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	<title>LuluzinhaCamp &#187; Lucia Freitas</title>
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	<description>Onde a mulherada se encontra</description>
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		<title>Lá vem uma Ilha Dodô para as mães bacanas</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jan 2012 13:27:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[A Ilha Dodô já nasce com jeito de LuluzinhaCamp. Eu já sabia há algum tempo das aventuras da Zel com o seu lado empresária. Para completar, ela chamou a Denize Barros, mestra em design e belezuras para a criação da marca. A história da marca é criar roupas bacanas para bebês entre zero e 2 [...]
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/la-vem-uma-ilha-dodo-para-as-maes-bacanas/ilha-dodo-2/" rel="attachment wp-att-3092"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2012/01/ilha-dodo-2.png" alt="" title="ilha-dodo-2" width="540" height="426" class="aligncenter size-full wp-image-3092" /></a></p>
<p>A <a href="http://www.ilhadodo.com.br/blog/">Ilha Dodô</a> já nasce com jeito de LuluzinhaCamp. Eu já sabia há algum tempo das aventuras da <a href="http://www.zel.com.br">Zel</a> com o seu lado empresária. Para completar, ela chamou a <a href="http://www.lareinamadre.com.br">Denize Barros</a>, mestra em design e belezuras para a criação da marca.
</p>
<p>A história da marca é criar roupas bacanas para bebês entre zero e 2 anos sem esta bobagem de &#8220;é menino ou menina?&#8221;. Eu adoro meninas de frufrus – laço de fita não, mas isso é gosto – mas também não curto esta conversa de rosa pras meninas e azul pros meninos. E tô fora da onda princesa&#8230;
</p>
<p>O resultado entra no ar na quarta-feira, dia 25: <a href="http://www.ilhadodo.com.br/blog/">Ilha Dodô</a>. Teremos direito, inclusive, a festinha regada a quitutes da Cozinha da Matilde, na Casa Bartira. Aproveitem o feriado em homenagem a Sampa e invadam a festa. Tenho certeza que vão adorar as novidades.
</p>
<p>Trechinho do <a href="http://lareinamadre.com.br/ilha-dodo-mais-um-sonho-realizado/">post da Denize</a> sobre o lançamento: </p>
<blockquote>
<p>As peças da Ilha Dodô são básicas, com modelagem exaustivamente estudadas para vestir corpinhos de todos os tipos (por enquanto apenas de 0-2 anos), com segurança e praticidade. Não existe distinção de gênero. Mas existe cor e amor aos montes. As estampas, marca e o universo do nosso Dodô, foram desenhadas pelo Marcelo, meu companheiro na CriaReal (e parceiro na vida), sob temas discutidos e desejados pelos nossos clientes, que adoram o universo das ciências, biologia, natureza, games e música. O Weno (ilustrador amigo e querido) também foi convidado a contribuir com duas estampas bacanudas para nossa primeira coleção.
</p>
<p>Cada peça criada tem uma historinha pra contar e eu farei isso ao longo do tempo, aqui e também lá no Blog da Ilha Dodô, mostrando para vocês como chegamos em cada resultado, o processo criativo, as dificuldades, os erros e os acertos. Tudo para que vocês saibam que a Ilha Dodô é um produto real, em todos os sentidos.
</p>
<p>Então é isso. Semana que vem a loja virtual entra no ar com uma porção de produtos bacanas, fabricados por gente feliz e também outros selecionados de marcas incríveis e igualmente felizes. Espero que vocês gostem, comprem e divulguem entre os amigos e conhecidos. E espero que mais trabalhos lindos como este cheguem na minha vida. Vida longa a Ilha Dodô!
</p>
</blockquote>
<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/la-vem-uma-ilha-dodo-para-as-maes-bacanas/ilhadodo/" rel="attachment wp-att-3093"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2012/01/ilhadodo.jpg" alt="" title="ilhadodo" width="510" height="737" class="aligncenter size-full wp-image-3093" /></a></p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		<title>Um pedido para Babi Maués</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 19:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ajuda]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[solidariedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Vamos ajudar o Marcos Alencar, companheiro da Babi Maués
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Babi Maués é uma Luluzinha feminista, mulher querida e lutadora. No dia 29 de dezembro seu companheiro, Marcos, sofreu um grave acidente em Alter do Chão no Pará, após mergulhar em um rio. Marcos passou por cirurgia na coluna cervical em Santarém e no momento não corre mais risco de vida. Porém, está paraplégico e sem seguro de saúde precisa muito de ajuda para custear seu tratamento e remoção para São Paulo, onde moram num apartamento de três andares sem escadas.<br />
Em meio a esta situação complicada, emerge a solidariedade. A gente pode ajudar em dinheirinhos (quanto puderem, sempre). <a href="http://garotacocacola.com.br/marcosalencar/">Domingo haverá feijoada </a>(convites esgotados) e, em breve, outros eventos para ajudar a nossa dupla dinâmica. Vamos nos unir à campanha. Espalhe, escreva, convoque. <a href="http://lareinamadre.com.br/um-pedido-para-a-rainha-babi/" title="Um pedido para a rainha Babi" target="_blank">A nossa rainha já contou pros seus leitores</a>. </p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Presente de Natal para o Diapositivo, um blog sensacional</title>
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		<pubDate>Sat, 24 Dec 2011 13:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[desafio21]]></category>

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		<description><![CDATA[Presente de Natal para o Diapositivo, blog da Gabi Buthcer, onde você encontra fotos maravilhosas e dicas sensacionais para fotografar melhor. 
