<p>Falou também dos grupos de formação, onde os grupos produtivos conseguem se apropriar do projeto, onde o projeto que antes era de poucos, passa a ser o projeto de todos. E através da co-criação os coletivos se fortalecem.
</p>
<p><strong>Ísis Soares<br />
</strong></p>
<p>A palestra foi tão linda que não tenho vergonha de contar que passei a maior parte do tempo chorando, as lágrimas escorriam pelas bochechas.  <a href="http://cbjmbr.blogspot.com/">O projeto Cala-boca já morreu</a> busca garantir espaço de manifestação de crianças e adolescentes.  E Ísis encantou contando de sua infância na rádio comunitária, falou sobre a importância da educação pelos meios de comunicação. Mas não programas feitos PARA as crianças e jovens, mas feito por eles. Afinal criança tem voz não é mesmo? E fala de coisas sérias, e é sujeito de todos os seus processos, pq então não teria o direito de se manifestar?
</p>
<p>Facebook &#8211;  <a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100001847594549">https://www.facebook.com/profile.php?id=100001847594549</a>
	</p>
<p><strong>Peetssa<br />
</strong></p>
<p>Ativista, fotógrafo, voluntário, curioso, falou sobre fontes alternativas de geração de energia, com direito a demonstração de um gerador feito com.. adivinhe? LIXO. Mais especificamente lixo eletrônico, com hds quebrados ele desenvolveu um gerador de energia limpa. Escrevi no meu caderninho às pressas algumas frases dele.
</p>
<p>Não se faz revolução sozinho.
</p>
<p>O lixo é o novo garimpo
</p>
<p><a href="http://www.peetssa.com.br/">Confira a página do Peetssa</a> (no menu de navegação tem o link do gerador de energia)
</p>
<p>Hora de uma pausa?
</p>
<p> Vamos tomar uma água de coco e compartilhar um pouco da empolgação, nesta hora encontrei a Tarsila, que faz parte de dois coletivos do qual eu faço parte, o <a href="http://www.luluzinhacamp.com/">Luluzinha Camp</a> e do grupo das <a href="http://blogueirasfeministas.com/">Blogueiras Feministas</a>. Conheci também a Gabriela e pudemos trocar idéias e contatos para falamos de Hortas Comunitárias.
</p>
<p><strong>Segundo Bloco – Transformando Muros em Pontes<br />
</strong></p>
<p>
 </p>
<p><strong>Natália Garcia</strong> &#8211; jornalista que conseguiu sair  de sua zona de conforto ao trocar o carro pela bicicleta. Criadora do projeto Cidades para Pessoas, que teve uma parte do financiamento obtido por  <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Financiamento_coletivo">crowdfunding</a>  no <a href="http://catarse.me/pt">Catarse</a>. Aqui eu vou deixar o link, pq a apresentação do projeto é linda demais e eu vou esperar aqui até você ir lá assistir.
</p>
<p><a href="http://vimeo.com/18868465">http://vimeo.com/18868465</a>
	</p>
<p>Pronto? A Natália está na metade do projeto, já viajou por 7 cidades e nos apresentou um resumo de tudo o que aprendeu e  através de um <a href="http://www.facebook.com/photo.php?fbid=242374212487164&amp;set=pu.150659491658637&amp;type=1&amp;theater">desenho bacanérrimo</a>  feito pela Juliana Russo, de um mapa da cidade de são Paulo onde ela mostrou várias possíveis soluções para problemas locais
</p>
<p>- É possível nadar em rios que já foram muito poluídos
</p>
<p>- Criação de um conselho técnico de apoio – Quem melhor do que os habitantes para saber quais os problemas e soluções para seus locais de trabalho e moradia? Dar voz e oportunidade para que as pessoas habitem a cidade.
</p>
<p>- Agricultura Urbana – as vantagens de plantarmos nas cidades, isso diminuiria o impacto ambiental no abastecimento de alimentos, e seria ótimo para permeabilizar o solo.
</p>
<p>- Consumo Colaborativo &#8211; Funciona mais ou menos assim, Tatiana tem um cortador de grama, e empresta para José que corta a sua grama e a do vizinho, que por sua vez faz a manutenção da máquina e ainda manda bolinhos para a Tatiana em agradecimento. Achou legal? Que tal colocar em prática?
</p>
<p>Redes Locais de Catadores de Lixo &#8211; Agora já sabemos que lixo é garimpo, e não o amontoado de coisas fedorentas né? Então porque não valorizar o catador, criar uma rede local e abolir os atravessadores, lixo é dinheiro e oportunidade, que está logo ali para ser aproveitada.
</p>
<p>- Centro não é lugar de carro – se você já ficou um pouquinho que seja preso em um engarrafamento vai entender que isso é quase uma questão de direitos humanos né?  Engarrafamento, poluição e distanciamento, quem curte?
