Para ganhar um dos dois kits Puket que a Privalia ofereceu para o LuluzinhaCamp é fácil: mande seu twitt ou post sobre lingerie. Vamos escolher as mais criativas e sortear os dois kits entre elas.

Prontas? O concurso está no ar até dia 18 de fevereiro às 22h – para vocês aproveitarem o Carnaval e soltarem a imaginação.

Com escritórios em Barcelona, Milão e São Paulo, a Privalia é um clube de compras on-line que vende, somente para os seus sócios, produtos de grandes marcas com até 70% de desconto. As campanhas duram quatro dias e essas são algumas das marcas: Bob Store, Doc Dog, Zion, Miss Sixty, Lacoste, Seven, Levis e a própria Puket, que está no ar (e fica até o dia 11/2) com produtos e preços incríveis. Alguns exemplos: pijamas (a partir de R$ 29 cada), lingeries (soutien a partir de R$ 29 e calcinha por R$ 12) e sapatilhas Simpls (R$ 35 ou R$ 29 no modelo baby). O endereço para acessar e se cadastrar é www.privalia.com e mais informações pelo twitter @privalia_br.

1 Comentário | Permalink

Não foi fácil! Da próxima vez vou escolher sorteio em vez de melhor resposta. Entre as 50 pessoas (vários homens) que responderam, havia dez respostas sensacionais de boas. Mesmo. Duro foi escolher os três ganhadores.

As eleitas:

Para a casa da sogra. Não para usar com ela.. Mas para animar a casa. – Marlene Dualibi

Pra dentro da minha essência na cama! – Gabriel Marques Pinheiro

Para a sala de espera do ginecologista!!! Nunca vi um lugar pra mulherada se queixar tanto de sexo quanto lá… rs. Enquanto a mulherada reclama eu vou só me reciclando, abstraindo o buzuzummmm no ouvido. Putz! – Beth Vieira

Parabéns! Já mandamos e-mails para vocês. Quem não responder em 3 dias (até sexta, dia 5 de fevereiro), será desclassificado, ok?

1 Comentário | Permalink


Dia 29 de janeiro. Depois do encontrinho micro na quarta-feira, as Luluzinhas fizeram um encontro bacana na área do CampusForum, com patrocínio do Blogo, logo depois da inspiradíssima palestra do Larry Lessig. O trecho que gravei está aí para vocês curtirem. Se quiserem legenda, peçam nos comentários que eu produzo lá no DotSub. :D

Este segundo encontrinho lá foi muito melhor que o primeiro. Mais mulheres, histórias divertidas. E não há preço para os rostos dos homens que, claro, nos cercaram – com nossa permissão. Ale Ferreira fez matéria lá, com a história da Mariana Bonfim; as risadas foram boas e, para completar, tive a oportunidade de perguntar às Luluzinhas presentes o que acham de a gente criar um espaço bacana no blog para distribuir e mostrar a sua produção na rede. Sim. Uma área reservada para seus posts, pensamentos e fotos na home do nosso blog. Por lá, a idéia foi muito bem aceita. E vocês, que não foram, o que acham?

Claro que teve roda de presentes, oferecidos pelo Blogo, pela Gringo e pela Procter&Gamble. Desta vez eu passei a farra pra frente e só fiquei me divertindo. Muito bom delegar, aconselho a experiência a todas.

Para quem quer mais fotos, temos várias publicadas no Twitpic: BrunaBites; Mariana Bonfim – quem mais tiver fotos, avisa nos comentários, por favor?

4 Comentários | Permalink

Logo que cheguei ao Centro de Exposições hoje, o Nick Ellis me perguntou: você sabe quantas mulheres vieram este ano? Como eu não tinha a menor idéia, pedi a resposta ao Sérgio Amadeu. Segundo o coordenador de conteúdos da Campus Party. Balanço total: na edição de 2008, quando fomos três mil campuseiros, havia 10% de mulheres (umas 300). Em 2009, segundo Amadeu, foram 20% em seis mil inscritos (1.200). Este ano, somos 25% – mas o número de inscritos cresceu exponencialmente – somos seis mil só entre os que acampam e tem muita gente no vai e volta para casa, pro hotel, etc. (depois faço update com os números absolutos).