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<li><a href='http://www.luluzinhacamp.com/doe-seu-blog-para-o-graac-no-dia-mundial-de-combate-ao-cancer/' rel='bookmark' title='Doe seu blog para o GRAAC no Dia Mundial de Combate ao Câncer'>Doe seu blog para o GRAAC no Dia Mundial de Combate ao Câncer</a></li>
<li><a href='http://www.luluzinhacamp.com/blog-recomendado-blogueiras-feministas/' rel='bookmark' title='Blog recomendado: Blogueiras Feministas'>Blog recomendado: Blogueiras Feministas</a></li>
</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O post de hoje foi escrito há tempos, <a href="http://blosque.com/post-natal/" title="Post de Natal" target="_blank">parte do Desafio 21 Dias</a>: escrever um post como presente de Natal. Luluzinha que é Luluzinha – participa do grupo e dos encontros – com certeza conhece a Gabi Butcher. Mas nem sempre o seu blog.
</p>
<p>No Diapositivo, a Gabi tem duas colunas fixas muito bacanas: a <a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/11/quartaaomeio021/">4ª ao meio</a> – publicada toda quarta-feira (duh) e a <a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/10/duplex002/">Duplex</a>, onde ela dá dicas de lugares bacanas. Foi assim que conheci o Tumblr À Gerência, um dos meus preferidos.
</p>
<p>Gabi é mais que FotoRecado – uma ideia genial e muito bacana. Ela é fotografia de gastronomia em detalhe, com dicas e resultados de dar água na boca.
</p>
<p>Além dos dois posts que acabei de linkar, os meus preferidos:
</p>
<p><a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/08/garfoefoco008/">Corte de Cebola Brunoise</a> – imagens sensacionais, com detalhes técnicos que ajudam a produzir boas fotos.
</p>
<p><a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/07/garfoefoco007/">Os posts de sopas</a> – deusa! O que foi isso? Eu passei um mês fazendo sopa depois das fotos da Gabi (com <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/">receitas de Letícia</a>).
</p>
<p>A Gabi acha que não sabe escrever. Ela sabe sim – e suas fotos são tudo de bom. Como são o seu melhor, seus posts contam as histórias em imagens com leveza e graça.
</p>
<p>Dois exemplos rápidos: o <a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/08/2rolegarfofoco/">segundo Rolê Garfo &amp; Foco</a> (se você mora em S. Paulo, fique de olho nesta história), é uma delícia; e a prévia do <a href="http://www.diapositivo.com.br/2011/11/diadecarne/">Festival Carne Moída</a>. Duas histórias que ficam muito melhores com as imagens dela. E, sim, os textos da Gabi valem a pena.
</p>
<p>Gabi (Andrew e Rebecca): Feliz Natal, queridos. Que vocês passem uma noite mais que feliz e iluminada.</p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		<title>Fechou 2011! Que venha 2012</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/fechou-2011-que-venha-2012/</link>
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		<pubDate>Sat, 17 Dec 2011 22:53:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontros]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[2011]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Fechando a nossa rodada 2011 de encontros presenciais, o povo de São Paulo soltou o verbo!
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Todas, LuluzinhaCamp (by @lufreitas)" src="http://farm8.staticflickr.com/7031/6527973067_d0a244498b_d.jpg" title="Todas, LuluzinhaCamp (by @lufreitas)" class="aligncenter" width="500" height="375" /></p>
<p>Hoje, 17 de dezembro de 2011, rolou um encontro (pequenino) aqui em São Paulo. Último do ano. Papo solto, intimista, flutuante&#8230; Ah, vá, não preciso explicar, quem já conversou com um grupo de amigas sabe muito bem do que estou falando.
</p>
<p>O bacana é que num LuluzinhaCamp não rola só um encontro de amigas. Mesmo sem pauta, o bate-papo foi animado. Começou numa conversa íntima entre quem chegou primeiro e o assunto se expandiu e incluiu quem foi chegando.<br />
Em cartaz, nossos blogs, mídia social, uso de rede, os celulares – havia de um tudo na mesa, das diversas versões com Android ao iPhone, sem esquecer o HTC Ultimate fazendo ótimas demonstrações do Windows Phone.
</p>
<p>Sim, todo mundo saiu com presentinho! Sim, a gente riu, conversou, deu mais risadas.
</p>
<p>Com isso, encerramos os encontros ao vivo em 2011. Então ficam os votos: <strong>entrem em 2012 com os pés direitos na frente, muitos objetivos para conquistar e corações prontinhos para muitas aventuras. </strong>
</p>
<p>Enquanto isso a farra continua em <a href="http://www.luluzinhacamp.com/sobre/" title="LuluzinhaCamp - Sobre">todos os nossos canais</a>, de acordo com as nossas vontades, possibilidades – e a exaustão típica desta época. </p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LuluzinhaCamp SP #10</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/luluzinhacamp-sp-10/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/luluzinhacamp-sp-10/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 12 Dec 2011 13:00:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontros]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[dezembro]]></category>
		<category><![CDATA[Encontro]]></category>
		<category><![CDATA[são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Sábado, dia 17 de dezembro, acontecerá o último LuluzinhaCamp SP do ano. Venha encontrar com a gente. 
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/teremos-luluzinhacamp-em-sao-paulo/logollcamp1-300x125/" rel="attachment wp-att-2544"><img src="http://luluzinhacamp.com/wp-content/uploads/2011/07/logollcamp1-300x125.gif" alt="" title="logollcamp_sp" width="300" height="125" class="aligncenter size-full wp-image-2544" /></a></p>
<p>Que coisa feia, juro que perdi a conta dos encontros. Tive que ir aos posts e contar&#8230; <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' />  No último sábado a rede balançou com dois eventos simultâneos: LuluzinhaCamp no Rio e em Brasília. E no próximo é a vez das mulheres paulistas e paulistanas se encontrarem para fazer um balanço de 2011 e dar vivas a 2012.