</p>
<p>- As vantagens da bicicleta na vida das pessoas, bom para a economia e para saúde.
</p>
<p>Os links: <a href="http://cidadesparapessoas.com.br/">http://cidadesparapessoas.com.br/</a><span style="text-decoration:underline">; <a href="http://www.facebook.com/cidadesparapessoas">Fan Page no Facebook</a></span>
	</p>
<p><strong>Caio Braz</strong> – Através de um e-mail para 50 amigos ele começou sua micro revolução.  A rede Polinize reúne jovens que querem transformar a realidade do país através dos negócios.  É a união do propósito com o mundo dos negócios, afinal as coisas podem e devem ser diferentes.  E segundo Caio, a comunidade é o nosso espaço para a ação.  Pense grande, comece pequeno e ande rápido, a frase de Fábio Barbosa que fez o Caio ter o seu momento OPA!  Já está colada no meu mural.
</p>
<p>Links: <a href="http://www.facebook.com/pages/Empreender-Educa%C3%A7%C3%A3o/267746633271177?sk=app_56625786785">Fan Page no Facebook</a><span style="text-decoration:underline">; <a href="http://empreendereducacao.wordpress.com/">Blog Empreender Educação </a></span>
	</p>
<p><strong>Teatro do Oprimido<br />
</strong></p>
<p>O Ponto Educandário de Cultura, formado por jovens moradores do Jardim Educandário apresentou a peça &#8220;Liberdade Proibida&#8221;, que trata de uma história real sobre a liberdade de amar alguém do mesmo sexo.  Violência, preconceito e alternativas. A diretora do grupo Kelly Di Bertolli convidou o público a entrar em cena e propor soluções para os conflitos retratados. A apresentação foi linda e fascinante, e nos mostrou que através da arte conseguimos pensar em como podemos agir na vida real diante da opressão, partindo da posição do oprimido, buscando fortalecê-lo e mudar o final da história, que para ser feliz, deve ser feliz para todos, independente de raça, gênero ou opção sexual.
</p>
<p>A conversa sobre a peça se estendeu e eu fiquei pentelhando o João, ficamos brincando de imaginar em qual ponto da peça nos manifestaríamos pela mudança de rumos. Eu batendo o pé pela importância de uma virada de mesa por um dos agressores, que levantaria e falaria, ei isso não é nada legal, deixem ele em paz. Acabamos falando dos nossos grupos, onde vivemos e muitas vezes não nos posicionamos por pura inércia, ou nos afastamos em silêncio, omissão? Enfim, muitas divagações.
</p>
<p>Links <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_do_oprimido">Para saber mais sobre o Teatro do Oprimido de Augusto Boal</a>
	</p>
<p><a href="http://pontosdecontato.nosdarede.org.br/">Pontos de Cultura</a>
	</p>
<p><a href="http://pontoeducandario.ning.com/">Ponto Educandário</a>
	</p>
<p>Para ver o pessoal em ação:
</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=t1_Uw0CPHFU&amp;feature=related">Ponto Educandário de Cultura  VIDEO1 (BULLYING)</a>
	</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6GiQjfSptOo&amp;feature=related">Ponto educandário de Cultura Video2</a>
	</p>
<p>Aqui eu já estava fora de órbita, é muita ideia legal em pouco espaço de tempo. Junto com 100 pessoas . Realize: 6 horas imersa em um ambiente de transformação. É intenso, ou melhor, te dá espaço e alimento para ser intenso basta se entregar.
</p>
<p>Te convido a visitar os links, conversar no Facebook, comer uma comida honesta que deixe seu coração quentinho e prometo que estarei aqui amanhã. Foram 12 horas de evento, vale mais um post não vale?
</p>
<p>Um beijo e até amanhã.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Aprenda com seus erros</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/aprenda-com-seus-erros/</link>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 22:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<description><![CDATA[Quais foram os maiores erros no blog do LuluzinhaCamp e como foram corrigidos. Parte do Desfio 21 Dias - Edição 2011. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Syntax Error - Folded Up beyond all recognition, Simon Pow, CC-BY-NC-ND" src="http://farm1.static.flickr.com/104/252312738_e025b7edfa_z_d.jpg" title="Syntax Error - Folded Up beyond all recognition, Simon Pow, CC-BY-NC-ND" class="aligncenter" width="640" height="397" /></p>
<p>A 7ª tarefa do <a href="http://blosque.com/erros-blog">Desafio 21 Dias – Edição 2011 é encontrar entre 3 e 7 erros no blog</a>. A ideia é compartilhar o que já aconteceu – e os remédios que usamos – para manter os blogs funcionando bem.