Como já contei lá no Ladybug, o evento está muito maior. Mais organizado e um tanto mais confortável. E hoje tivemos o nosso primeiro LuluzinhaCamp FlashCampusParty! Presentes: @lilianeferrari, @elimafra, @meninaquejoga, @crisvilasboas, @francineemilia, @claudiamello, @viviane e gente nova cujo nome neste instante me escapa (vocês têm direito a reclamar nos comentários). O melhor de tudo foi compartilharmos as descobertas feitas aqui.

Francine, aquartelada no local, conta que o pior de tudo é a hora do banho. Os containers – com exceção de um – estão nivelados de forma errada e a água, em vez de correr para o ralo vai para o lado errado. Além disso, Francine nos contou que, exceto blogueiros e gamers, os moços não são exatamente simpáticos com as mulheres. Não é à toa que o número de mulheres não aumenta mais, ela avisa.Respeito é bom e todo mundo gosta.

Durante a tarde já tinha acontecido uma coisa engraçada. Enquanto eu conversava com a Bia Granja, da Pix, sobre as mulheres na Cparty – sim, este foi o tema do dia, por conta do debate que rolou na área de Exposições, do qual a Liliane participou – a Tatiana, que fazia uma palestra na área de software livre sobre o uso do 3D para aplicações práticas (que foi bem bacana) fazia uma piada com o cor de rosa que apareceu na sua apresentação transfigurada pelo projetor. “Está cor de rosa para compensar a falta de mulheres”. Sim, falta mulher nas comunidades de software livre, robótica e modding.

Para fechar a noite, Silvio Tanaka, Fernando Mafra, Otubo e outros fotógrafos nos surpreenderam com o projeto aleatório “CampusBabe” inspirado no FlickrBabe. No blog, as campuseiras serão retratadas pelos mestres das lentes. Claro que a gente se divertiu muito com a graça.

Como nem tudo é alegria, amanhã é dia sério e de muito trabalho. Às 15h45 começa, no CampusBlog, o debate O Direito e a Internet, mesa da qual participará a @ladyrasta e que servirá de plataforma para lançarmos a Rede de Proteção aos Blogueiros. É um passo importante para a gente começar a se defender melhor e criar agendas próprias, em vez de reagir a processos, ações e notificações extrajudiciais. Conto com todas as Luluzinhas – presentes e distantes – para debater esta questão. Prometo updates no twitter durante toda a história, combinado?

Alerta: sexta-feira no meio da tarde vamos fazer outro LuluzinhaCamp surpresa. Preparem seus corações, histórias e câmeras.

foto: amfdesigner, em cc

2 Comentários | Permalink

Várias de nós estão inscritas para a edição 2010 da CampusParty. Reuni uma programação que inclui as Luluzinhas que estarão por lá e também os temas bacanas que circularão pela arena.


@ladyrasta com o infante, em 2008, foto: lufreitas

Painéis com Luluzinhas

A Lili Ferrari estará no espaço YouPix, dia 27, às 20 para o debate Mulher.com… (não encontrei na programação oficial, mas ela pediu para avisar todo mundo).

Oficina: Design para blogs sem frescura (qui, 28 de janeiro, 12:00 – 13:00; CampusBlog), com a nossa @mjcofeeholick

O que pedir ao seu designer na hora de criar o seu layout de blog – mesmo que o designer seja você. Regras simples de layout, usabilidade de navegação para serem aplicadas dependendo do publico alvo do seu blog ( para os que não querem contratar um designer ou para designers iniciantes ) . INSTRUTORA: mjcoffeeholick

O Direito e a internet (qui, 28 de janeiro, 15:45 – 17:15, CampusBlog). Destaque para @ladyrasta

Cada vez mais blogueiros têm sido processados na Justiça. Como garantir a liberdade de expressão na rede? Reunir blogueiros, tuiteiros e advogados para discutir a possível criação de uma organização no Brasil como a Electronic Frontier Foundation. MODERADOR: Marcelo Trasel – PARTICIPANTES: Flávia Penido, Alessandro Martins, Jorge Araújo e Marcel Leonardi.