</p>
<p>Nosso encontro será dia 17 de dezembro, das 14h às 18h, no Tea Connection. Sim, misto de correria com paixão pela granola deles, resolvi fazer repeteco do lugar. Torçam pra não chover <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Cabem 30 pessoas (se não chover). E tem que ter inscrição pra não virar baderna, vocês sabem. A R$ 10,00 porque lá cada uma paga a sua conta&#8230;
</p>
<p>Serviço:
</p>
<p><a href="https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dFkxWkFkTmJiYjFXaGRxNVJNLWNIR0E6MQ">LuluzinhaCamp SP #10</a> – clique no link para se inscrever!!!<br />
Dia 17 de dezembro de 2011, das 14h às 18h.
</p>
<p><a href="http://teaconnection.com.br/">Tea Connection</a>: Al. Lorena, 1271 (entre a Ministro Rocha Azevedo e a Padre João Manoel), tel.: 11-3063-4018 – dica preciosa: usem transporte público. O pedaço congestiona sem Natal, imaginem uma semana antes&#8230;
</p>
<p>A confirmação de inscrição é o e-mail de confirmação de pagamento (automático) do PagSeguro. </p>
<p><!-- INICIO FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
<form target="pagseguro" action="https://pagseguro.uol.com.br/v2/checkout/cart.html?action=add" method="post">
<input type="hidden" name="receiverEmail" value="ltfreitas@uol.com.br" />
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<input type="hidden" name="itemId" value="LuluzinhaCamp SP#10" />
<input type="hidden" name="itemDescription" value="LuluzinhaCamp SP #10" />
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<input type="hidden" name="itemAmount" value="10.00" />
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<input type="hidden" name="itemShippingCost" value="0.00" />
<input type="image" src="https://p.simg.uol.com.br/out/pagseguro/i/botoes/pagamentos/84x35-pagar-laranja.gif" name="submit" alt="Pague com PagSeguro - é rápido, grátis e seguro!" />
</form>
<p><!-- FINAL FORMULARIO BOTAO PAGSEGURO --></p>
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</ol></p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Poliamor</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/poliamor/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 13:56:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[depoimento]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade]]></category>

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		<description><![CDATA[Documentário sobre poliamor, de José Agripino, mostra que existem muitas formas de amar. E todas valem a pena. 
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um documentário sensacional, com direito a depoimento de Luluzinha sumida – no momento em maternagem furiosa – do José Agripino, falando de&#8230; Poliamor. A gente já falou disso aqui, <a href="http://www.luluzinhacamp.com/e-so-respeito-gente/" title="É só respeito gente">nos posts sobre sexualidade</a>. (siga o link para ler).
</p>
<p>O vídeo foi compartilhado no nosso grupo de discussão e merece cada minuto da sua atenção. </p>
<p><iframe src="http://player.vimeo.com/video/23988620?title=0&amp;byline=0&amp;portrait=0" width="400" height="225" frameborder="0" webkitAllowFullScreen mozallowfullscreen allowFullScreen></iframe></p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A violência obstétrica em pauta</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/a-violencia-obstetrica-em-pauta/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/a-violencia-obstetrica-em-pauta/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 05 Dec 2011 13:47:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[mulher]]></category>
		<category><![CDATA[parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.luluzinhacamp.com/?p=3007</guid>
		<description><![CDATA[Um resumão (grande) de nossa conversa sobre a violência obstétrica. Sim, isso acontece e muito aqui no Brasil. 
Não há posts relacionados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="The Eye of Elisa, Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" src="http://farm4.staticflickr.com/3110/2747058446_75c1d8140a_z_d.jpg" title="The Eye of Elisa, Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" class="aligncenter" width="640" height="480" />
<p><br/>Tudo começou neste <a href="http://buenaleche-buenaleche.blogspot.com/2011/11/violencia-obstetrica-um-lugar-comum-no.html">post da Cláudia Rodrigues sobre violência obstétrica</a>. Como a gente tinha participado da <a href="http://www.luluzinhacamp.com/dia-internacional-pela-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/">blogagem coletiva pela eliminação da violência contra as mulheres</a> e eu enviei o post para o nosso <a href="http://groups.google.com/group/luluzinhacamp?hl=pt-BR_US">grupo de discussão</a>, onde a gente estava compartilhando nossos posts e achados. Qual não foi a surpresa quando o tópico ganhou mais de 90 respostas!
</p>
<p>Discussão que, claro, enveredou pela seara <a href="http://www.luluzinhacamp.com/maternidade-das-cavernas-no-seculo-xxi-eu-nao-moro-em-bedrock/">parto normal x cesárea</a>. E procedimentos. E o tratamento que a mulherada recebe na hora de parir. Coisa mais que séria no Brasil – porque, sim, nossos direitos são violados o tempo todo.
</p>
<p>Tive orgulho, muito orgulho, da mulherada. Pelo alto nível da conversa. Pelas histórias bacanas de cada uma. Pela militância a favor de um mundo mais acolhedor para nós, fêmeas humanas. Como a gente ainda está em tempo de falar dos direitos da mulher, pedi licença a todas e publico aqui trechinhos do bate-papo.
</p>
<p>DC (nome preservado para não causar constrangimentos pessoais)
</p>
<p>Quando eu tinha 15 anos engravidei. O moleque, um babaca (descobri depois) não me disse que a camisinha estourou e eu, ingênua, inexperiente, não percebi. Ele nem falou nada. Eu poderia ter tomado pílula do dia seguinte&#8230; enfim. Ele disse que não assumiria nada, terminou comigo e eu fiquei nessa sozinha com medo de contar pros meus pais. Meu pai não sabe até hoje, acha que perdi a virgindade com 19 anos.<br />
<span id="more-3007"></span></p>
<p>Os médicos diziam que por ser tão nova eu não poderia ter um parto normal. Meu sonho é ter um parto na água, mas com as complicações de uma gravidez na adolescência isso nunca seria possível. Sempre sonhei ser mãe e abortar não passou pela minha cabeça &#8211; o pai não queria o bebê, mas eu o amaria por nos dois. Era uma menina.