</p>
<p>O primeiro &#8220;erro&#8221; era <strong>não ter backup atualizado</strong> do blog. <a href="http://drang.com.br/blog/2011/06/o-que-voce-nao-faz-backup-de-seu-blog/">Quando a Denise perdeu todos os seus arquivos</a>, em maio, o alerta vermelho bateu e providenciei a ferramenta para não cometer nunca mais este erro: <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-dbmanager/">WP-DB Manager</a>. Prático, rápido, instantâneo. E ainda recebo tudo por e-mail automagicamente. [<em>Depois de tempos eu fiquei imaginando porque o Gmail estava perto de 80% de uso. Já adivinharam? Sim, eu criei um filtro automático para a história e nem olho... <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em>]
</p>
<p><strong>Não ter busca no blog</strong> &#8211; Ainda não consegui resolver este – sim, eu já chamei a galera do X-Cake, que fez o nosso site, para tentar resolver. A busca aqui no LuluzinhaCamp não funciona. Ponto. Isso é um horror para qualquer leitor – e para todas nós, autoras, quando queremos procurar algo mais antigo. Humpft.
</p>
<p><strong>Usabilidade nenhuma</strong> – as informações sobre como funciona o nosso grupo e como participar estão lá, na home, aparentemente de forma clara. Então porque todo santo de vez em quando recebo e-mails via contato perguntando #comofaz? Não funciona, né? Eu não incomodo de responder por e-mail – já fiz até uma resposta pronta no Gmail. O jeito de resolver eu já disse e repito: novo layout virá em 2012.
</p>
<p><strong>Não checar constantemente os links das lulus</strong> – <em>mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa</em>. Sempre tem gente nova no grupo. Elas têm que preencher cadastro, onde ficam os blogs. E eu não checo constantemente este arquivo. Resultado: ficam montanhas de links quebrados ou desatualizados aí na nossa sidebar. Não pode, não deve, não quero. Só me toquei desta falha na primeira tarefa do Desafio 21 Dias. A partir de agora, uma vez por mês teremos checagem de links por aqui. Afinal, originalmente somos um grupo de blogueiras.
</p>
<p><strong>Mostrar mais a nossa cara</strong> – Nosso grupo é muito ativo e conversas rolam para todos os lados – e ficam fechadas na lista de discussão, isso não aparece aqui no blog. Vou aproveitar o Desafio – e a chegada do ano novo – para organizar um novo jeito de fazer isso. Quem quiser dar palpite, pode usar os comentários.
</p>
<p>Acho que é isso. Os comentários também estão abertos a suas críticas e sugestões. Afinal, muitos olhos funcionam melhor que um só par, não é? </p>
<p>foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/simonpow/252312738/in/photostream/" title="Simon Pow, CC-BY-NC-ND" target="_blank">Simon Pow, CC-BY-NC-ND</a></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Faxina básica no LuluzinhaCamp [Desafio21]</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/faxina-basica-no-luluzinhacamp-desafio21/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 15:29:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O primeiro desafio da lista está cumprido: plugins, links, checagens. Foi a primeira etapa do Desafio 21, do Blosque. 
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Então hoje <a href="http://blosque.com/blog-faxina/">começa o Desafio 21</a> de dona Nospheratt. Avisei que este ano vou participar com o LuluzinhaCamp porque há outras coisas acontecendo no Ladybug. E o Luluzinha merece tratamento VIP, não é mesmo? Então mesmo com o finalzinho da blogagem coletiva #portrasdobiquini, arregacei as mangas e trabalhei!
</p>
<p>Detalhe sórdido: justo hoje, que é o dia de mais trabalho, a internet resolveu ficar ruim&#8230; <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Checar links quebrados: Usei o Xenu&#8217;s Link Sleuth (TM) para achar os links quebrados. Faça isso sempre no seu blog! Arranquei montanhas de links de blogs que já fecharam, editei endereços e, confesso, usei o Outbound para dar nofollow em todos os grandes veículos de comunicação.
</p>
<p>Páginas de erro – Nunca tinha entrado no <a href="https://www.google.com/webmasters/">Webmasters</a> para o LuluzinhaCamp&#8230; O site não estava nem mesmo verificado! O.O Então foi a hora da verdade. O relatório: 41 páginas de erro.  Não entendo: arrumei todos os links que eram daqui (tem erro que vem de fora), mas lá não mudou nadica! Descobri o porquê: muitos dos links não encontrados estão em comentários. Tristeza ver que muita gente parou de escrever. Aproveitei, isso sim, pra mandar um sitemap pro Google, que ainda não estava por lá.
</p>
<p>Limpar as tranqueiras (plug-ins e widgets que não são usados): deletei todos dez plug-ins inativos ou não utilizados. Haviam três atualizações. E troquei o Platinum SEO pelo do <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/wordpress-seo/">WP-SEO do Yoast</a>, que vi no <a href="http://mamografiaevida.com">Mamografia é Vida</a> mês passado e é MUITO mais interessante (sem contar que ele já tinha feito o sitemap).