Debate: Rede Sociais e Educação (qui, 28 de janeiro, 20:00 – 21:30, CampusBlog). Destaque para Lilian Starobinas

Read more

1 Comentário | Permalink

Hoje é um dia especial. Tudo começou com uma notícia da Folha Online sobre a magreza das modelos nas semanas de moda. As Luluzinhas Gabi Bianco, Ana Paula Marques e Renata Correa não deixaram por menos: foram aos teclados e clamam por razão em meio à loucura. A história da distorção dos corpos atravessa a indústria da moda feminina desde sempre… Me veio, em meio à discussão, uma cena linda do filme Duquesa, em que a personagem diz ao marido: “Desenho meus vestidos porque é a única forma de expressão que tenho”. A história da Duquesa de Lankashire acontece em 1774, com corpetes, anquinhas e muito aperto…

Em 2010, ainda lutamos contra o estereótipo. E sofremos com os editoriais de moda e o bombardeio de imagens que não relutam em usar mulheres-palito para mostrar coleções. No Brasil, para mim, o mais grave é a falta de respeito a qualquer padronização de tamanho. O que é 40 ali é 38 pela ABNT – que, sim, fez uma norma técnica para tentar colocar ordem na gaiola das loucas, mas fala sozinha. E o fato de ser desconsiderado que a maior parte de nossa população é negra ou mulata. E o fato de que existem mulheres de todos os tamanhos, formas e cores. E a reincidente tentativa, principalmente na indústria da moda, de homogeneizar as pessoas.

Nenhum estilista da São Paulo Fecha o Vick (meu apelido especial para o ordálio da moda) pensa em diferença. Eles querem é ganhar dinheiro, criar glamour, enfeitar o mundo. Válido, lindo, tudo certo. Só que no altar da beleza os carneiros sacrificados são meninas. Ao ver as imagens dos esqueletos desfilando – esqueletos são belos, como tudo no humano o é – imaginei o impacto disso nas iniciantes e aspirantes. Ser modelo é uma profissão dura, exigente. E os selecionadores passam dos limites.

Imaginem que esta escriba tem 1,80m e pesa 64 kg depois de muita luta porque estava no limite da anorexia. Sim, eu precisei lutar para engordar e a salvação foram os carboidratos reforçados antes de dormir. Não, não tenham inveja. Comer é uma delícia, uma das melhores coisas na vida. Adoro boa comida, saladas, frutas, legumes, massas, as coisas boas que a Cozinha da Matilde nos oferece. Confesso que não como muita carne, mas é mais preferência pessoal do que qualquer outra crença. Fui educada assim.

Evitar a magreza extrema, promover a saúde e o bem-estar é o objetivo de estar no mundo, de ser bonito, de viver. A vida é dura, sim, e costuma piorar com o tempo. O que será destas moças magérrimas? Bloguemos, então. Falem o que acham do assunto. E pensem: como é que vocês vão construir suas auto-imagens? Olhando para estas modelos ou vendo a si mesmas? Eu vejo, no Luluzinha, mulheres que pensam, que se reúnem, que têm bom gosto e valor suficiente para evitar a vala comum do que é “tendência”. Mulheres que realmente fazem a diferença.

E fazer a diferença, neste caso, significa mandar estas marcas cheias de “valor” caçar sapo na lagoa e ir atrás das marcas que valorizam todos os tamanhos e cores de mulher. #prontofalei!

Aproveitem e assistam à ótima matéria que a TV Vírgula fez sobre o assunto.
Virgula.com

Update

Mais posts sobre o assunto:

8 Comentários | Permalink


Agora que a gente já publicou o Calendário do LuluzinhaCamp de 2010, vamos brincar um pouco. A Editora Planeta nos ofereceu dois exemplares do livro Kama Sutra: as 101 posições mais sensuais para sorteio entre as Luluzinhas. Como eles mandaram um livro para avaliação, este também vai entrar na roda. Então o sorteio fica assim: vamos sortear dois livros aqui no blog e um no twitter –usem a tag #ks_101… Não adianta tuitar nem entrar aqui nos comentários (use a caixinha aí embaixo para mandar a sua resposta). Tem que responder para onde você levaria o livro. A promoção vale até dia 31 de janeiro. Prontas? Mandem aí:

Ah, leiam, por favor, as regras. A promoção é só para maiores de 18 anos, ok?

Eu li o exemplar inteirinho. A edição é bacana, cada posição ganha duas páginas, na par (à esquerda), um texto curto conta o nome e faz uma descrição (nem sempre sensual). À direita, nas ímpares, ilustração; um pequeno alerta sobre a posição e suas “contra indicações” e um termômetro de prazer. As 224 levaram exatas duas horas para chegarem ao fim. Me dei conta de duas coisas:

  1. O livro é bacana, mas a gente faz estas posições naturalmente quando o sexo é saudável (e quente).
  2. Não há menção, em nenhum momento de sexo seguro ou do uso de brinquedinhos. MegaFAIL em tempos de DSTs e uma falta de imaginação sem tamanho.