</p>
<p>Com alguns meses de gestação, o pai (que a essa altura tinha começado a usar drogas, coisa que não fazia quando namorava comigo) me agrediu. E eu perdi o bebê.
</p>
<p>Levada pro hospital, dando a &#8220;sorte&#8221; que meu pai viajava a trabalho na época, precisei passar por aquele processo horrível de curetagem que foi feito sem nenhum cuidado e ouvir de médicos e enfermeiras &#8220;ninguém mandou aprontar já com essa idade&#8221;.
</p>
<p>Não foi só violência obstétrica, foi violência psicológica e falta de respeito com uma adolescente que acabou de passar um momento traumático. Nunca vou esquecer.
</p>
<p>Faz dez anos, hoje em dia isso ficou pra trás &#8211; fora a dor de perder um filho que a gente nunca esquece. 
</p>
<p>Mas acho que essa situação toda só mostra o despreparo médico em relação à gravidez na adolescência. A violência psicológica é maior ainda com quem ainda não tem um preparo emocional! Um absurdo. E digo que não mudou de dez anos pra cá: a irmã da minha amiga de 15 anos engravidou e foi tratada como lixo no hospital, desmaiou durante as contrações e a enfermeira falou &#8216;na hora de abrir as pernas você desmaiou? Não, né? Deveria estar brincando de boneca&#8221;
</p>
<p>É horrível.
</p>
<p>Barbara Maués
</p>
<p>Conheço uma mulher que entrou em trabalho de parto e foi tão mal atendida no hospital que a filha dela acabou morrendo, porque ninguém se importou com o parto. Quando resolveram fazer uma cesariana de emergência, já era tarde demais&#8230; <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Camilla Lopes
</p>
<p>Acho um pouco rigoroso como se procede o tratamento na questão parto normal x cesariana. Eu optei por cesariana. Sou uma pessoa razoavelmente esclarecida e foi minha opção. Sempre procuro ler sobre esse assunto e o tom rigoroso do parto humanizado &#8211; não é regra, é apenas como vejo as coisas &#8211; me distancia dessa discussão. Às vezes, este discurso me parece que coloca a mãe como vítima &#8211; porque ela fez cesariana-  e ignora que ela também tem opções &#8211; me refiro a pessoas como eu. Cheguei a sentir as contrações, doeu muito e eu não quis ter normal iria ser um sofrimento que &#8211; na boa &#8211; eu não quis passar. Claro que: entendo que haja um filão para médicos e hospitais com a cesariana; mas não sei, sinceramente, se o caminho para o debate seria &#8220;violência obstétrica&#8221; eu perco a vontade de debater porque me sinto indo contra uma ideologia perfeita. Enfim, no dia que o discurso mudar, talvez eu escreva sobre esse assunto. <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' />
</p>
<p><a href="http://www.renatacorrea.com.br">Renata Corrêa</a>
	</p>
<p>Também não concordo com a ditadura do riponguismo que diz que somos pessoas ruins se não formos vegetarianos, sustentáveis, usarmos bicicleta, fralda de pano e coletor menstrual, além de, claro, fazer parto natural sem intervenções. Mas é inegável que todas essas atitudes e movimentos são uma reação a crescente mercantilização que o sistema capitalista trata nosso corpo, principalmente o corpo feminino. 
</p>
<p>Eu não acho certo essa coisa de: o militante é chato então a causa é chata também. Pô, minha empregada foi uma dessas que quando estava em trabalho de parto tomou um cala boca pois &#8220;não gritou assim na hora de fazer&#8221;. São mulheres sendo violadas e desrespeitadas no direito de escolher o que vão fazer com o seu corpo e com seus bebes durante o parto. 
</p>
<p>80% das mulheres não podem optar. Escolher um parto cesáreo é uma opção válida. Mas infelizmente é MUITO mais fácil achar um profissional que faça um parto cesáreo eletivo do que um médico que faça um parto normal. 
</p>
<p>Então a gente tem que pensar bem antes de achar que essa questão é sobre o &#8220;eu&#8221; e sim sobre a totalidade de mulheres que não tem nem o que escolher. 