</p>
<p>Corrigir e realocar scripts: ble, o código do Flickr na home não estava funcionando – provavelmente há muito tempo&#8230; Claro né? A desligada aqui está usando uma outra conta e não atualizou. Corrigindo! Mesmo assim parece que há um problema de plugin&#8230; corre @lufreitas, corre!
</p>
<p>Detalhes do layout: Tá tudo certinho. Mas o blog tem umas questões de navegação importantes. Talvez redesenhar (de novo). <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Você faz a Internet</title>
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		<pubDate>Wed, 13 Jul 2011 10:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta. Bia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Este não é um post pago, é apenas um post para mostrar que boas idéias podem, muitas vezes, mudar a maneira como nos relacionamos com o mundo. O Google Chrome vem ganhando uma série de comerciais mostrando como as pessoas utilizam a internet para espalharem mensagens de apoio e entrarem em contato com outras pessoas. [...]
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este não é um post pago, é apenas um post para mostrar que boas idéias podem, muitas vezes, mudar a maneira como nos relacionamos com o mundo.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 460px"><a href="http://www.flickr.com/photos/steverhode/3183290111/in/photostream/"><img class=" " src="http://i18.photobucket.com/albums/b117/biancarpc/internet.jpg" alt="" width="450" height="300" /></a><p class="wp-caption-text">Imagem de Steve Rhode, no Flickr em CC</p></div>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.youtube.com/user/googlechrome#p/c/5308B2E5749D1696/0/7skPnJOZYdA" target="_blank">Google Chrome</a> vem ganhando uma série de comerciais mostrando como as pessoas utilizam a internet para espalharem mensagens de apoio e entrarem em contato com outras pessoas. A internet é infinita e podemos pensar que uma pessoa é ínfima dentro dela, mas esse universo é feito por cada um de nós. Por isso é importante que publiquemos posts em defesa dos direitos humanos, textos que combatam o preconceito, a intolerância e, que lutem pela liberdade, pelo planeta, por um mundo melhor. Pois é dessa maneira que a corrente é feita, por meio da interação entre as pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">Cabos, redes, velocidade, banda larga e outras estruturas não são o que fazem a internet. A informação não existe se não chega até nós, se não há pessoas produzindo, buscando, espalhando ou discutindo. Na internet ninguém deve se restringir a ser apenas consumidor, porque sempre há maneiras de contribuir em algo nessa imensa comunidade online.</p>
<p style="text-align: justify;">Até agora o Google Chrome tem <a href="http://www.youtube.com/user/googlechrome#p/c/5308B2E5749D1696/0/7skPnJOZYdA" target="_blank">4 comerciais</a>. E em 2 deles traz personagens que estão diretamente relacionados a comunidade LGBT: Dan Savage e Lady Gaga. Já falamos um pouco de Dan no post <a href="http://www.luluzinhacamp.com/nao-gosto-dos-meninos/" target="_blank">Não gosto de Meninos</a>. Diante de números assustadores de suicídios entre jovens gays, lésbicas, transexuais e transgêneros, Dan Savage decidiu criar um projeto que possa trazer esperança a milhares de jovens que sofrem todos os dias por não se sentirem aceitos. Lady Gaga é um dos símbolos da cultura pop-LGBT da atualidade. Suas músicas batem forte nas pistas e nos corações de diversas pessoas. Por meio da internet ela tem a chance de ter contato direto com seus little monsters. As pessoas são peças fundamentais para que a mensagem de Dan Savage ganhe o mundo e para o sucesso de Lady Gaga. E você que está lendo estas linhas faz parte disso. Você não está sozinh@.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p><iframe width="560" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/7skPnJOZYdA" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A Pública</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/a-publica/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 09:30:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Srta. Bia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Esses dias, por meio de um tweet aqui, um aviso num acolá, acabei chegando no site A Pública. Uma agência de reportagem e jornalismo investigativo que produz material de qualidade, licenciado em creative commons. E sabe qual o mais bacana? O projeto é capitaneado por três mulheres: Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino, que, [...]