Estamos esperando a sua resposta.

7 Comentários | Permalink

2010 pode ter começado bem para muitos de nós, mas as chuvas detonaram – e devem continuar o seu trabalho de destruição. Angra dos Reis, Petrópolis, Cunha, São Luiz do Paraitinga… espero que a lista não aumente muito.

Como sempre acontece nos casos de necessidade, há várias campanhas para ajudar o povo de São Luiz do Paraitinga, cidade histórica que está ilhada devido às chuvas de verão.

Quem começou a onda foi a Gabriela Bia, em cima do lance, na nossa lista de discussão…

Hoje vi pela televisão que a cidade de São Luiz do Paraitinga está ilhada e coberta de água e, como tenho amigos nesta pequena e graciosa cidade, me desesperei.

Como a cidade está sem luz, as baterias dos celulares disponíveis já se esgotaram e só soube por um amigo (cuja casa está embaixo d’água) que todos passam bem, embora muitos tenham perdido suas casas por inteiro, seja por avalanche de terra, seja por estarem 100% encobertas de água.

Para quem não conhece São Luiz do Paraitinga, a cidade fica próxima a Taubaté – SP e é um dos pólos culturais da região, que inclui serestas e eventos folclóricos, shows musicais gratuitos na praça (de artistas consagrados como Paralamas do Sucesso e Lenine, entre outros que não me recordo no momento), grandes eventos religiosos (como a festa do Divino) e um carnaval de marchinhas e blocos de rua inigualável. Ah! Também é a cidade de nascimento de Oswaldo Cruz, médico, cientista e que tornou a vacinação obrigatória no Brasil (http://pt.wikipedia.org/wiki/Osvaldo_Cruz).

Eu me apaixonei pela cidade em função da arquitetura típica e, porque já tive o prazer de fazer eventos de observação astronômica nos últimos 2 anos tanto na abertura do Festival de Inverno em 2008 (http://casp.multiply.com/photos/album/58/58) quanto na divulgação do Ano Internacional da Astronomia em 2009 (http://casp.multiply.com/photos/album/80/80).

O que é preciso:

Vale tudo. Lembre-se desta listinha quando pensar em quem perdeu tudo nas enchentes.

Mantimentos: água (muita água), macarrão, arroz, feijão, leite em pó, papinha de bebê, ração (cachorro, gato, passarinho), sal, açúcar
Material de limpeza: sabão em pedra e em pó, detergente, desinfetante, papel higiênico, rodos, vassouras.
Utensílios: pratos, talheres, mamadeiras, chupetas, fraldas adulto e infantil, velas, fósforo
Roupas
Colchões, móveis, refrigeradores, fogões…

Veja aqui onde doar na região de São José dos Campos.

Em São Paulo:

  • A Base de Apoio da Aliança, na Rua da Quitanda, 80, no Centro de São Paulo, está arrecadando todos os tipos de doações.
  • Rádio Metropolitana FM – Av. Paulista, 2220, 14º andar
  • Pão de Açúcar da Rua Teodoro Sampaio
  • Unidades da Policia Militar em S. Paulo ou no Vale do Paraíba.

Veja, no Vírgula, como ajudar as vítimas de todas as enchentes.

foto: Luiz Yassuda, em CC

5 Comentários | Permalink

todas as lulus

Antes tarde do que nunca, venho aqui contar como foi o 2º LuluzinhaCamp de Belo Horizonte. Tivemos um encontro superagradável em uma área reservada do Restaurante Mosteiro, o que foi ótimo para termos privacidade. Como o grupo é pequeno ainda, acabamos não seguindo nenhuma estrutura formal para direcionar as conversas, deixando os assuntos e vozes das lulus fluirem livremente.

Foi ótimo ver o entrosamento do grupo, e mesmo a abordagem de temas delicados, como violência contra mulheres, sexismo, homofobia, racismo e sexualidade foi feita de forma extremamente esclarecedora e respeitosa.

E, como somos mulheres multitarefa, durante o encontro tivemos várias conversas paralelas sobre os assuntos mais diversos, além de nos esbaldarmos com bebidas dos mais variados tipos, comidinhas e ainda dividirmos a atenção com uma troca de esmaltes.

Pouco depois das 19h, depois de mais de 5 horas de LuluzinhaCamp, algumas das luluzinhas precisavam ir embora. Esta foi a senha para sortearmos os brindes (a lista dos brindes está neste post). Como tínhamos mais brindes do que luluzinhas, todas ganharam, e algumas foram agraciadas com dois presentinhos.