</p>
<p><a href="http://www.conversadepsicologo.com/">Carla do Brasil</a>
	</p>
<p>Até onde eu sei, a hegemonia da cesárea no BR é na rede particular. Tanto que só agora que superou o número, porque o SUS começou a fazer cesárea com mais frequência. E aí eu queria falar algumas coisas:
</p>
<p>(1) Cesárea é coisa de plano. Já parto na água, parto com bola, parto &#8220;humanizado&#8221; é coisa de médico particular. No SUS, tirando as casas de parto e um ou outro serviço &#8220;de referência&#8221;, é parto normal, no leito, gritando, sem anestesia, acompanhado do plantonista da vez. E tem muita mulher deixando de ser atendida (eu duvido que alguém aqui não conheça nenhuma que tenha ouvido um &#8220;na hora de fazer não gritou&#8221;, ou tenha sido menosprezada na hora do parto). Isso culmina no que aconteceu com a filha da diarista da Bárbara. Isso pra mim é violência obstétrica;<br/><br/>(2) Enquanto plano de saúde pagar 200 reais por parto, o médico vai preferir fazer cesárea. A hora que começarem a pagar por hora, de repente o cenário muda. Ou alguém conhece um obstetra humanizado que vai acompanhar seu parto natural em casa na banheira por doze horas pelo plano?<br/><br/>(3) PN está relacionado sim com laceração de períneo, prolapso de bexiga e incontinência urinária, principalmente da forma que ele é feito no Brasil. A cesárea, por sua vez, envolve toda a questão da cicatrização do abdômen. E aí sim, tomadas todas as precauções, eu acho que é importante a gente se informar e escolher. E confiar no médico (ou trocar se não confia, uai.)<br/><br/>(4) Eu não sei vocês, mas pra mim é diferente uma cesárea eletiva marcada no terceiro mês de gestação para cair no dia x de uma cesárea também eletiva que acontece quando a mulher já está em TP e o bebê está pronto para nascer.<br/><br/>(5) Se eu tivesse financiamento e estrutura, eu faria um mega estudo de corte acompanhando meninas brasileiras desde o nascimento até a menopausa, pra descobrir algumas associações entre parto e saúde da pelve e efeitos de médio e longo prazo. Mas né, não tenho (inclusive, não achei nenhum estudo desse tamanho na pubmed e uma revisão muito mais bem feita que a minha pesquisa porquinha nos últimos cinco minutos também não achou: <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16856054" target="_blank">http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/16856054</a>)<br/><br/>(6) Eu acho que no fim a gente sempre vai ficar no dilema entre o que é mais importante: eu escolher uma coisa que é &#8220;cientificamente&#8221; tida como melhor pra mim (o parto normal, no caso) ou escolher o que eu quero. E isso é vale pra cesárea, pra escolha de fumar tabaco, beber álcool, comer açúcar e tudo mais que a gente faz.<br/><br/>(7) Como diz a @ladyrasta, parto é meio, não é fim. Se por um lado é importante a gente pensar nas condições em que as mulheres do Brasil estão sendo tratadas, eu acho que essa coisa de ficar apontando dedo pra médico chamando de &#8220;cesarista&#8221; e pra mulher que escolhe (igual escolheria uma lipo ou uma cirurgia de correção de nariz) não vai levar a muita coisa, IMHO. O que a gente precisa é olhar a forma com que a saúde da mulher é atendida nesse SUS. E, se por um lado, isso passa na assistência ao parto, não pode parar por aí.
</p>
<p><a href="http://www.anaafonsoorganizer.com.br">Ana Maria Afonso</a>
	</p>
<p>Quanto à violência obstetrícia, nem só nos hospitais públicos ela acontece. No Santa Catarina, na hora do preparo, a obstetriz me perguntou o nome do pai, e eu disse que era solteira. Ela disse: olha, se o pai não assumiu ainda, pode esquecer que não assume mais! Parece que uma mulher grávida deve ser castigada por ter feito sexo!<br/>
	</p>
<p><a href="http://www.casadagabi.com.br">Gabi Bianco</a>
	</p>
<p>Acho que um ponto SUPER importante é a gente deixar a mãe escolher. Porque é meu útero, minha vagina, meu filho. Não quero ninguém decidindo por mim, nem médico, nem SUS, nem ONG, nem ninguém. Só eu sei o tamanho da dor que eu vou sentir. Eu quero parto normal, com anestesia. Se na hora H doer pra cacete, ou se a criança estiver em risco, ou se eu não aguentar, quero poder falar pro meu médico que quero cesárea. 
</p>
<p>Óbvio que entendo que um parto normal é o mais saudável pro bebê e pra mãe, quando se trata de uma gravidez normal e saudável. Mas cada uma sabe onde e quanto lhe dói. Já ouvi relato de parto normal que é tranquilo (tipo dói pacas, mas é suportável), já ouvi mulher dizendo &#8220;dei à luz sem anestesia e foi lindo&#8221; e já ouvi mulher falar que dói demais e não aguentou. Cada um com seu cada um, eu acho. 
</p>
<p><a href="http://lanika.net/">Lanika Moon</a>
	</p>
<p>Eu estou me devendo escrever um post sobre isso há muito tempo no <a href="http://www.lanika.net/baby/">blog da Carmen</a>. Meus dois partos foram naturais, pelo SUS. O do Gabriel foi no Rio e eu levei muito tempo para entender que o que fizeram comigo não era &#8220;normal&#8221;. O marido não podia entrar, então encarei tudo sozinha. As enfermeiras foram grossas, se recusaram a me atender quando eu senti dor, fizeram uma tricotomia de qualquer jeito com a mão pesada pra me &#8220;punir&#8221; por eu não ter me raspado em casa, não me disseram nada, e o médico ainda me menosprezou na hora do parto dizendo com desprezo &#8220;totalmente despreparada&#8221; porque como me anestesiaram eu não conseguia sentir as contrações direito. Ah, e ele fez uma episiotomia sem me perguntar nada, eu só descobri quando estava sendo costurada. E eu ouvi o famoso &#8220;ano que vem vocês estão aqui de volta&#8221; &#8211; só que jurei que nunca ia voltar. Eu saí de lá achando que fiz tudo errado, foi a pior dor que senti na minha vida e fiquei feliz de não ter matado meu filho e chorei de culpa. Sério.<br/><br/>13 anos depois, eu tive a Carmen pelo SUS, em Curitiba. A enfermeira que fez meu parto era doula. Meu marido estava do meu lado. De alguma forma na hora do vamos ver eu não me adaptei a posição nenhuma e acabei tendo a Carmen na banheira, sem anestesia nem episiotomia e doeu MENOS e foi muito melhor do que o parto do Gabriel e eu senti cada contração e a hora certa de fazer força. Eu estava no controle, sendo apoiada, orientada e amada. Eu saí de lá me sentindo tão feliz e aliviada&#8230; Aí eu entendi o quanto o parto anterior tinha sido traumatizante. A melhor coisa que eu fiz na vida foi ter a Carmen em Curitiba. Mesmo.