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Esses dias, por meio de um tweet aqui, um aviso num acolá, acabei chegando no site <a href="http://apublica.org/" target="_blank">A Pública</a>. Uma agência de reportagem e jornalismo investigativo que produz material de qualidade, licenciado em creative commons. E sabe qual o mais bacana? O projeto é capitaneado por três mulheres: <a href="http://apublica.org/2011/03/equipe/" target="_blank">Marina Amaral, Natália Viana e Tatiana Merlino</a>, que, entre elas, têm seis prêmios Vladimir Herzog de  Direitos Humanos,  um prêmio Andifes de Jornalismo e um Prêmio Troféu  Mulher Imprensa.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://apublica.org/"><img class="aligncenter" src="http://i18.photobucket.com/albums/b117/biancarpc/Clipboard01.jpg" alt="" width="559" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo da Pública é produzir conteudo jornalístico de interesse geral, que muitas vezes não ganha espaço na grande mídia. A proposta da Pública é fazer jornalismo  “puro” – reportagem – em   parceria com veículos, instituições  e jornalistas independentes do   Brasil e do mundo. A organização <a href="http://wikileaks.org/" target="_blank">Wikileaks</a> e o jornalista   britânico <a href="http://www.transparencyinsport.org/" target="_blank">Andrew Jennings</a> estão entre os que já participam do projeto. A proposta também é produzir reportagens em diversos formatos – áudio, vídeo, foto,   texto, infográficos – utilizando as ferramentas do jornalismo digital   para trazer ao público informação de qualidade, com a interatividade  que  os recursos oferecem. A missão da Pública é fazer jornalismo de interesse   público com o máximo de independência, seriedade e profundidade  possível  – mas sem deixar de lado a sedução da boa reportagem. Entre as reportagens mais recentes há várias sobre os <a href="http://apublica.org/2011/05/araguaia-%E2%80%9Cestamos-mais-perto-da-verdade%E2%80%9D-diz-juiza/" target="_blank">desaparecidos na região do Araguaia</a> durante a Ditadura Militar.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://apublica.org/" target="_blank">A Pública</a> é uma boa notícia, num momento em que a mídia tradicional produz cada vez mais factóides ao invés de elaborar boas reportagens. O advento da internet trouxe o caráter instântaneo da notícia, mas não podemos esquecer da importância de nos aprofundarmos em temas complexos. Matéria de outubro de 2010 da Revista Piauí, entitulada: <a href="http://revistapiaui.estadao.com.br/edicao-49/anais-da-imprensa/caro-trabalhoso-chato" target="_blank">&#8220;Caro, trabalhoso, chato&#8221;</a> fala das dificuldades do jornalismo investigativo:</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 30px;"><em>Investigações jornalísticas são trabalhosas, caras, demandam tempo e nem  sempre rendem reportagens publicáveis. Pode se passar meses  escarafunchando um assunto e não conseguir material suficiente. A  maioria exige viagens e algumas requerem mais de um repórter trabalhando  em tempo integral. Também costumam ser bem mais longas do que as  matérias comuns, o que, no mundo do Twitter, lhes reduz o número de  leitores em potencial.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Para resolver essa questão, <a href="http://apublica.org/" target="_blank">A Pública</a> pretende trabalhar em colaboração com parceiros internacionais em apurações de maior fôlego e publicar reportagens por eles produzidas. Além de estabelecer parcerias com fundações e instituições para pesquisas de  longo prazo. O jornalismo investigativo não é tão popular nos dias atuais, em que as pessoas preferem se informar por meio de um tweet. Porém, é essencial para acreditarmos na função social do jornalismo e no fortalecimento do direito à informação. O nascimento de uma agência de jornalismo investigativo no Brasil, feita por mulheres, que disponibiliza gratuitamente o acesso gratuito à informação, deve ser celebrado num momento em que a internet permite o surgimento de uma sociedade mais aberta e colaborativa. Não deixe de acompanhar este projeto.</p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Blog recomendado: Blogueiras Feministas</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/blog-recomendado-blogueiras-feministas/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/blog-recomendado-blogueiras-feministas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 12:34:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
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		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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		<description><![CDATA[É com enorme orgulho que apresento o Blogueiras Feminstas, fruto da reunião de algumas das muitas mulheres bacanas que estão à solta nesta internet. Um blog realmente coletivo, feito sob medida para a gente experimentar o que é ser feminista a esta altura do campeonato. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/03/feminismo-1.jpg" alt="feminismo é a ideia radical de que mulheres são gente" title="feminismo-1" width="595" height="555" class="aligncenter size-full wp-image-2328" /></p>
<p>Você já conhece o <a href="http://blogueirasfeministas.com/">Blogueiras Feministas</a>? Deveria. É com enorme orgulho que apresento este blog, fruto da reunião de algumas das muitas mulheres bacanas que estão à solta nesta internet. Um blog realmente coletivo, onde você tem acesso a uma sinfonia, feita sob medida para a gente experimentar <a href="http://blogueirasfeministas.com/2011/a-construcao-da-violencia-contra-a-mulher">o que é ser feminista a esta altura do campeonato</a>.
</p>
<p>As vozes, ah, as vozes. Liberdade e igualdade – pode ser? E o olho ilumina com a inteligência da mulherada, que segura e instiga discussões, sem medo de ser feliz. E pra quem acha que feminismo é palavrão: prestenção! A galera tem um <a href="http://groups.google.com.br/group/blogueirasfeministas">grupo de discussão</a> – tão ou mais movimentado que o nosso – e compartilha conteúdo com a tranqüilidade e a leveza que a vida pede. E nunca deixa assunto sério passar batido.