Foi um LuluzinhaCamp tão divertido e agradável que já marcamos um amigo oculto de final de ano, e com certeza faremos novos encontros em breve.

Você é da região metropolitana de Belo Horizonte e quer participar também? Entre para a nossa lista: http://groups.google.com.br/group/luluzinhacamp-mg

2 Comentários | Permalink
Marcia Bianco pelo fim da violência. Foto: Gabi Butcher, sob CC

Marcia Bianco pelo fim da violência, em nosso último encontro. Foto: Gabi Butcher, sob CC

  1. Delegacias Especializadas de Atendimento a Mulheres (DEAMs) – Criadas na década de 80, seu papel é investigar e tipificar crimes praticados contra as mulheres. (no link você encontra um guia com as DEAMs de todo o Brasil)
  2. Delegacias comuns – Se não existe na cidade uma delegacia especializada, as delegacias comuns são responsáveis pela instauração de inquéritos em casos de violência.
  3. Unidades Móveis da Polícia Militar – Atendem a casos emergenciais e posteriormente encaminham as vítimas para as delegacias de polícia para que seja instaurado o Inquérito Policial.
  4. A Central de Atendimento à Mulher Ligue 180, criado em 2005 pela Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM), funciona 24 horas, recebe denúncias, presta orientação e realiza encaminhamentos às mulheres em situação de violência.
  5. Casa Abrigo - Em caso de violência ou grave ameaça, se a mulher não tem para onde ir, as Casas Abrigo oferecem moradia protegida e atendimento integral até que ela tenha condições necessárias para retomar o curso de sua vida.
  6. Defensoria Pública – A Lei Maria da Penha garante as mulheres vítimas de violência o direito de estarem acompanhadas de advogada(o) em audiência. A Defensoria Pública é um dos órgãos responsáveis por este atendimento.
  7. OAB – Na maioria dos estados brasileiros a Ordem dos Advogados do Brasil prestam serviço de assistência judiciária gratuita. Informe-se na sua cidade sobre o funcionamento deste serviço.
  8. Serviço de assistência judiciária gratuita das universidades – as faculdades de direito costumam realizar assistência judiciária gratuita por meio de escritórios modelos, informe-se em sua cidade.
  9. Serviços de saúde – os serviços de saúde são responsáveis pelo socorro imediato em especial nos casos de violência física e sexual. A Lei Maria da Penha admite como meio de prova laudos ou prontuários médicos fornecidos pelos serviços de saúde. Em casos de violência sexual, além do atendimento de emergência as vítimas, existem ainda na rede pública de saúde serviços de aborto legal para casos de gravidez em decorrência da violência sofrida.
  10. Centros de atendimento e SOS Mulher – criados no início da década de 80 os centros de atendimento realizam atendimento multidisciplinar (jurídico, social e psicológico) às mulheres vitimizadas.
  11. ONGs – Muitas ONGs realizam atendimento direto às mulheres vítimas de violência. Assim como os centros de atendimento focam seu atendimento nas áreas jurídica, social e psicológica.
  12. Conselhos e Coordenadorias - são locais de orientação responsáveis pelos encaminhamentos da Rede. Os Estados e os Municípios têm criado diversos Conselhos de Defesa dos Direitos da Mulher em todo o Brasil. Atualmente, são 97 conselhos da mulher espalhados pelo país, 19 estaduais e 78 municipais.
  13. Sindicatos – Em casos de assédio sexual e assédio moral procure o sindicato de sua categoria para denunciar a violência sofrida e
  14. Ministério Público do Trabalho – tem competência para atuar em casos de discriminação no trabalho. Melhor: dá para denunciar online.
  15. Ouvidorias e Corregedorias – são órgãos responsáveis pelo monitoramento e fiscalização dos serviços públicos de atendimento. As ouvidorias e corregedorias podem ser acionadas em casos de violência institucional, quando o servidor responsável pelo seu atendimento- policial, profissional de saúde são bons exemplos – em lugar de atende-la com respeito e eficiência acaba por revitimizá-la.
  16. Amigas(os), vizinhas(os) e parentes – além de apoio e ajuda para enfrentar a situação é muito importante manter pessoas próximas, de confiança, informadas sobre a situação que está vivendo.
1 Comentário | Permalink

Next Page →