</p>
<p>Alessandra Luvisotto
</p>
<p>Quanto mais vocês discutem mais eu me afirmo na decisão de não ser mãe&#8230; na real, não posso, se fosse tentar seria uma gravidez de altíssimo risco e tal, mas há tempos não me vejo mãe e agora menos ainda.
</p>
<p><a href="http://carolmafrason.drope.org/">Carol Mafra</a>
	</p>
<p>Estou esperando meu primeiro filho, portanto não sei o que são as dores do parto, mas quero ter um parto normal com analgesia. Isso já está conversado com minha GO e minha doula. O que me assusta é ter que brigar pelo parto normal, porque os médicos não querem fazer, eles preferem cesária.<br/><br/>O post não é sobre o tipo de parto, mas a violência que acontece, em qualquer um deles. Esta semana ouvi dois relatos de mulheres &#8220;violentadas&#8221; durante seus partos. Uma com uma cesárea não necessária (mas era 31/12) e outra com fórceps e até a frase: &#8220;na hora de fazer não gritou&#8221;. Para mim os dois relatos são igualmente<br/>horríveis, assustadores. Como nós mulheres somos tratadas assim em 2011? E como não se fala a respeito?<br/><br/>Acho que é este o ponto da discussão, porque você pode ser a favor ou contra a cesárea, ou ao parto natural, mas você não pode ser indiferente à violência.
</p>
<p><a href="http://smiletic.com/">Simone Miletic</a>
	</p>
<p>Eu não ia me meter na conversa, me dá preguiça absurda, mas só entro pra dizer que te entendo Camila. Que é difícil mesmo quando o povo diz que quem fez cesárea não é mãe de verdade&#8230; Cansa.
</p>
<p>E aí, porque me cansa, não abraço a causa, que pode ter outra lógica, que pode defender coisas em que eu até acredito &#8211; o direito da mulher de não sofrer no momento em que está dando a luz &#8211; mas como já me colocaram em outra categoria porque não tive parto normal eu desisto, e olha que o meu nem foi escolha&#8230;
</p>
<p><a href="http://www.ladybugbrazil.com">Lucia Freitas</a>
	</p>
<p>Em tempo, pra deixar muito claro: não sou mãe, mas já pari muito ouriço nessa vida que recebi. E aprendi que dores podem virar prazeres &#8211; difícil mesmo é saber fazer a alquimia.
</p>
<p><a href="http://casal10.evonblogs.com.br/">Maíra Termero</a>
	</p>
<p>Não acho que o ativismo precise ser tão radical, não. Pelo contrário, acho que faz perder muitas pessoas que poderia trazer para a causa, por bobagem. <br/><br/>Uma mulher faz cesárea e conclui-se que ela foi vítima de um sistema, que não pôde escolher, e ela é cobrada. Desculpem, mas isso não é mal entendido, nem interpretação errada. Isso é uma perseguição sim. <br/><br/>Já disse que eu entendo e apoio a causa, mas detesto quando se tratam as pessoas como se elas não pudessem pensar por conta própria em nome de uma causa. As campanhas generalizam e a gente fica na dúvida. Por exemplo, a que incentiva a mulherada a fazer exame das mamas dizendo que não dói. Pode parar: doi, sim, para a grande maioria. <br/>Cria-se uma cortina de fumaça e isso é contraproducente justamente para as pessoas que estão tentando se informar melhor.
</p>
<p><a href="http://www.diapositivo.com.br">Gabi Butcher</a>
	</p>
<p>Já fui tratada por ativistas de parto natural, deixa eu ver&#8230; SEMPRE com preconceito por ter feito cesárea. Sou a favor (parto natural/normal, ou seja lá qual for o nome &#8211; sei que existem diferenças e não vou entrar no quesito agora), não rolou e mesmo assim o povo consegue me deixar pequenininha quando o assunto é este.
</p>
<p>Não importa o pq não rolou &#8211; importa é que aos olhos de quem levanta esta bandeira &#8216;sou menos&#8217;.
</p>
<p>Francisca Vargas (BSB), @SenhoraF<br/>Eu preciso de um pouco mais de tempo para digerir e elaborar algumas informações, ainda mais estando no olho do furacão (estou na quadragésima semana de gestação do Yago). Segue o link do post que escrevi sobre o assunto:<br/><a href="http://senhoraf.wordpress.com/2011/12/02/pelo-direito-de-escolher/" target="_blank">http://senhoraf.wordpress.com/2011/12/02/pelo-direito-de-escolher/</a><br/><br/>
	</p>
<p><a href="http://www.obrigadeirodecolher.blogspot.com/">Monise Tonoli</a>
	</p>
<p>Pra mim, a campanha &#8220;pelo parto natural&#8221; é um detalhe irrelevante. Existem muitos outros problemas enraizados SÉRIOS que efetivamente farão diferença entre a vida e a morte da mãe pra serem tratados. Se é pra comprar alguma briga, eu compro essa: pela dignidade em todo o processo e pela vida.
</p>
<p>
 </p>
<p><strong>Para navegar:<br />
</strong></p>
<p>A Culpa Ainda Não Deu Alforria Para Mulher: <a href="http://delas.ig.com.br/saudedamulher/a-culpa-ainda-nao-deu-carta-de-alforria-a-mulher/n1597374100080.html" target="_blank">http://delas.ig.com.br/saudedamulher/a-culpa-ainda-nao-deu-carta-de-alforria-a-mulher/n1597374100080.html</a>
	</p>
<p>Sendo Mulher: <a href="http://www.zel.com.br/archives/2011/05/sendo-mulher.html">http://www.zel.com.br/archives/2011/05/sendo-mulher.html</a>
	</p>
<p>Dois relatórios em português &#8211; o primeiro muito bacana, que mostra que causas de complicações além da falta de informação e da simples relação cesárea x parto normal, mas a falta de um pré-natal adequado e os altos índices de morte por aborto, e também a relação de mortes com a situação socioeconômica. 