</p>
<p>E ainda tem os <a href="http://blogueirasfeministas.com/2010/bbb-uniban-meninas-interesseiras-e-etc/">vídeos bacanas da Nessa</a>, uma das grandes revelações 2010/2011 – junto com uma galera bacana que também está lá. Antes de torcer o seu nariz, confira. </p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.luluzinhacamp.com/blog-recomendado-blogueiras-feministas/feed/</wfw:commentRss>
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		</item>
		<item>
		<title>O trabalho novo da nossa Cintia Costa</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/o-trabalho-novo-da-nossa-cintia-costa/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/o-trabalho-novo-da-nossa-cintia-costa/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 01:04:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresas]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[luluzinhas]]></category>
		<category><![CDATA[mídia social]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luluzinhacamp.com/?p=1851</guid>
		<description><![CDATA[Já está no ar a mais nova iniciativa da Natura, o portal adoromaquiagem, que tem na gerência de comunidade a queridíssima Cíntia Costa. Ela está lá para cuidar da comunicação, ouvir, responder e contar para os usuários – não só por lá, mas também em outras redes sociais – o que está acontecendo.
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter" title="Cintia Costa, no grupo do LuluzinhaCamp no Flickr" src="http://farm4.static.flickr.com/3399/3604729714_50b795f170_d.jpg" alt="" width="500" height="375" /></p>
<p>Já está no ar a mais nova iniciativa da Natura, o portal <a href="http://www.adoromaquiagem.com.br">adoromaquiagem</a>, que tem na gerência de comunidade a queridíssima Cíntia Costa. Ela está lá para cuidar da comunicação, ouvir, responder e contar para os usuários – não só por lá, mas também em outras redes sociais – o que está acontecendo.</p>
<p>A história é velha entre as empresas mais antenadas: construir um lugar para o consumidor interagir. Por lá, há dicas do maquiador Marcos Costa, lugar para fazer perguntas e respostas, votar nos seus produtos preferidos. Claro que para poder fazer tudo isso, a moeda são informações a seu respeito. O cadastro por lá dá acesso também aos outros portais da Natura.</p>
<p>O destaque, segundo a empresa, é a tal da maquiagem virtual. Com o recurso você pode brincar de maquiagem com modelos que já estão lá, ou usar uma foto sua para testar produtos e combinações de cores. Cheio de vídeos e informação, parece ser diversão para quem realmente gosta de maquiagem. Eu e a Cíntia queremos muito saber o que vocês acharam.</p>
<p>Se você não é de São Paulo e não conhece a Cíntia, conheça já o <a href="http://planejandomeucasamento.com.br/">Planejando o meu Casamento</a> e o <a href="http://recemcasada.com.br/">Recém-Casada</a>. A Cíntia é Luluzinha de primeira geração (está conosco desde o primeiro encontro), é jornalista e interneteira de mão cheia.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Luluzinhas no Intercon</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 16:22:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sorteios, Promoções e Propagandas]]></category>
		<category><![CDATA[InterCon2009]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[luluzinhas]]></category>

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		<description><![CDATA[Resultado do sorteio de ingressos para o Intercon 2009
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Precisamos adiantar o sorteio para poder fazer as inscrições das <a title="vamos invadir o InterCon" href="http://www.luluzinhacamp.com/2009/10/27/vamos-invadir-o-intercon-2009/" target="_self">Luluzinhas sorteadas no InterCon2009.</a> Ontem à noite coloquei os números dos comentários (26) no random.org e gerei a lista abaixo</p>
<p><a href="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2009/11/RANDOM.ORG-Lulu_Inercon.png"><img class="aligncenter size-medium wp-image-1134" title="RANDOM.ORG - Luluzinhas no Intercon" src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2009/11/RANDOM.ORG-Lulu_Inercon-300x238.png" alt="RANDOM.ORG - Luluzinhas no Intercon" width="300" height="238" /></a></p>
<p>As felizardas são a Andreza (<a href="http://www.meninasdepantufa.blogspot.com/">Meninas de Pantufa</a>) e a Marlene, do <a href="http://www.sexchic.com.br/">SexChic</a>. Mas todas as Luluzinhas que quiserem participar do Cyberpunk vão ter acesso, segundo o Gil Giardelli. <strong>Aguardem mais informações</strong>.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>A midia social pelas Luluzinhas</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/a-midia-social-pelas-luluzinhas/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/a-midia-social-pelas-luluzinhas/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2009 00:42:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[internet]]></category>
		<category><![CDATA[luluzinhas]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luluzinhacamp.com/?p=990</guid>
		<description><![CDATA[Convoquei as Luluzinhas, lá no nosso grupo de discussão, para escrever um pouco sobre nosso fazer de todo dia. Às vésperas de um novo LuluzinhaCamp (ops, vários...) e uma blogagem coletiva que será convocada nos encontros, nada como a gente compartilhar um pouco o que pensamos a respeito das mídias sociais.