</p>
<p><a href="http://www.redesaude.org.br/Homepage/Dossi%EAs/Dossi%EA%20Mortalidade%20Materna.pdf" target="_blank">http://www.redesaude.org.br/Homepage/Dossi%EAs/Dossi%EA%20Mortalidade%20Materna.pdf</a>
	</p>
<p><a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=pBjO9X15Ums" target="_blank">http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=pBjO9X15Ums</a>
	</p>
<p><a href="http://www.clebermassaoblog.com/2011/11/nasceu-thiemi-parto-humanizado-na-casa.html" target="_blank">http://www.clebermassaoblog.com/2011/11/nasceu-thiemi-parto-humanizado-na-casa.html</a> 
</p>
<p>E aí, formou opinião? Aproveite para deixar um comentário!<br />
foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/rasec/2747058446/in/photostream/" title="Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND" target="_blank">Cesar Augusto Serna Sz, CC-BY-NC-ND</a></p>
<p>Não há posts relacionados.</p>]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dia Internacional pela eliminação da violência contra as mulheres</title>
		<link>http://www.luluzinhacamp.com/dia-internacional-pela-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/</link>
		<comments>http://www.luluzinhacamp.com/dia-internacional-pela-eliminacao-da-violencia-contra-as-mulheres/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 18:24:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ações e Campanhas]]></category>
		<category><![CDATA[blogagens coletivas]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra a mulher]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje é dia Internacional pela eliminação da violência contra as mulheres. Veja os números, o que fazer e quem já falou disso. 

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</ol>]]></description>
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<p>A gente está na roda do <a href="http://blogueirasfeministas.com/2011/11/chamada-blogagem-coletiva-fim-violencia-contra-mulher/">Blogueiras Feministas</a>, blogando para que a violência contra as mulheres suma da face da terra. O dia é hoje por conta da <a href="http://www.cozinhadamatilde.com.br/2009/11/25/longa-vida-a-las-mariposas/">história das irmãs Mirabal</a>, que a Letícia contou tão lindamente na blogagem que o LuluzinhaCamp organizou em 2009. Aliás, se você gosta de história bem contada, recomendo fortemente a leitura deste último link. Então hoje vocês terão dois posts no LuluzinhaCamp <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' />
</p>
<p>Os números da violência contra a mulher são chocantes. Sempre. E não caem. Segundo o <a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_capas&amp;view=capas&amp;tplay=sub&amp;capaid=7&amp;Itemid=32">Portal Violência contra a Mulher</a>, mantido pelo Instituto Patrícia Galvão, mais de 20% das quase 2 milhões de ligações <a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1996:29062011-52-acham-que-juizes-e-policiais-desqualificam-o-problema-da-violencia-contra-as-mulheres&amp;catid=43:noticias">recebidas pela Central de Atendimento à Mulher (Ligue 180)</a> referem-se a pedidos de informações sobre a Lei Maria da Penha. Uma pesquisa feita pelo Instituto Avon e Ipsos, mostra que 52% das pessoas acham que juízes e policiais desqualificam o problema da violência contra as mulheres.
</p>
<p><strong>Enquanto isso, a cada 2 minutos, 5 mulheres são espancadas no Brasil</strong><br/>Este tipo de manifestação é boa, sempre. É preciso falar, denunciar, forçar a polícia a nos atender, fazer que a Lei Maria da Penha seja aplicada. Porque a gente sabe – e não precisa de novela para isso – que denunciar é difícil. A cada 10 ligações, uma é para denunciar violência. Importante: este número diz respeito aos contatos. E quem nunca fala nada? Quantas são? Porque a gente sabe, sim, que muitas mulheres não têm coragem, força e suporte para denunciar seus agressores – que na maioria das vezes é o marido. E, não, não são casamentos recentes, são relações com mais de 10 anos em 40% dos casos.
</p>
<p><strong>O que você pode fazer?<br />
</strong></p>
<p>Não seja testemunha de violência em silêncio – chegue perto, converse, apoie, vá junto à delegacia, consulte amigos advogados. Evite o comodismo e faça tudo o que puder – com todo o tato e delicadeza do mundo – para romper a corrente da violência.
</p>
<p>Seja não violenta – Violência também se expressa em palavras, preconceitos, julgamentos. Um dia a dia gentil sempre é melhor que o mau humor liberado sobre qualquer um sem nenhuma razão.
</p>
<p>Eduque seus filhos – principalmente os meninos precisam aprender a respeitar as mulheres, saber que elas são iguais. Faça os filhos homens cuidarem da casa, arrumarem, lavarem – tudo o que você exige da sua filha. Detalhe: não basta mandar fazer, há que praticar. Portanto, trate de colocar el maridón na roda, dividir igualmente as tarefas. [sim, isso aqui é puro sonho no Brasil, mas o fim da violência também é. Portanto, a gente fala. Se uma só família praticar, já tá ótimo]
</p>
<p>Informe-se – tudo pode acontecer com todo mundo. Conheça seus direitos, saiba como se defender. Aqui no LuluzinhaCamp mesmo, a gente fez uma série de posts, durante a blogagem de 2009, que podem ajudar. São Google também tem respostas. Há infinitas organizações feministas de confiança. O conhecimento ajuda a enfrentar com mais serenidade a situação – seja com você ou com alguém próximo.