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://farm4.static.flickr.com/3421/3983061845_994c6f99ee_d.jpg"><img class="aligncenter" title="Luluzinhas em Porto de Galinhas, foto: Cardoso" src="http://farm4.static.flickr.com/3421/3983061845_994c6f99ee_d.jpg" alt="" width="500" height="375" /><br />
</a></p>
<p>Luluzinhas no #portocainarede, foto: <a title="#PortoCaiNaRede - Luluzinhas by Cardoso" href="http://www.flickr.com/photos/cardoso/3983061845/" target="_self">Cardoso</a></p>
<p>Convoquei as Luluzinhas, lá no nosso grupo de discussão, para escrever um pouco sobre nosso fazer de todo dia. Às vésperas de um novo LuluzinhaCamp (ops, vários&#8230;) e uma <strong>blogagem coletiva</strong> que será convocada nos encontros, nada como a gente compartilhar um pouco o que pensamos a respeito deste assunto.</p>
<p><strong>Aninha<br />
</strong></p>
<blockquote><p>As mídias sociais vieram para fazer a diferença. Vivemos em um mundo onde jornais, rádios e TV´s são administradas por grupos políticos. A censura velada é a principal marca desses meios de comunicação de massa porque nem tudo é publicado na íntegra e as mídias sociais encontraram como uma das suas funções mostrar os bastidores. Eis uma mídia alternativa.</p>
<p>Elas também apresentaram a interatividade em um mundo onde todo mundo pode falar com todo mundo. Nas mídias sociais há um campo aberto para tudo sem que seja cobrado um real por aquele espaço. É um meio tão novo, mas que ainda não atingiu seu auge, pois novas mídias sociais estão sempre aparecendo e renovando os conceitos de comunicação. A desvantagem ainda é o anonimato que permite alguns crimes.</p></blockquote>
<p><a href="http://futurodopresente.com.br/"><strong>Ana Cláudia Bessa</strong></a><strong><span id="more-990"></span><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Mídia social é a mídia da sociedade do futuro. Onde todos somos iguais, todos temos voz e todos podemos juntos. Ela permite que nos encontremos e nos organizemos como nunca antes foi possível na história do mundo. Com ela, de verdade, será possível realizar as transformações sociais importantes que precisamos para mudar nosso bairro, nossa cidade, nosso país e nosso planeta. Ética, responsabilidade, trabalho e realização são as palavras que podemos imprimir neste cenário.Mas ainda assim, é só uma ferramenta, vai depender de quem usa e como usa.</p></blockquote>
<p><a href="http://twitter.com/renata_lino"><strong>Renata Lino</strong></a><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Mídia Social é a informação feita por e para todos.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.mawacomw.com/"><strong>Marina Wajstejn</strong></a><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Redes sociais são compostas por pessoas que, neste caso, conversam entre si por meios digitais. A mídia social nos deu a oportunidade de falarmos diretamente com essas pessoas, sejam elas pessoas físicas ou pessoas jurídicas. Dada a velocidade da tecnologia, a cada momento temos mais e mais novas ferramentas de fala e de interação.</p>
<p>No Brasil, encontramos um comportamento extremo de early adopters, algo padrão que vem acontecendo em diversos países emergentes. Este, dentre outros fatores, acendeu o mercado corporativo. Se antigamente o ditado era &#8220;não está no Google, não existe&#8221;, hoje eu arrisco dizer que &#8220;não está em redes sociais, não existe&#8221;. Por isso, cabe aos profissionais brasileiros de mídias sociais garantir um bom uso das ferramentas, preservando o que elas têm de melhor: agilidade e transparência.</p></blockquote>
<p><a href="http://ceilasantos.blogspot.com/"><strong>Ceila Santos</strong></a><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Mídia social é uma utopia que pode valer a pena para transformar o conceito de liberdade de expressão em prática. O lado ruim é que liberdade traz muito, mas muitooooooooo ruído e nem todos terão a chance de compartilhar os infinitos lados do conhecimento.</p></blockquote>
<p><a href="http://Cerejuda.com"><strong>Sakura Katana</strong></a><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Mídia Social é o nosso outro plano de relacionamento. Através dela, vivemos, revivemos, aprendemos e crescemos. Tudo ao alcance da mão &#8211; ou de um clique, ou de um enter. É um avanço de praticidade que veio por fim à solidão e ao antissocial.</p>
<p>O mundo está se duplicando, sendo que uma cópia está indo para a rede social. Tudo que encontramos em nosso plano &#8220;real/físico&#8221; está tendo sua cópia na internet. Desde lojas, até livros, músicas, amigos.</p></blockquote>
<p><a href="http://casadagabi.com/"><strong>Gabi Bianco</strong></a><strong><br />
</strong></p>
<blockquote><p>Primeiro: rede social e mídia social são coisas diferentes. Redes socias são os espaços onde a mídia social acontece, assim como a TV, por exemplo, é onde acontece a mídia em forma de comerciais. O que diferencia a mídia social da mídia tradicional é que mídia social é conversação. É ouvir o consumidor e falar com ele.</p>
<p>É descobrir onde está seu cliente e ir até lá interagir com ele antes mesmo que ele comente sobre sua marca. É monitorar as conversações sobre sua marca e atuar sobre elas, ouvindo e respondendo. E é a mídia do futuro: conversações em redes sociais já ultrapassaram o email como ferramenta de informação.</p></blockquote>
<p><a href="http://aboutheadlines.wordpress.com"><strong>Francine Emília Costa</strong></a></p>
<blockquote><p>O maior problema da mídia social atualmente é ser confundida com rede social. Claro que estar nas redes sociais ajuda e muito, mas a mídia social se caracteriza (ao meu ver) como qualquer meio que permita uma real bidirecionalidade da comunicação. O consumidor/usuário deixa de ser passivo da mídia, e passa a ser produtor do que se consome.</p>
<p>Outro problema no uso da rede para mídia social são empresas que não sabem lidar com críticas negativas. Certamente há os que exageram nas critícas, mas quando se está numa comunicação de mão-dupla tem que se preparar para ouvir os pontos negativos da sua empresa e melhorá-los. Um feedback de qualquer tipo tem que ser tratado, bom o ruim, e muitas organizações não sabem como fazê-lo.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.aboborasaovento.blogspot.com"><strong>Taís Matos</strong></a></p>
<blockquote><p>As mídias sociais representam o início do fim da propaganda como conhecemos. Quem sabe o fim do enfadonho marketing de interrupção? E se pensarmos bem, isso pode ser apenas o começo de algo muito mais grandioso.  Pois as mídias sociais têm como base o diálogo. Elas dão a liberdade ao usuário para dar suas opiniões e sugestões, dividir experiências, interagir com as empresas e não apenas consumir um produto ou serviço. Logo, as mídias sociais significam mais atividade, liberdade, voz e poder às pessoas.</p>
<p>Muitas empresas ainda não acreditam no poder das mídias sociais, mas a verdade é que elas podem levá-las à glória ou à falência. Por isso, devem planejar e fazer bom uso das mesmas e tê-las como suas grandes aliadas.</p></blockquote>
<p><a href="http://www.camaleonica.net/"><strong>Lis Comunello</strong></a></p>
<blockquote><p>Um ponto que eu acho importante ser debatido é o motivo das empresas não lidarem bem com mídias sociais. Não acho que seja somente por ser algo novo. Ou, pelo menos, não acho que seja tão difícil as empresas aprenderem a usar por ser novo e ainda pouco explorado. O que é novo pras empresas é ouvir o consumidor &#8211; e eu acho que é por isso que torcem tanto o nariz, que evitam, que fogem.</p>
<p>Sempre que surgem coisas novas, apesar dos temores iniciais, as empresas acabam experimentando mais rápido e com mais boa vontade, mas com as mídias sociais eu acho que há mais resistência porque, no fundo, eles não querem ouvir o que as pessoas têm a dizer sobre suas marcas. Vide o caso do Boteco São Bento: a resenha pode ter sido agressiva, mas o Boteco jamais poderia ter agido daquela forma, ficou parecendo &#8220;raivinha porque falaram mal de mim&#8221;.</p>
<p>IMHO (em minha humilde opinião), as mudanças necessárias são muito mais profundas: de cultura, de visão. Vejamos a Xuxa: é uma pessoa, mas também é uma marca, uma imagem &#8211; e a reação dela demonstra o que as empresas sentem quando finalmente o consumidor consegue falar o que pensa com toda sinceridade.</p>
<p>Antes das mídias sociais, o que tínhamos? Ouvidorias? Centrais de atendimento? E desde quando adianta alguma coisa reclamar nesses meios? Nunca funcionou bem mesmo sendo um espaço criado pela empresa &#8211; jogada de mkt pra tentar parecer querer ouvir o consumidor -, que dirá agora onde é num espaço onde não é a empresa que dita as regras.</p>
<p>Acho sim que as mídias sociais são o futuro, não só da comunicação mas também do bom atendimento. O problema é que, pra chegarmos a esse cenário ideal, as empresas precisam aprender a ouvir de verdade, a realmente prestar atenção no que o consumidor diz. Ter um canal pras pessoas se expressarem é uma coisa, mas acolher e valorizar as críticas são outros 500.</p></blockquote>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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