</p>
<p>Outras Luluzinhas que também escreveram sobre o assunto:
</p>
<p><a href="http://inediz.blogspot.com/2011/11/eu-nao-fui-estuprada.html">Ine: eu não fui estuprada</a>
	</p>
<p><a href="http://maismagenta.com.br/2011/11/24/pelo-fim-do-silencio/">Danielle Cruz – Pelo fim do silêncio</a>
	</p>
<p><a href="http://parafalardasflores.wordpress.com/2011/11/24/blogagem-coletiva-fim-da-violencia-contra-a-mulher/">Ana Afonso fez uma chamada para seus leitores</a><br />
<a href="http://smiletic.com/2011/11/25/pelo-fim-da-violencia-contra-a-mulher/" title="Simone Miletic: Pelo fim da violência contra a mulher" target="_blank">Simone Miletic: Pelo fim da violência contra a mulher</a>
	</p>
<p>Saiba mais acessando o <a href="http://www.fpa.org.br/galeria/violencia-domestica" target="_blank">módulo de Violência Doméstica</a> da pesquisa &#8221;Mulheres brasileiras e gênero nos espaços público e privado&#8221;, realizada pela Fundação Perseu Abramo, em parceria com o SESC.<br/><br/>Veja também os dados da <a href="http://www.agenciapatriciagalvao.org.br/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=1444&amp;catid=43" target="_blank">pesquisa DataSenado</a> sobre violência doméstica contra as mulheres.
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		<title>Quem somos nós?</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Nov 2011 16:21:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A página O que é o LuluzinhaCamp está atualizadinha. Venha conferir!
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</ol>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atrasadona com as tarefas do Desafio 21 Dias, Edição 2011, resolvi colocar a vida em dia. Resultado: <a href="http://blosque.com/pagina-sobre/">hora de atualizar o Sobre do blog</a>.
</p>
<p>Apesar de ela estar relativamente correta, faltavam dicas para entrar no grupo e como nos acompanhar.
</p>
<p>Resolvi seguir a estrutura da mestra e criar uma nova seção na página, com o que aconteceu nos últimos anos aqui nesta comunidade e outros detalhes importantes (acho eu) para quem nos procura.
</p>
<p><a href="http://www.luluzinhacamp.com/sobre/">Confiram lá como ficou</a>.</p>
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		<title>Aprenda com seus erros</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Nov 2011 22:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucia Freitas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
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		<category><![CDATA[internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Quais foram os maiores erros no blog do LuluzinhaCamp e como foram corrigidos. Parte do Desfio 21 Dias - Edição 2011. 
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			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="Syntax Error - Folded Up beyond all recognition, Simon Pow, CC-BY-NC-ND" src="http://farm1.static.flickr.com/104/252312738_e025b7edfa_z_d.jpg" title="Syntax Error - Folded Up beyond all recognition, Simon Pow, CC-BY-NC-ND" class="aligncenter" width="640" height="397" /></p>
<p>A 7ª tarefa do <a href="http://blosque.com/erros-blog">Desafio 21 Dias – Edição 2011 é encontrar entre 3 e 7 erros no blog</a>. A ideia é compartilhar o que já aconteceu – e os remédios que usamos – para manter os blogs funcionando bem.
</p>
<p>O primeiro &#8220;erro&#8221; era <strong>não ter backup atualizado</strong> do blog. <a href="http://drang.com.br/blog/2011/06/o-que-voce-nao-faz-backup-de-seu-blog/">Quando a Denise perdeu todos os seus arquivos</a>, em maio, o alerta vermelho bateu e providenciei a ferramenta para não cometer nunca mais este erro: <a href="http://wordpress.org/extend/plugins/wp-dbmanager/">WP-DB Manager</a>. Prático, rápido, instantâneo. E ainda recebo tudo por e-mail automagicamente. [<em>Depois de tempos eu fiquei imaginando porque o Gmail estava perto de 80% de uso. Já adivinharam? Sim, eu criei um filtro automático para a história e nem olho... <img src='http://luluzinhacamp.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em>]
</p>
<p><strong>Não ter busca no blog</strong> &#8211; Ainda não consegui resolver este – sim, eu já chamei a galera do X-Cake, que fez o nosso site, para tentar resolver. A busca aqui no LuluzinhaCamp não funciona. Ponto. Isso é um horror para qualquer leitor – e para todas nós, autoras, quando queremos procurar algo mais antigo. Humpft.
</p>
<p><strong>Usabilidade nenhuma</strong> – as informações sobre como funciona o nosso grupo e como participar estão lá, na home, aparentemente de forma clara. Então porque todo santo de vez em quando recebo e-mails via contato perguntando #comofaz? Não funciona, né? Eu não incomodo de responder por e-mail – já fiz até uma resposta pronta no Gmail. O jeito de resolver eu já disse e repito: novo layout virá em 2012.
</p>
<p><strong>Não checar constantemente os links das lulus</strong> – <em>mea culpa, mea culpa, mea máxima culpa</em>. Sempre tem gente nova no grupo. Elas têm que preencher cadastro, onde ficam os blogs. E eu não checo constantemente este arquivo. Resultado: ficam montanhas de links quebrados ou desatualizados aí na nossa sidebar. Não pode, não deve, não quero. Só me toquei desta falha na primeira tarefa do Desafio 21 Dias. A partir de agora, uma vez por mês teremos checagem de links por aqui. Afinal, originalmente somos um grupo de blogueiras.
</p>
<p><strong>Mostrar mais a nossa cara</strong> – Nosso grupo é muito ativo e conversas rolam para todos os lados – e ficam fechadas na lista de discussão, isso não aparece aqui no blog. Vou aproveitar o Desafio – e a chegada do ano novo – para organizar um novo jeito de fazer isso. Quem quiser dar palpite, pode usar os comentários.
</p>
<p>Acho que é isso. Os comentários também estão abertos a suas críticas e sugestões. Afinal, muitos olhos funcionam melhor que um só par, não é? </p>
<p>foto: <a href="http://www.flickr.com/photos/simonpow/252312738/in/photostream/" title="Simon Pow, CC-BY-NC-ND" target="_blank">Simon Pow, CC-BY-NC-ND</a></p>
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